Conecte-se conosco

Agronegócio

Dois frigoríficos em Rondônia são habilitados para exportar peixes para a China

Publicado

em

Peixe tilápia passará a ser cultivado no estado — Foto: Prefeitura de Porto Velho/Divulgação

A Associação Brasileira de Piscicultura (Peixe BR) anunciou no final da última semana a habilitação de 11 frigoríficos em nove estados brasileiros para a exportação de peixes da espécie tilápia para a China. Dessas plantas, duas estão em Rondônia.

Atualmente, a Peixe BR aponta Rondônia como o estado líder no cultivo de peixes nativos, tendo produzido 68,8 mil toneladas em 2019. Já no ranking de maiores produtores de peixes de cultivo do Brasil, o estado aparece em 3 posição, ficando atrás apenas de São Paulo e Paraná.

Apesar de estar entre as melhores posições em relação a piscicultura do país, o estado até então não produzia o pescado que é o mais cultivado e comercializado do Brasil: a Tilápia. Ela representa pouco mais de 55% da produção brasileira de peixes de cultivo.

De acordo com o secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Porto Velho, Luiz Claudio, a novidade pode trazer novas oportunidades para solos rondonienses, considerando o aumento de matéria prima e consumo interno no estado.

“Agora vamos criar mecanismos ainda mais eficientes para organizar a cadeia produtiva de peixes, investindo em tecnologia, boas práticas de manejo para qualificar produtores e reduzir custos de produção, aproveitando a oportunidade para exportação”, disse em nota.

A habilitação de exportação em novas indústrias para o país asiático também trouxe expectativa para a área da pesquisa e desenvolvimento local, que irá ganhar incentivos para aumentar a capacidade de espécies nativas, além de potencializar a segurança sanitária e promover uma maior utilização de lagos e usinas autorizadas pela Agência Nacional das Águas.

Fonte: G1/RO

--Publicidade--
Clique para comentar

Deixe seu comentário

Agronegócio

Alface transgênica pode ajudar pacientes com Covid-19

Publicado

em

Por

Produto é eficiente contra aumento da pressão arterial pulmonar

 

O Dr. Henry Deniell, da Penn State, nos Estados Unidos, desenvolveu vacinas experimentais comestíveis contra patógenos perigosos, bem como alfaces geneticamente modificadas com medicamentos que estimulam a produção de insulina em diabéticos ou controlam a hipertensão arterial pulmonar (HAP). Ele agora está realizando estudos clínicos para explorar se os excelentes resultados com suplementação oral à base de plantas para HAP também podem ajudar a mitigar complicações em pacientes infectados com COVID-19.

Na hipertensão arterial pulmonar (HAP), a pressão alta nas artérias dos pulmões faz o coração trabalhar muito para bombear o sangue para os pulmões e para o resto do corpo. A condição é rara, mas mortal, e os tratamentos atuais são caros e têm efeitos colaterais e métodos de aplicação são inconvenientes para paciente. Também não há cura.

O fármaco proteico, constituído pela enzima conversora de angiotensina 2 (ACE2) e seu produto proteico angiotensina (1-7), pode ser tomado por via oral e, em um modelo animal de HAP, reduzir a pressão e a remodelação da artéria pulmonar. Além disso, estudos rigorosos de toxicologia e resposta à dose sugeriram a segurança do medicamento em animais. Mais trabalho será necessário para desenvolver essa nova abordagem de tratamento para pacientes com HAP.

“Realizamos uma extensa pesquisa para expressar altamente essas proteínas em plantas de alface e para garantir que o produto seja seguro e eficaz”, diz Daniell. “Estamos prontos para avançar com mais trabalho para levar isso à clínica”, completa.

Daniell usou sua plataforma inovadora para cultivar proteínas biomédicamente importantes de vários tipos nas folhas das plantas. O sistema funciona bombardeando fisicamente o tecido da planta com os genes de interesse, fazendo com que os cloroplastos absorvam os genes e depois expressem esta proteína de forma estável.

Por: Agrolink –Leonardo Gottems

Continue lendo

Agronegócio

Nota da JBS de São Miguel do Guaporê – RO

Publicado

em

Por

A JBS reitera que tem como objetivo prioritário a saúde de seus colaboradores. A Companhia ressalta que desde o início dessa pandemia tem adotado um rígido protocolo de prevenção contra a Covid-19 em suas unidades conforme as orientações dos órgãos de saúde e do Hospital Albert Einstein, além de especialistas médicos contratados pela Companhia para apoiar na implantação rigorosa de medidas para a proteção de seus colaboradores.

Entre as ações adotadas pela Companhia, estão:

–  afastamento de pessoas que fazem parte do grupo de risco como maiores de 60 anos, gestantes e todos os que tiveram recomendação médica;

–  ampliação da frota de transporte;

–  desinfecção diária das unidades;

–  medição de temperatura de todos antes do acesso às fábricas;

–  vacinação contra gripe H1N1 para 100% dos colaboradores;

–  ações de distanciamento social;

–  forte comunicação de prevenção e cuidados, entre outras.

Todas as medidas adotadas pela JBS estão a de acordo com os mais altos padrões. Saiba mais sobre as medidas de saúde e segurança adotadas pela JBS:

https://jbs.com.br/comunicacao/covid-19-principais-medidas-de-protecao/

Por: Assessoria

Continue lendo

Agronegócio

Carne bovina do Brasil começa a chegar aos EUA

Publicado

em

Por

EUA vem registrando uma redução no na capacidade de produção de carne bovina. Brasil pode aproveitar a situação.

O Brasil avança nas exportações de carne bovina para os Estados Unidos enquanto a pandemia de coronavírus afeta a produção dos frigoríficos norte-americanos. No mês passado, 131 toneladas de carne desossada e congelada foram exportadas¹ pelo Brasil aos EUA, um volume mensal que não era registrado desde 2017.

O volume ainda é pequeno e fica bem abaixo da média de 2 mil toneladas por mês exportadas em 2017, quando o mercado norte-americano, após duas décadas fechado, havia sido reaberto para os exportadores brasileiros.

A expectativa é que os números da exportação de carne bovina brasileira aos EUA continuem subindo nos próximos meses.

As medidas de segurança e a redução de funcionários impostas pelos governos dos Estados americanos para conter o coronavírus estão tornando as operações dos grandes frigoríficos locais ainda mais lentas.

Em algumas partes do país, os consumidores já encontram algumas prateleiras de carne vazias² nos supermercados.

Fonte: renovamidia.com.br

Continue lendo
--Publicidade--

Publicidades

--Publicidade--

Tendências

Copyright © 2020 Portal de Notícias Floresta Notícias. Todos Direitos Reservados.

%d blogueiros gostam disto: