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Restaurantes demitem quase 3 mil pessoas no DF por falta de movimento

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Os efeitos do isolamento social devido ao surto do novo coronavírus já podem ser observados no setor de serviços do país.

Reprodução: Google
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Os efeitos do isolamento social devido ao surto do novo coronavírus já podem ser observados no setor de serviços do país. Além dos autônomos, prestadores de serviço com contratos flexíveis de trabalho sãos os maiores afetados pela crise.

Apenas no Distrito Federal, 3 mil pessoas já foram demitidas por restaurantes e bares, segundo informações do Sindicato Patronal de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília (Sindhobar), reportadas pelo jornalista Vicente Nunes, do Correio Braziliense.

“O governador Ibaneis Rocha decretou o fechamento de instituições públicas e privadas, shoppings, bares, restaurantes e outros serviços até o dia 5 de abril, na tentativa de conter a pandemia”, informou Vicente, ressaltando uma medida que foi condenada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, em seu último pronunciamento na TV aberta.

“Precisamos de alento, perceber que o governo local está preocupado. Até o momento tivemos decisões a nível federal relativas ao fundo de Garantia (FGTS)”, observou Jael Antônio da Silva, presidente da Sindhobar. Ele destacou que o número de demissões pode chegar a 4 mil nesta quarta-feira, 25.

“Já nos antecipamos na nossa convenção coletiva de trabalho, assinada em conjunto com o Sindicato dos Empregados no Comércio Hoteleiro, Restaurantes, Bares e Similares do Distrito Federal. Previmos a antecipação das férias, possibilidade de colocar em férias sem necessidade aviso prévio, parcelamento”, completou.

Fonte: tribunadebrasilia

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Oportunidade de emprego a Chopp Beer esta contratando chapeiro e garçon

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Invest Rondônia aponta R$ 3,7 bilhões em investimento e gera quase 12 mil empregos no Estado

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Atualmente, Invest Rondônia acompanha projetos de 18 empresas, que somam R$ 3.767.835.888,31 em investimentos e gera 11.774 empregos

Governo de Rondônia, por intermédio da Superintendência Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi), apresenta balanço bienal 2019-2020 da Invest Rondônia, que apontou acompanhamento de projetos de 18 empresas, investimentos de R$ 3.767.835.888,31 com geração de 11.774 empregos. Invest Rondônia é um programa da Sedi vinculado à Coordenadoria de Comércio Exterior, que tem por objetivo atrair investimentos para o Estado e, também, promover a exportação de produtos rondonienses de interesse coletivo e utilidade pública.

No levantamento, foi constatado que, em 2019, foram realizadas 929 reuniões com atendimento aos empresários. Já em 2020, em consequência do crescimento do Estado, mesmo em tempo de pandemia, investidores passaram a buscar mais pelo programa, fazendo que a equipe promovesse mais de 600 reuniões. Atualmente, Invest Rondônia acompanha de maneira ativa 20 empresas com efetivo interesse em instalar seu negócio em Rondônia. Inserida no cômputo, a Sedi também realizou 12 lives com duas mil visualizações fixas.

De acordo com o website Invest Rondônia, o programa tem o papel de vender a imagem do nosso Estado fornecendo informações mais precisas aos investidores em busca de parceria com os municípios. Com o objetivo de desenvolver o Estado de Rondônia e torná-lo conhecido no cenário nacional e internacional, o plano simboliza um elo entre empresários e municípios a fim de instalar e expandir empreendimento na região.

Segundo Suéllen Lemos, coordenadora da Invest Rondônia, o programa realiza um trabalho similar ao da consultoria, prestando informações acerca de incentivos fiscais, recursos naturais, logística de escoamento e dados locacionais aos empresários que intentam instalar seus negócios em Rondônia. Além disso, quando não há em Rondônia o insumo ou material necessário, o programa expõe alternativas mais fáceis e rápidas para aquisição nos países ou estados vizinhos.

As frentes de trabalho realizadas pelo programa vão de desenvolvimento de negócios, projeto de investimentos até relações institucionais e internacionais. Os próximos passos que o programa pretende dar, sendo uma das principais entregas, é a implantação de um painel setorial gerido pela geointeligência de dados socioeconômicos. O painel irá agrupar em um só lugar todos os dados e informações que servirão de base aos investidores.

Além disso, pretende-se também promover uma integração maior com os municípios, fortalecimento do projeto de exportação procomex – comércio exterior inteligente, e fortalecimento do modelo de gestão e promoção da marca Rondônia no âmbito interno e externo.

Dorival de Carvalho Pinto, engenheiro de minas e PhD., foi contratado pela Canada Rare Earth Corporation para fazer um estudo técnico-econômico visando a implantação de uma unidade industrial para produzir Terras Raras no Brasil. Segundo ele, a indústria será a primeira e única em toda América Latina no ramo e terá uma papel fundamental para todo o continente americano e europeu, atualmente dependente da China.

De acordo com ele, foram escolhidos seis municípios, localizados em diferentes estados do Brasil. Mas ao final, em virtude do estudo, a escolha final recaiu no município de Ariquemes, no Estado de Rondônia. “Para a escolha, foi criado um sistema de pontuação, com o propósito de ranquear as melhores alternativas de localização, considerando em relação a custo-benefício. Ao final desse processo, a cidade de Ariquemes foi classificada em primeiro lugar, à frente de município de outro Estado em que já existia um polo petroquímico”, explica o engenheiro.

Investimentos em Rondônia geram empregos e arrecadação para o Estado

Segundo o engenheiro, a princípio, o investimento irá gerar 130 empregos diretos e pode chegar a 500 indiretos. Apesar do Invest Rondônia não ter influenciado diretamente na escolha, ele garante que serviu como um forte argumento graças ao apoio e receptividade por parte da equipe atuante que representa o Estado.

Everaldo Santos, gerente geral da Indústria de Transformação Plástica, ramo isopor, também vem para o mercado rondoniense para somar na Economia do Estado. No comércio em Manaus há mais de 25 anos, o gerente explica os motivos que determinaram a escolha do Estado de Rondônia para implantação da indústria.

“Por ser um ótimo lugar para ampliar os negócios, a escolha pelo município de Guajará-Mirim ocorreu por duas razões, uma por ser uma área de livre comércio e outra por estar localizada na entrada do Estado do Acre, o que é muito bom financeiramente, pois a gente consegue atender os dois Estados de uma vez só. Era um mercado que eu desconhecia, mas que hoje consigo quantificar em negócio, então, não tenho dúvida, que a escolha será bem interessante economicamente”, relata o gerente.

De acordo com ele, a implantação vai gerar inicialmente cinco empregos, podendo ser ampliado para 20 no município de Guajará-Mirim. O Estado, antes da vinda do investimento, não contava com a indústria de isopor e com a chegada do novo segmento, o empreendimento trará tecnologia e empregos ao mercado rondoniense.

No momento pré-pandemia, a atuação do programa contou com participação e organização de feiras e eventos, a fim de apresentar as potencialidades e oportunidades do Estado. Para exemplificar, até março de 2020, a equipe participou de feiras de investimento como Brasil Investment Forum, Rondônia Day São Paulo, Café Com Desenvolvimento – que ocorreu em Porto Velho e Ji-Paraná -, bem como feira de alimentos e bebidas como a Anufood, feira do setor coureiro-calçadistas – a Fimec, feira agroindustrial Coopavel.

A equipe que coordena Invest Rondônia participou, no início do ano, do Brasil Investment Forum

Durante a pandemia, as atividades presenciais foram suspensas, então a atuação passou a ser virtual, na qual a equipe participou de fóruns e lives da Superintendência. As próximas atividades para final de 2020 e início de 2021 são Investment Fórum (BIF), Intermodal, reuniões com prefeitura, assim como empresários e investidores, que estão ocorrendo semanalmente.

“A Invest Rondônia tem se estruturado para ser o ponto focal da entrada de investidores no Estado. A atração de novos negócios gera investimentos em Rondônia, fazendo a economia girar, fortalecendo o setor produtivo e industrial e colocando cada vez mais o Estado em destaque. A implantação de empresas e indústrias gera empregos diretos e indiretos o que, além de desenvolver economicamente o Estado, gera empregabilidade para a população rondoniense”, pontua a coordenadora da Invest Rondônia, Suéllen Lemos.

SUPERANDO METAS

De iniciativa do Governo do Estado, a partir de conversas e estudos dos casos de sucesso no modelo, a Invest Rondônia foi vista como uma oportunidade para dar início a um trabalho inovador que acarretasse em grandes resultados econômicos e sociais em Rondônia. O pontapé inicial surgiu graças a visitas ao Invest São Paulo e Invest Paraná, dois grandes polos de referência em atração de investimentos no Brasil.

Em julho de 2019, quando foi criado o Invest Rondônia, a meta para o final de 2022 era atrair R$ 1 bilhão de investimentos para o Estado. No entanto, com pouco mais de um ano de trabalho, o programa superou o marco em atração de investimento. O objetivo, para os próximos anos, é manter o padrão de crescimento em investimentos e, também, aumentar em 10% a exportação do produto rondoniense, cujo quantitativo cresceu 6,6% somente no ano de 2020.

PONTENCIALIDADE DE RONDÔNIA

Rondônia possui 3º maior PIB e o maior PIB per capita da Região Norte

Rondônia tem uma economia sólida e repleta de oportunidades. O papel do Invest Rondônia é mostrar isso para o Brasil e para o mundo, onde os produtores do Estado têm muito potencial para vender seus produtos para o mundo, gerando riquezas e empregos.

Considerado um dos estados que mais crescem no Brasil, com o terceiro maior Produto Interno Bruto (PIB) e o maior PIB per capita da Região Norte, Rondônia dispõe de um amplo mercado consumidor com rápida conexão para os mais de 280 milhões de consumidores do Mercosul, além de contar com uma posição privilegiada devido à saída para os oceanos Pacífico e Atlântico, por meio de hidrovia e rodovia.

Ademais, o Estado conta com um porto alfandegado – único da região Norte – que escoa mais de 1 milhão de toneladas de soja por ano e compreende de uma autossuficiência energética de 8.7gw, resultando em 1/3 da produção da Região Norte.

Rondônia também é rico em recursos minerais com alto valor comercial. Além de possuir uma solidez fiscal, sendo o terceiro colocado em todo o país em cuidar bem de suas contas, e dispor de distritos industriais com as principais em Porto Velho, Ji-Paraná, Vilhena, Ariquemes e Cacoal.


Fonte
Texto: Emanuelle Pontes
Fotos: Daiane Mendonça, Suellen Lemos e Frank Nery
Secom – Governo de Rondônia

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Economia

Eletrodomésticos que mantêm temperatura interna mais baixa precisam de mais atenção nos dias de calor

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Observar o histórico de consumo de energia para entender a variação nesse período é importante

Por todo Brasil, portais de previsão do tempo têm alertado ondas de forte calor, onde os estados do Norte e do Centro-Oeste do país são os mais atingidos com o tempo quente e mais seco. Sem previsão de chuvas contínuas e com o aumento da temperatura, a solução para amenizar a temperatura é buscar alento com o uso de ventiladores e condicionadores de ar. Outros aparelhos mais acionados nessa época são freezers e geladeiras, que ajudam no condicionamento de alimentos e bebidas por mais tempo. Acontece que o uso desses equipamentos em dias mais quentes tem um detalhe que muita gente não sabe: por causa do calor eles precisam trabalhar mais para manter o desempenho dos dias mais frescos. Para explicar melhor o que acontece com os eletrodomésticos nesse período, a Energisa conversou com um especialista no assunto.

“O ar-condicionado trabalha com um sistema de trocas térmicas em que, quanto maior a diferença entre a temperatura ambiente e a que se deseja atingir, maior será o tempo de operação deste aparelho. Por exemplo, se dentro de um lugar a temperatura está em 29°C e desejamos um cômodo mais fresco com o uso do ar-condicionado, reduzindo para 23°C, temos um determinado consumo energético para realizar esta atividade. Mas se a temperatura está em 40°C e nós desejamos reduzir para os mesmos 23°C, sabemos que o condicionador de ar levará mais tempo de operação em sua máxima potência até atingir os 23°C. Somado a isso, tem o fato de que para manter essa temperatura, o equipamento terá um consumo de energia significativamente maior”, explica o professor adjunto da Universidade Federal de Mato Grosso, Danilo Ferreira de Souza, graduado em Engenharia Elétrica, especialista em Engenharia de Segurança do Trabalho e em Energia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, e mestre em Energia pelo Instituto de Energia e Ambiente/IEE da Universidade de São Paulo/USP

Trocando em miúdos, isso significa que mesmo sem perceber e sem mudar hábitos, o consumo de energia pode subir nos dias mais secos e quentes. Danilo avalia que para evitar o consumo excessivo é importante que os equipamentos e sistemas elétricos estejam devidamente dimensionados para cada local específico, seguidos das melhores recomendações de instalação. O mesmo acontece, por exemplo, com a geladeira. Mesmo que uma pessoa mantenha os hábitos, cada vez que a porta da geladeira é aberta, o ar quente externo entra, fazendo com que o compressor necessite “trabalhar mais” para garantir que o interior da geladeira permaneça refrigerado na temperatura desejada.

Fernando Tupan, gerente de Serviços Comerciais da Energisa Rondônia, pontua que uma boa opção para entender essa variação é observar o histórico do consumo que está na conta de energia. Com essas informações em mãos, é possível observar que o consumo entre os meses de agosto e outubro acaba sendo maior do que nos outros meses. “É importante, no momento de analisar esse histórico, olhar também como foi o consumo no mesmo período do ano anterior, quando as condições climáticas eram parecidas, pois as alterações de temperatura fazem a diferença na conta. Temos que usar a energia de forma econômica durante todo o ano, mas nos dias de muito calor o cuidado precisa ser redobrado”, pondera Tupan.

Danilo lembra, no entanto, que não é só o consumo dos equipamentos que pode impactar no aumento do consumo neste período do ano. “O principal impacto aqui refere-se aos hábitos de consumo nesses períodos de maior calor e de variação do clima. Por exemplo: com a umidade do ar baixa, a recomendação é de utilizar umidificadores de ar. Como o umidificador é um equipamento eletroeletrônico teremos mais um equipamento consumindo energia”, pontua o professor.

Segundo Danilo, alguns pontos são fundamentais para ajudar a usar de forma mais econômica a energia. Conheça alguns:

  • Busque sempre que possível a compra de equipamentos com selo do Programa Brasileiro de Etiquetagem preferencialmente classe A, pois são energeticamente mais eficientes;
  • O aparelho de ar-condicionado deve ser comprado com o correto dimensionamento para o ambiente a ser utilizado. Quanto maior o ambiente, mais potente precisa ser o aparelho;
  • Se o equipamento for antigo, dê preferência pela substituição de um equipamento novo, com maior eficiência;
  • Ao usar o ar-condicionado, garanta que as janelas e portas do ambiente estejam fechadas;
  • Utilize o ar-condicionado na temperatura entre 21°C e 24°C e ao ficar muito tempo fora do ambiente, desligue o equipamento;
  • Limpe os filtros do ar condicionado a cada quinze dias. E faça uma higienização completa com uma empresa especializada entre 6 meses e 1 ano a depender da intensidade da utilização. A sujeira dificulta a passagem do ar e reduz a eficiência do equipamento.
  • Instale sua geladeira longe de locais ou equipamentos de aquecimento como, forno elétrico, fogão, churrasqueira e micro-ondas;
  • Realize a instalação do equipamento preferencialmente fora do alcance da irradiação solar direta;
  • Procure reduzir a abertura da geladeira, assim a conservação da temperatura interna será mantida com menor uso do compressor;
  • Não guarde alimentos quentes;
  • Não use a parte de trás de geladeiras e freezers para secar roupas ou sapatos. Isso reduz a eficiência do equipamento;
  • Não desligue o equipamento à noite para ligá-lo na manhã seguinte.
  • Verifique constantemente se a vedação do equipamento está em boas condições.

Para verificar se a borracha da sua geladeira ou freezer está vedando corretamente, o gerente da Energisa dá uma dica: “Pegue uma folha de papel e coloque-a entre a porta da geladeira e a borracha, fechando a porta da geladeira sobre a folha, de forma que o papel fique preso. Puxe a folha e se ela sair sem resistência, é sinal de a borracha da geladeira não está vedando corretamente e o indicado é que seja feita a manutenção”, concluiu.

No Youtube da Energisa, você pode acompanhar mais dicas de consumo. Acesse o canal: https://www.youtube.com/watch?v=JGMPh4eI4AM&list=PLSHEemxZKP3iEb25OCO0wo2CdynXVZV2y


Tamiris Barcellos Ribeiro Garcia

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