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Internacional

China não tem transmissão local de coronavírus pelo terceiro dia seguido

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No entanto, somente neste sábado foram registrados 41 casos novos casos importados no país; governo intensificou os controles para quem chega do exterior

Moradores de Wuhan, epicentro da epidemia na China, aguardam a entrega de alimentos e suprimentos médicos comprados em conjunto – 27/02/2020 China Out/Reuters

As autoridades chinesas anunciaram neste sábado, 21, que, pelo terceiro dia consecutivo, não foram registrados casos de transmissão local da Covid-19 no país, mas confirmaram novas infecções originadas no exterior. A taxa de contágio diminuiu nas últimas semanas na China, enquanto o resto do mundo está adotando medidas para tentar combater a pandemia.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) elogiou na sexta-feira 20 o sucesso da China no controle do surto na cidade de Wuhan, onde o vírus foi identificado pela primeira vez no final do ano passado. “Wuhan oferece esperança ao resto do mundo de que mesmo a situação mais grave pode ser alterada”, disse o secretário-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, em uma teleconferência em Genebra.

Cerca de 56 milhões de pessoas na província de de Hubei, cuja capital é Wuham, foram submetidas a uma gigantesca quarentena forçada em janeiro, embora as autoridades locais tenham começado a restringir gradualmente as restrições à medida que os casos diminuíram.

No entanto, a China intensificou os controles para lidar com infecções trazidas de outros países. Somente neste sábado, foram registrados 41 casos novos casos importados no país, o maior número diário até hoje. No total, 269 casos foram trazidos para a China do exterior.

Pequim e outras regiões obrigam a quem vem de outro país a passar por uma quarentena de 14 dias. Ao mesmo tempo, o Ministério da Aviação Civil anunciou nesta semana que limitaria o número de passageiros nos voos internacionais.

Mais de 81.000 casos foram registrados na China, embora, de acordo com a Comissão Nacional de Saúde, apenas 6.013 pacientes ainda apresentam sintomas da doença. O número de mortes também caiu drasticamente, com sete falecimentos registrados no sábado, todas na província de Hubei.

O número de mortos na China, 3.255, foi superado esta semana pela Itália, onde mais de 4.000 pessoas já faleceram. A pandemia já infectou mais de 250.000 pessoas em todo o mundo, com mais de 11.000 óbitos.

(Com AFP)

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Internacional

Espanha pede ajuda à Otan depois de registrar novo recorde de mortes

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© JUAN CARLOS HIDALGO Chefe do Governo espanhol Pedro Sanchez

As Forças Armadas da Espanha pediram à Otan assistência humanitária para combater o novo coronavírus, que, nesta terça-feira (24) deixou um novo registro diário de mais de 500 mortos. 

Como medida “necessária” para deter o vírus, o governo da Espanha, o segundo país mais afetado da Europa depois da Itália, estendeu desta terça-feira até a meia-noite de 11 para 12 de abril o estado de emergência e o confinamento quase total dos 47 milhões de espanhóis. 

Desde o início da pandemia, e com as 514 novas mortes registradas em um dia, a Espanha atingiu 2.696 mortes. O número total de casos registrados subiu 20% nesta terça-feira em relação ao dia anterior, atingindo 39.673 infectados, segundo o último balanço do Ministério da Saúde. 

A Espanha registrou 514 novas mortes por coronavírus em apenas um dia© Noemi GRAGERA A Espanha registrou 514 novas mortes por coronavírus em apenas um dia

“Esta é a semana difícil”, na qual será visto se “estamos conseguindo atingir esse pico (de infecções) e começar a diminuir no número de casos”, disse o diretor de emergências de saúde, Fernando Simón, em entrevista coletiva. 

Espera-se que a extensão do estado de emergência acordado pelo governo seja ratificada nesta quarta-feira no Congresso. 

“É uma medida drástica, estamos cientes disso, mas é necessário”, disse a porta-voz do governo, María Jesús Montero, em entrevista coletiva.

– “Tensão” no sistema de saúde –

Desde 14 de março, os espanhóis só podem deixar suas casas para irem trabalhar, se não puderem fazer isso de casa, ou para comprar alimentos ou remédios, sob pena de multas.

O governo descartou o aperto das restrições por enquanto, conforme solicitado por algumas autoridades regionais, alegando que existem “setores essenciais”, como a indústria farmacêutica ou o transporte de alimentos, que devem continuar funcionando.

“A melhor nova medida que podemos adotar é pedir aos cidadãos que continuem cumprindo essas medidas drásticas”, disse o ministro da Saúde, Salvador Illa, comemorando o fato de a Espanha ser “um dos países onde o confinamento está sendo mais respeitado”. 

Ainda assim, 102 mil pessoas foram denunciadas e 926, detidas, segundo o ministério do Interior, que informou também sobre a fuga de três pacientes com coronavírus do hospital.

Com 2.636 pessoas em terapia intensiva, Illa reconheceu “tensão em algumas partes do sistema de saúde”, principalmente em Madri, a região mais afetada, com um terço das infecções e quase dois terços das mortes. 

Em comunicado, a Otan informou que o exército espanhol solicitou “ajuda internacional” para obter suprimentos médicos “para impedir a propagação do vírus em unidades militares e na população civil”. 

Especificamente, a solicitação é por 450.000 máscaras, 500.000 testes rápidos, 500 ventiladores para assistência respiratória e 1,5 milhão de máscaras cirúrgicas. 

Na região da capital, com 6,5 milhões de habitantes, as autoridades tiveram que habilitar a pista de gelo de um shopping como necrotério devido à saturação dos serviços funerários. 

“Não temos capacidade logística para realizar enterros e cremações na proporção em que as mortes estão ocorrendo”, admitiu o prefeito de Madri, José Luis Martínez-Almeida.

“Economia de guerra”

Chegavam ao shopping center que funciona como necrotério nesta terça caminhonetes vermelhas militares vestidos com trajes de proteção, constatou um jornalista da AFP.

Não muito longe desse shopping, um centro de convenções foi transformado em hospital para acomodar até 5.500 pacientes. No resto da cidade, o silêncio das avenidas desertas é quebrado pela passagem de ambulâncias. 

Até 5.400 profissionais do sistema de saúde foram infectados, enquanto o governo busca garantir “o fornecimento regular” de equipamentos de proteção, com alta demanda em todo o mundo, disse Salvador Illa. 

Por isso, o governo trabalha para “potencializar a produção nacional deste material imprescindível”, seja ampliando fábricas existentes ou adaptando outras de veículos ou cosméticos para elaborar máscaras ou respiradores.

“Falamos de uma indústria de guerra, falamos de uma economia de guerra e é indispensável”, disse a ministra do setor, Reyes Maroto.

Quanto aos lares de idosos, que registraram dezenas de mortes nos últimos dias, o governo anunciou nesta terça-feira medidas mais rigorosas para proteger sua população muito vulnerável. 

Em um fato muito comentado e investigado pela Justiça, o exército encontrou idosos mortos “em algumas residências”, segundo confirmou o chefe de estado-maior da Defesa, Miguel Ángel Villarroya, mas sem fornecer maiores informações.

Fonte: Msn

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Internacional

China reabre trecho de Grande Muralha e Hubei inicia liberação e fim de quarentena

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Moradores de outras cidades que estiverem saudáveis poderão deixar província chinesa a partir desta quarta (25), e cidadãos de Wuhan, primeiro epicentro da pandemia, poderão sair em 8 de abril.

Homens com máscaras são vistos em Badaling, trecho da Grande Muralha da China reaberto nesta terça (24), após ter sido fechado por causa da pandemia de coronavírus — Foto: Reuters/Thomas Peter

Badaling, o setor mais popular da Grande Muralha da China, foi reaberto parcialmente ao público nesta terça-feira (24), após permanecer fechado por dois meses por causa da pandemia de coronavírus.

Apesar de algumas restrições, os primeiros visitantes demonstravam alívio e felicidade por poderem retornar ao local (veja vídeo acima). Neste primeiro dia, cerca de mil pessoas estiveram em Badaling, em contraste com os mais de 60 mil que costumavam passar por ali todos os dias.

Por enquanto, serão admitidas apenas menos de 20 mil pessoas por dia, e para poder visitar a região é preciso apresentar um documento emitido pelo governo ou um QR code que prova que o interessado esteve em Beijing nas duas últimas semanas.

O sistema foi instituído para que apenas pessoas que tenham cumprido pelo menos 14 dias de quarentena consigam entrar no local.

Pessoas com máscaras observam panda no zoológico de Beijing, na China, reaberto parcialmente após ter sido fechado no final de janeiro por causa da pandemia de coronavírus, na terça-feira (24) — Foto: Reuters/Carlos Garcia Rawlins

Pessoas com máscaras observam panda no zoológico de Beijing, na China, reaberto parcialmente após ter sido fechado no final de janeiro por causa da pandemia de coronavírus, na terça-feira (24) — Foto: Reuters/Carlos Garcia Rawlins

A China começa lentamente a diminuir as restrições de deslocamento e acesso e também reabriu nesta semana o zoológico de Beijing.

Hubei

A província de Hubei, onde fica a cidade de Wuhan, primeiro epicentro da pandemia, também está iniciando uma diminuição em suas restrições.

O governo local anunciou que a partir desta quarta-feira, as pessoas que estão em outras cidades que não sejam Wuhan e que comprovem que estão saudáveis poderão sair da província. Além disso, os serviços de transporte serão retomados também na quarta-feira.

Funcionários espalham desinfetante na Estação de Trens de Wuhan, na província de Hubei, na China, preparando o local para a reabertura após fim da quarentena, na terça-feira (24) — Foto: STR/AFP

Funcionários espalham desinfetante na Estação de Trens de Wuhan, na província de Hubei, na China, preparando o local para a reabertura após fim da quarentena, na terça-feira (24) — Foto: STR/AFP

Já as restrições de viagens em Wuhan devem ser retiradas a partir de 8 de abril.

Na cidade, que ficou isolada do restante da China desde 23 de janeiro, a vida começa a gradualmente voltar ao normal. Há mais de uma semana não são registradas contaminações locais e as lojas começam a reabrir. Além disso, os 55 hospitais locais retomaram os atendimentos de antes de pandemia.

Fonte: G1

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Internacional

Mais de 100 mil doentes já recuperaram da covid-19

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Os doentes infetados com o novo coronavírus dados como curados superaram esta segunda-feira os 100 mil.

Rehan Khan/EPA

Em todo o mundo são já mais de 100 mil os doentes infetados com o coronavírus responsável pela covid-19 dados como curados, segundo dados do site Worldometer, que compila dados divulgados oficialmente pelas autoridades nacionais.

De acordo com os dados, o total de casos detetados desde o início da pandemia, em dezembro do ano passado, ascende a 349.139.

Entre os 115.634 casos dados como encerrados, 100.337 doentes foram dados como curados, o que corresponde a 87%. Existem 15.297 mortes devido à doença, ou seja, 13% do total de casos encerrados.

Já entre os casos ativos, que ascendem a 233.505, registam-se 222.301 casos com sintomas ligeiros ou médios, o que equivale a 95%, e 11.204 doentes em estado grave ou crítico.

Na China, o país onde se originou a pandemia e com maior número de infetados, o número de casos cifra-se em 81.093. Destes, 72.703 foram dados como curados e 3.270 morreram, existindo ainda 5.120 casos ativos. Assim, entre os casos encerrados a taxa de mortalidade é de 4%.

Fopnte: jornaldenegocios

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