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Pastor morre por coronavírus e cerca de 193 fiéis podem ter sido infectados

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O pastor foi internado no início da semana com febre, tosse, e dificuldades respiratórias

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EUA anunciam mais US$ 6 mi para ajudar Brasil no combate à pandemia

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(Mar a Lago – Flórida, 07/03/2020) Presidente da República Jair Bolsonaro cumprimenta o Senhor Presidente dos Estados Unidos Donald Trump.
Foto: Alan Santos/PR

A embaixada dos Estados Unidos no Brasil anunciou a doação de mais US$ 6 milhões de dólares para ajudar o Brasil a mitigar os efeitos da pandemia do novo coronavírus. O total doado pelos EUA até o momento é de US$ 12 milhões (aproximadamente R$ 66 milhões).

O novo recurso foi disponibilizado pela Assistência Internacional a Desastres (IDA) da Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e deverá ser empregado em atividades emergenciais em saúde, água, saneamento e higiene. A prioridade é a ajuda a populações na região amazônica, informou a embaixada.

O anúncio da embaixada foi feito ontem (29), mesmo dia em que os EUA passaram a proibir a entrada de viajantes que tenham passado pelo Brasil nos 14 dias anteriores à viagem. O decreto que prevê a medida foi assinado em 24 de maio pelo presidente norte-americano Donald Trump.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

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Trump rompe com OMS e acusa China de ser responsável por ‘sofrimento no mundo’

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Presidente dos EUA disse que financiamento antes destinado à organização passará para outras iniciativas. O republicano também criticou a China pelo desempenho na pandemia e pelas leis de segurança de Hong Kong.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira (29) que está encerrando relações com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e que vai realocar financiamento antes destinado ao órgão a outras iniciativas.

Para Trump, a OMS foi “pressionada” pela China para dar “direcionamentos errados” ao mundo sobre o novo coronavírus, causador da Covid-19.

“O mundo está sofrendo agora como resultado dos malfeitos do governo chinês”, disse Trump.

O rompimento com a OMS vem em meio a uma série de desentendimentos entre o organismo e os EUA. Em abril, Trump anunciou a suspensão da verba à entidade — mas ainda não havia terminado as relações, como ocorreu nesta sexta.

Trump também acusou a China de estar à frente das decisões da OMS mesmo que Pequim financiasse menos o organismo do que os EUA, algo que vem sido criticado pelo presidente desde o início da pandemia.

“O mundo precisa de respostas da China sobre o vírus. A gente precisa de transparência”, concluiu.

O governo dos EUA ainda estuda expulsar milhares de estudantes chineses de universidades norte-americanas. Segundo o presidente, a medida serviria para evitar espionagem.

As declarações foram dadas após o número de mortos por Covid-19 nos EUA ultrapassar a marca de 100 mil — o primeiro país a atingir esse total. Mesmo assim, Trump vem pedindo a reabertura da economia nos Estados Unidos.

Crise em Hong Kong

29 de maio - Manifestante gesticula com cinco dedos, significando as 'Cinco demandas - nem uma a menos', em um shopping durante protesto contra a legislação de segurança nacional da China, em Hong Kong — Foto: Kin Cheung/AP

29 de maio – Manifestante gesticula com cinco dedos, significando as ‘Cinco demandas – nem uma a menos’, em um shopping durante protesto contra a legislação de segurança nacional da China, em Hong Kong — Foto: Kin Cheung/AP

Na coletiva, Trump também disse que tomaria medidas — incluindo sanções — à China e a apoiadores do governo chinês pelo avanço das leis de Pequim que minam a autonomia de Hong Kong. Por isso, o presidente dos EUA disse que começaria a “eliminar isenções que dão a Hong Kong um tratamento especial”.

“A recente incursão da China […] deixa claro que Hong Kong não é mais autônoma o suficiente para receber o tratamento especial que demos ao território”, afirmou Trump.

Nesta semana, o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, anunciou que retiraria esse status especial de Hong Kong dado pelos EUA em 1997, quando a China recebeu o controle parcial do território antes pertencente ao Reino Unido.

O endurecimento da China em Hong Kong gerou uma série de novos protestos no território — que já vinha passando por manifestações desde o ano passado, quando Pequim apertou o cerco a dissidentes do regime.

Fonte: G1

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Coronavirus

Vacina contra a Covid-19 pode estar pronta até outubro, diz CEO da Pfizer

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Executivos de farmacêuticas apontam o desafio de produção e logística da vacina; estima-se que serão necessárias 15 bilhões de doses, e podem faltar até frascos de vidro para armazená-las

Pesquisadores chineses já testam vacina em macacos
Foto: NICOLAS ASFOURI / AFP

Executivos de empresas farmacêuticas disseram nesta quinta-feira (28) que uma ou várias vacinas contra a Covid-19 podem começar a ser lançadas antes de 2021, mas alertaram que os desafios podem ser “assustadores”, pois estima-se que sejam necessárias 15 bilhões de doses para interromper a pandemia.

“Se tudo correr bem e as estrelas estiverem alinhadas, teremos evidências suficientes de segurança e eficácia para que possamos tomar uma vacina (contra a Covid-19) no final de outubro”, disse o CEO da Pfizer, Albert Bourla.

Bourla foi um dos executivos que participaram da reunião virtual de grandes farmacêuticas organizada pela Federação Internacional de Fabricantes e Associações Farmacêuticas (IFPMA, na sigla em inglês), nesta quinta-feira.

Corrida contra o tempo

Atualmente, mais de cem laboratórios ao redor do mundo estão se esforçando para criar uma vacina contra o novo coronavírus. Dez chegaram à fase de testes clínicos em humanos, entre eles a própria Pfizer, que se uniu à empresa alemã Biontech para desenvolver possíveis vacinas contra a Covid-19 na Europa e nos Estados Unidos.

“A esperança de muitas pessoas é que tenhamos uma vacina, espero que várias, até o fim deste ano”, disse Pascal Soriot, chefe da AstraZeneca, que, em parceria com a Universidade de Oxford, também trabalha em outra candidata a vacina contra o novo coronavírus, já em fase de testes no Reino Unido.

 

Desafio: 15 bilhões de doses

O diretor da IFPMA, Thomas Cueni, apontou estimativas de que o mundo precisará de cerca de 15 bilhões de doses para interromper o avanço do coronavírus, colocando enormes desafios tanto de produção como de logística. “Não teremos quantidades suficientes desde o primeiro dia, mesmo com os melhores esforços”, disse Cueni.

Segundo os executivos, outro obstáculo poderá ser a falta de frascos de vidro para armazenar as doses. “Não existem frascos suficientes no mundo”, disse o CEO da AstraZeneca. Já se cogita até a possibilidade de dispor várias doses em um único frasco.

Paul Stoffels, vice-presidente e diretor científico da Johnson&Johnson, disse que, se forem necessárias 15 bilhões de doses, será preciso que haja várias vacinas diferentes contra a Covid-19 para satisfazer a demanda mundial.

Fonte: otempo

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