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Casa da Lavoura, Virbac e Supremax lança a promoção Acelera no Campo

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Pernambuco é o quarto maior produtor de ovos do país

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Em mais uma edição a Polinutri apoiará o Concurso de Qualidade de Ovos do Nordeste

Foto: Meramente Ilustrativa de Couleur por Pixabay

APE) realizarão pelo segundo ano consecutivo o Concurso de Qualidade de Ovos do Nordeste em São Bento do Uma (PE) e a Polinutri confirma participação neste importante evento.

O evento ocorrerá amanhã (16 de outubro) e neste ano será realizado no formato virtual. “O objetivo do concurso é promover a qualidade e segurança alimentar do ovo, além de incentivar a melhoria dos processos de produção por parte do produtor, proporcionando ao consumidor um produto superior e que atenda todas as exigências do mercado”, afirma o membro da comissão organizadora do evento Eduardo Valença.

Para o Gerente da Unidade de Negócios Avicultura da Polinutri, Lincoln Beninca, o Concurso Qualidade de Ovos do Nordeste tem conexão direta com a Polinutri. “Na última edição tivemos participação efetiva entre os diversos vencedores do concurso”, informa e destaca que as conquistas de 2019 atestam o compromisso da companhia. “Qualidade é sem dúvida marca registrada dos nossos produtos e do trabalho realizado na região pela nossa equipe.”

De acordo com o representante Polinutri para a região, Lídio Cintra, esta edição reforça a importância e qualidade da avicultura do agreste de Pernambuco. “Essa edição, pelo fato de ser no formato online, reunirá quase que a totalidade dos produtores pernambucanos e o apoio ao evento atesta nossa liderança, visto que dos dezesseis vencedores do ano anterior participamos de nove conquistas na região polo avícola do Nordeste”, contextualiza.

“Preconizamos entregar o nosso melhor para os nossos clientes, porque quando participamos do concurso colocamos os resultados dos trabalhos de um ano todo para a avaliação da cadeia de postura regional e nacional. Esperamos repetir os excelentes resultados sempre com o objetivo de entregar nosso melhor para o negócio dos nossos clientes, tornando suas granjas mais rentáveis e produtiva, estimulando o crescimento da produção a ampliação dos negócios. É esse o nosso foco, por isso somos apoiadores em mais uma edição”, encerra Lincoln Beninca.

O evento poderá ser acompanhado – etapas e anúncio dos ganhadores – ao vivo pelas redes sociais.

Vale lembrar que a região do agreste de Pernambucano, segundo o comitê organizador, produz diariamente mais de 10 milhões de ovos da mais alta qualidade colocando o estado na quarta posição do ranking entre os maiores estados produtores de ovos do Brasil.

Em 2020 o concurso terá algumas alterações que, além do formato, passará a ter membros avaliadores externos com propósito de assemelhar metodologias avaliativas e o regulamento seguirá ao praticado pelo Concurso de Qualidade de Ovos Capixaba.

Fonte: rondorural

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Agronegócio

Produtores de leite equilibram custo e receita com o auxílio da Emater

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Orientações técnicas dos extensionistas da Emater-RO são essenciais para os agricultores familiares do Estado para equilibrar a produtividade e os custos de produção

O Governo do Estado, por meio da Entidade autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) mantém uma série de programas de fomento à agricultura familiar, com projetos como o inseminar, Manejo de pastagens, e o Mais Calcário, iniciado este ano pela Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), executado pela Emater, para ajudar as famílias que se dedicam à atividade da pecuária leiteira, que enfrentam o desafio para  alcançar uma produtividade suficientemente alta para cobrir os custos de produção e deixar uma margem de lucro capaz de garantir uma remuneração justa do trabalho dos envolvidos na tarefa.

A produção leiteira é a vocação natural da maioria dos agricultores familiares de Rondônia. No município de Corumbiara no Cone Sul do Estado a família do agricultor Valtezer Roque Machado recebe assistência técnica da Emater-RO em uma propriedade de 30 hectares, onde mantém um rebanho de 100 cabeças de gado bovino, em diferentes faixas de idade, vacas, novilhas e bezerros.

O médico veterinário e extensionista da Emater Gilberto de Oliveira Junior, é responsável pela orientação técnica da propriedade, beneficiaria dos programas de fomento do Governo, (manejo de pastagem, mais calcário e projeto de Fertilização In Vitro, FIV). Com o uso das tecnologias a propriedade já apresenta equilíbrio entre produtividade e os custos de produção.

Para alimentar o rebanho o produtor acatou a orientação do extensionista e implantou um sistema de manejo rotacionado de pastagens em 3 hectares, divididos em 24 piquetes de 1.250m², cada um. O produtor cultiva ainda dois hectares com milho para silagem, e mais dois hectares com cana de açúcar e o capim BRS Capiaçu, este último disponibilizado através da parceria entre a Emater e o IFRO, campus de Colorado do Oeste, para corte e utilização a fresco ou confecção de silagem.

O restante da propriedade possui pastagens no sistema convencional, com capim brachiaria, e o sistema de criação é de vaca com bezerro ao pé, e com apenas uma ordenha ao dia, garantindo dessa forma um crescimento vigoroso dos bezerros.

Produtor observa novilhas resultado da inseminação artificial

No quesito de melhoramento genético do rebanho o produtor realiza a técnica de inseminação artificial e adotou o sistema de fertilização in vitro (FIV) para a produção de bezerras geneticamente melhoradas. Atualmente tem no plantel, um rebanho de 40 bezerras para substituir as matrizes atuais.

A orientação técnica fornecida pela Emater visa não apenas um aumento de produtividade diária de leite por vaca, mas sim, um sistema de produção, numa visão mais ampla que garanta a sustentabilidade do modelo produtivo, com conservação das áreas de cultivo, através da correção do solo com calcário, manejo adequado das pastagens e do rebanho, e um melhoramento genético gradual e constante do rebanho, visando sempre uma relação equilibrada entre custo e remuneração, diz Gilberto,  extensionista responsável técnico pela propriedade.

Fonte
Texto: Enoque de Oliveira
Fotos: Irene mendes
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Gov discute criação do Programa de Comercialização e Incentivo a Melhoria do Café de Rondônia

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A separação dos grãos de café defeituosos e realizar a secagem em terreiros suspensos ou estufas, têm sido as principais práticas implementadas nos últimos anos em Rondônia

Com o intuito de fortalecer e valorizar a produção dos produtores de café, o Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), estabeleceu em parceria com a Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril (Idaron), Ministério da Agricultura (Mapa) e Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) a criação do Programa Rondoniense de Comercialização e Incentivo a Melhoria da Qualidade do Café, que financiará com recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), a estocagem de cafés de produtores do Estado de Rondônia. A primeira reunião do grupo foi realizada na segunda-feira (5), na sala de reunião da Seagri.

A cafeicultura no Estado de Rondônia tem avançado significadamente nos últimos anos em sustentabilidade e qualidade, isso se deve principalmente a adoção de boas práticas de manejo durante as fases de colheita e pós- colheita pelos cafeicultores. Colher o fruto maduro, fazer a separação dos grãos defeituosos e realizar a secagem em terreiros suspensos ou estufas, têm sido as principais práticas implementadas nos últimos anos no Estado.

Conforme disse o secretário da Seagri, Evandro Padovani, a taxa de administração do programa será custeada pelo Fundo Estadual de Desenvolvimento e Fortalecimento da Agricultura Familiar (Fedaf), ou seja, o programa oferecerá juro zero aos cafeicultores. “Essa é uma determinação do governador, coronel Marcos Rocha e do vice-governador, José Jodan, que visa disponibilizar linhas de créditos diferenciadas a custo zero para que o produtor que trabalha com a produção de café possa ter a oportunidade de esperar o melhor momento para vender o seu café, com um preço diferenciado, agregando ao preço de mercado, de qualidade. Em breve o Governo vai lançar este programa para os cafeicultores, para atendê-los já na próxima safra, até o final de março de 2021 deve estar operando”, explicou.

O Programa visa a utilização de recursos do Funcafé para incentivar a melhoria da qualidade do café de Rondônia, e que dê condição ao produtor rural de depositar seu café em um armazém credenciado para que possa esperar o melhor momento para efetuar a comercialização.

De acordo com o superintendente do Mapa em Rondônia, Valterlins Calaça, o programa vai valorizar os cafés de qualidade produzidos no estado, além de possibilitar o alcance do mercado nacional e internacional. “O programa vai dar garantia para o produtor de que ele vai poder armazenar e vender seu produto em um melhor momento, e não fazer a venda antecipada. Para que este projeto siga em frente, o Mapa vai certificar os armazéns que estiverem aptos a receber e armazenar os grãos de café, para ser comercializado no futuro”, explicou.

Segundo Anderson Gomes, superintendente da Conab em Rondônia, a Conab será responsável pelo credenciamento dos armazéns. “Para ser credenciado precisa ter uma certificação do Mapa e toda a documentação necessária deve estar regulada. Com isso, o produtor terá a garantia de receber um adiantamento do produto armazenado e depois, em um momento oportuno, quando entra no período da entressafra, ele poderá vender o café por um preço melhor. Quando a oferta do produto está baixa, a tendência é que a procura e o preço seja maior do que na época da safra”, destacou.

Para o presidente da Emater, o programa será uma forma de estimular os cafeicultores a produzir café de qualidade. “O Concafé, o maior evento de café robusta do Brasil, realizado no Estado, visa a produção de qualidade e sustentabilidade e baseado nisso, o governador Marcos Rocha, e o vice-governador José Jodan buscou junto ao Funcafé, recursos para que a gente estimule os produtores a produzir café de qualidade. Além da orientação, também teremos um grupo que fará junto a Idaron a auditoria desses cafés, certificando que o café tenha realmente qualidade para que o produtor possa junto ao agente financeiro pegar esse recurso do preço mínimo”, disse.

A fiscal estadual da Idaron, Raquel Barbosa, frisou que a Idaron tem uma participação específica em relação a indicação dos cafés que serão armazenados, pois precisam ter critérios de qualidade física, que será feito por uma equipe da Agência Agrossilvopastoril. “As amostras serão separadas, e o classificador dará os pontos em relação aos defeitos, umidade, peneira e depois será avaliado. Os produtores entregam as amostras, a Idaron classifica e emite o laudo de garantia de qualidade do café. Essa garantia é que vai estabelecer o valor do café a ser comercializado”, relatou.

O engenheiro agrônomo da Seagri, Janderson Dalazen que é Q Robusta Grader, destacou que o intuito é atender o maior número de cafeicultores que produzem café de qualidade. O requisito mínimo é que o café seja do tipo 6 para melhor, seguindo a Classificação Oficial Brasileira – COB. “Para chegarem a esse tipo de café os cafeicultores serão estimulados a colherem seus cafés maduros e melhorarem as práticas de pós colheitas, isso por si só já será um grande benefício para a cafeicultura de rondoniense, pois quanto mais maduro e melhor a práticas de colheita e pós colheita, melhor o rendimento e a qualidade do café”, enfatizou.


Fonte
Texto: Sara Cicera
Fotos: Weyne Sharp e Edcarlos Carvalho
Secom – Governo de Rondônia

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