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Marcos Rogério contraria posição da OMS e defende reabertura templos

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O membro do Congresso disse: “Nada há de incomum no âmbito das igrejas. Não há, portanto, justificativa, nem de longe, para adoção de medidas extremas como se estivéssemos vivendo estado de exceção…”.

O senador de Rondônia Marcos Rogério, do DEM, defendeu publicamente a reabertura irrestrita dos templos religiosos, contrariando o posicionamento da Organização Mundial de Saúde (OMS) voltado ao protocolo de isolamento social em decorrência da pandemia desencadeada pelo Coronavírus (COVID-19/SARS-CoV-2). Em determinado trecho da manifestação, o congressita chega a chamar a medida de “estado de exceção”, alegando, ainda, não haver justificativa, nem de longe, “para adoção de medidas” que denominou como extremas. O Coronavírus já matou, no mundo todo, 83.471 pessoas; no Brasil, 688; e em Rondônia, com poucos casos confirmados, uma cidadã já faleceu em decorrência da enfermidade.

CONFIRA O DISCURSO DE MARCOS ROGÉRIO:

Fonte: Rondoniadinamica

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A importância das vacinas para manter a saúde do animal de estimação

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Assim como para os humanos, as vacinas para pet agem contra doenças que podem comprometer tanto a vida do animal, quanto a de seu tutor – através de possíveis transmissões. Sendo assim, a vacinação deve ser um ato regular na vida do animal de estimação.

As vacinas são o principal meio de proteção para pets contra bactérias e parasitas. Existem as opcionais e as obrigatórias, primordiais para garantir a melhor qualidade de vida.

Quem irá definir o protocolo de vacinação será o veterinário responsável. Alinhando de acordo com o estilo de vida, saúde e necessidades do pet.

As vacinas devem ser dadas a todos, sem restrições. Cães e gatos mais idosos, que não saem às ruas ou que moram nas grandes cidades também devem ser vacinados, afirma a veterinária Livia Romeiro do Vet Quality Centro Veterinário 24h.

Qual a frequência das vacinas para pet?

O ideal é que no primeiro ano de vida a imunização seja aplicada diversas vezes. Por serem frágeis, o fortalecimento do sistema imunológico deve ser seguido à risca.

Durante a vida adulta, o esquema deve continuar sendo regular para o animal. Dessa forma, a imunidade continuará efetiva durante seu crescimento.

Caso o protocolo de vacinação orientado pelo veterinário não seja devidamente seguido, ele poderá ser recomeçado do zero.

Tipos de vacina para cães

As vacinas para os cães são divididas em dois grupos: essenciais (recomendadas) e não essenciais (opcionais). Sendo acordadas diante das orientações do veterinário.

Vacinas essenciais

Esse tipo de imunização serve para evitar doenças fatais e zoonóticas, que podem ser transmitidas para humanos – como raiva e cinomose.

  • Vacina V8: essa vacina protege contra a cinomose, parvovirose, adenovirose do tipo 2, hepatite infecciosa canina, dois tipos de leptospira e coronavirose;
  • Vacina V10: além de proteger contra todas as doenças da V8, garante proteção contra mais dois tipos de leptospira; Vacina antirrábica: age diretamente contra a raiva.

Vacinas opcionais

Essas vacinas são direcionadas para um grupo de animais avaliado pelo médico responsável. Será aplicado de acordo com o risco de exposição do animal e com o estilo de vida que ele leva.

  • Leishmaniose: essa vacina pode ser obrigatória em algumas regiões, como litoral e interior. É uma doença transmitida através de um parasita e pode afetar o sistema imunológico do cão;
  • Tosse dos canis: conhecida como gripe canina, sua vacina é recomendada para cães que têm muito contato com outros cachorros. Os sintomas da gripe canina são tosse, espirros e secreções que saem do nariz e boca. Seu tratamento costuma garantir resultados positivos;
  • Giardia: vacina que garante proteção contra o parasito que se aloja no intestino do cão. Apesar de ser uma imunização opcional, ela é recomendável para animais que vivem em locais com pouco saneamento básico ou convivem com outros cães.

Calendário de vacinas para os cães

As vacinas V8 e V10 devem ser dadas anualmente a partir das 6ª ou 8ª semanas de vida do cão.

A vacina contra raiva tem uma dose única aos 4 meses e deve ser reaplicada anualmente.

Vacinas contra gripe canina e giardia devem ficar à critério do veterinário. Mas, geralmente, são duas doses dadas todo ano.

Tipos de vacina para gatos

Doctor veterinarian examining beautiful adult cat

Assim como a vacina antirrábica dos cães, para os gatos ela também é obrigatória e deve ser repetida anualmente durante toda a vida do seu gatinho.

Existem também as vacinas que não são obrigatórias e são recomendadas diretamente pelo veterinário.

  • Vacina Tríplice (trivalente) V3: garante proteção contra doenças respiratórias comuns nos felinos como a rinotraqueíte e calicivirose, além da panleucopenia, doença que ataca o sistema digestivo e sanguíneo do gato;
  • Vacina Quádrupla V4: protege contra todas as doenças do V3 citadas acima, e também contra a clamidiose;
  • Vacina Quíntupla V5: previne as mesmas doenças que o V4 e protege o gato contra a leucemia felina, que é uma doença com grande mortalidade no grupo felino.

Essa vacina é essencial para o aumento da longevidade do seu gato. Vale lembrar que a vacina V5 não pode ser aplicada em todos os felinos, portanto, consulte o veterinário de confiança.

Algumas outras vacinas são dadas de acordo com o estilo de vida que o seu gato leva, como, por exemplo:

  • Peritonite Infecciosa Felina: protege contra a síndrome viral causada por um coronavírus;
  • Bordetella: age contra o tracto respiratório dos animais felinos;
  • Chlamydophila Felis: previne contra uma bactéria que causa conjuntivite em gatos filhotes e adultos.

Calendário de vacinas para os felinos

É fundamental que as vacinas sejam aplicadas corretamente para garantir a proteção do animal de estimação.

A partir do primeiro mês, o gato pode passar pela desparasitação. No mês seguinte, ele poderá realizar o teste de leucemia e tomar a primeira dose da vacina trivalente (V3).

Se necessário, a partir dos dois meses e meio, a vacina contra a leucemia estará liberada. Aos 3 meses, é necessário reforçar a V3.

Com quatro meses, a primeira vacina contra a raiva deve ser tomada. A partir daí, anualmente, todas elas devem ser administradas.

Assim como os cães, os gatos também precisam de um bom profissional os acompanhando. Ou seja, é importante garantir que todos os exames sejam realizados com frequência.

Por:  Valle da Mídia

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