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Meio Ambiente

Rio Madeira atinge maior marca de fevereiro e chuvas continuam na capital

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O rio ainda segue longe de sua maior cota histórica do mês

Foto: Divulgação

O rio Madeira, localizado à margem de Porto Velho (RO), está com seu nível a 34 centímetros acima de sua cota de alerta, isso de acordo com a última medição realizada pela Marinha do Brasil através do Sistema Integrado de Monitoramento e Alerta Hidrometeorológico.

Com a marca de 15,34 metros em seu nível, o rio Madeira atinge o maior volume de água neste mês de janeiro, e de acordo com o instituto Climatempo, a previsão de é de que os próximos dias sejam de chuvas na região. 

O rio ainda segue longe de sua maior cota histórica do mês, que é de 18,62 metros, porém essa medição já é motivo de precaução por parte das autoridades públicas e comunidades ribeirinhas.

Fonte: Rondoniaovivo

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Ciência

Camada de Ozônio está se recuperando como nunca visto antes

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Desde o início dos anos 2000, os cientistas observaram uma remissão da camada de ozônio. |(Imagem: Studio023 / Fotolia)

Publicado na última quarta-feira, (25), um estudo feito por um grupo de cientistas norte-americanos comprova a recuperação da camada de ozônio. O trabalho está anexado na maior revista científica do mundo, a Nature.

De acordo com os pesquisadores, um contrato assinado por diversos países no ano de 1987 foi o principal responsável por essa redução na camada de ozônio. Conhecido como Protocolo de Montreal, o tratado visa diminuir a produção e a liberação de substâncias tóxicas, para que estas não destruam ainda mais a atmosfera.

Uma dessas substância é o composto Clorofluorocarboneto, conhecido por CFC. Esse composto estava presente na fabricação de aerossóis e gás para produtos de refrigeração. No entanto, após a assinatura do Protocolo de Montreal, o CFC e seus derivados foram estritamente proibidos. Sendo produtos de uso imprescindíveis pela população, buscaram-se outras alternativas, e com gases menos nocivos a camada de ozônio, como o hidrofluorcarbonos (HFC) e perfluorcarbonos (PFC).

O buraco na camada de ozônio provocou uma mudança significativa nas correntes de ar que estavam presentes no hemisfério sul do planeta. Correntes de ar ou ventos térmicos, foi uma forma adotada pelos meteorologistas para calcular a modificação dos ventos nos polos opostos do planeta.

Correntes de ar e consequências para os hemisférios

No hemisfério norte, a corrente de ar fria vai se mover para a esquerda e a quente, para a direita. Enquanto no hemisfério sul, a corrente de ar quente move-se para a esquerda e a fria, para a direita. Habitando também entre os dois hemisférios, existem as chamadas correntes de jatos, que nada mais são que um subtipo de corrente de ar. Os jatos subtropicais e polares atuam nos dois hemisférios do planeta e são influenciados pela rotação da Terra.

No século XX, cientistas perceberam que o enfraquecimento na camada de ozônio estava movimentando a corrente de jato no hemisfério sul, ainda mais para o sul. O que acabou gerando oscilações nos padrões das correntes oceânicas. Esse fato só foi perceptível graças a simulações gráficas feitas por computadores potentes.

Coincidência ou não, o Protocolo de Montreal reduziu bastante essas correntes de jato. No entanto, apesar dessas reduções de substâncias tóxicas terem sido bastante positivas. Ainda não podemos comemorar, pois, diariamente os níveis lançados de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera aumentam consideravelmente.

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A camada de ozônio sobre a Antártica

Desde o ano de 1982, a Antártida nunca mais havia registrado um baixo pico no buraco presente na camada de ozônio. No entanto, isso mudou consideravelmente ano passado, em 2019. Apesar desse menor pico já apontado, as preocupações não estão 100% resolvidas.

Nos últimos anos, a China vem descumprindo o protocolo ao liberar, de maneira constante e em grande quantidade, gases que afetam corrosivamente a camada de ozônio. Apesar de ser uma ótima escapatória para a salvação da camada, o Protocolo de Montreal deve ser seguido ao pé da letra, e assim conseguiremos reverter os danos já causados.

“É o cabo de guerra entre os efeitos opostos da recuperação do ozônio e o aumento dos gases do efeito estufa que determinarão as tendências futuras”. Falou o químico atmosférico Antara Banerjee, da Universidade do Colorado Boulder.

Fonte: socientifica

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Meio Ambiente

Sedam prioriza qualidade da água em Ro e alerta contra uso abusivo em mananciais

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Laboratório da Sedam analisa semanalmente amostras de água dos municípios rondonienses

Fotos: Frank Néry e Jeferson Mota (Arquivo Sedam)

No segundo semestre de 2019, irrigação, uso industrial, piscicultura, consumo humano, criação animal e geração de energia constituíam os principais usos da água em Rondônia, e assim permanece. No entanto, o desaparecimento de mananciais e o descuido com nascentes entraram na pauta deste ano da Secretaria Estadual do Desenvolvimento Ambiental (Sedam).

“Devemos combater a ideia de que os recursos hídricos na Amazônia são infinitos; com a poluição, o mau uso e degradação do ambiente natural já identificamos no estado conflitos e escassez de água no período de estiagem amazônica”, disse a coordenadora de recursos hídricos da Sedam, Daniely Sant’Anna.

“Cuidar é sempre a melhor prevenção”, ela alertou, lembrando o Dia Mundial da Água, celebrado no domingo, (22).

“A água é um bem de todos, não podemos considerar que alguém seja dono dela e é assim que a responsabilidade de cuidar deve ser compartilhada entre população, empresas, indústrias, poder público, dentre outros agentes”, assinalou a coordenadora.

Em 2019, segundo a Coordenadoria de Recursos Hídricos, a maior demanda de pedidos de outorga e de captação de água no estado, nas modalidades superficial e subterrânea, ocorreram em Porto Velho,  São Miguel do Guaporé,  Cacoal, Alvorada d’Oeste, e Nova Brasilândia d’Oeste.

“É importante ressaltar o cuidado diário com os recursos hídricos, desde a utilização racional da água em casa até a proteção das matas ciliares. Para que este bem precioso não venha faltar, é necessário que haja mudança de pensamento e de comportamento, pois tanto a quantidade como a qualidade da água são diretamente atingidos pelos nossos hábitos”, alertou a coordenadora.

Assim, o fechamento da torneira no ambiente urbano é tão essencial quanto os cuidados com a proteção das nascentes de água, das áreas de matas das bordas dos corpos hídricos, e o monitoramento da qualidade.

Engajamento dos Municípios
A Sedam vem recomendado permanentemente cuidados em reservatórios e tanques de piscicultura; lançamentos de efluentes em rios e igarapés; o uso de defensivos agrícolas que são facilmente carregados pela água; e adequação dos projetos e estruturas dos processos produtivos para aperfeiçoar a utilização de água.

A coordenadora explicou que as políticas constantes no Plano Estadual de Resíduos Sólidos aguardam apenas aprovação do Comitê Diretor, e servirá como base para que os municípios, que são os responsáveis pela problemática de seus resíduos, criem seus próprios planos municipais.

O Plano busca identificar a realidade das bacias hidrográficas, respeitando as peculiaridades de cada uma, para facilitar a elaboração dos Planos de Bacias Hidrográficas no estado e promover o uso racional da água, a proteção da biodiversidade local, a melhor forma de gestão e a segurança de seus usos múltiplos.

Laboratório de Monitoramento e Análise
Às prefeituras e demais interessados, o Laboratório de Água da Sedam prossegue fazendo análises fisioquímica e bacteriológica de água, ao custo de R$ 130,42; e análise bioquímica de oxigênio e óleos e graxas, por R$ 65,21.

O laboratório recebia até o final do ano a média de 35 a 40 pedidos semanais, totalizando aproximadamente 70 análises de amostras d’água e efluentes industriais por mês.

Esse número refluiu no atual período, porém, deve retornar ao normal, após o atual período de preocupação dos municípios com a disseminação do novo coronavírus. É o que prevê a chefe da Divisão de Monitoramento da Qualidade da Água, Ester Alves.

A leitura das análises, realizada pela equipe do laboratório, é passada ao computador. A classificação é feita conforme o enquadramento das águas na Resolução Conama 357 (dos corpos de água e diretrizes ambientais para o seu enquadramento, estabelecendo também condições e padrões de lançamento de efluentes).

Além dos recursos da Sedam, o laboratório conta diretamente com o apoio do Programa Qualiágua, assinado quatro anos atrás, entre a Sedam e a Agência Nacional de Água (ANA), para estimular a divulgação da qualidade da água em todas as regiões do País.

Segundo Ester Alves, o programa contribui para a gestão sistemática dos recursos hídricos; estimula a padronização dos critérios e métodos de monitoramento da qualidade da água; contribui para o fortalecimento e estruturação dos órgãos estaduais gestores dos recursos hídricos e meio ambiente; e promove o funcionamento da Rede Nacional de Monitoramento da Qualidade das Águas (RNQA).

Entre as recomendações: não use garrafa pet e utilize frascos adequados. A amostra precisa chegar refrigerada ao laboratório, antes de 24 horas da coleta, preferencialmente em caixa de isopor com bastante gelo.

Fotos: Frank Néry e Jeferson Mota (Arquivo Sedam)
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Destaques

Período do defeso para 7 espécies de peixes termina neste domingo, 15, em RO

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Tambaqui segue com pesca proibida até fim de março. Pirarucu não pode ser pescado até o dia 30 de abril.

Pesca do tambaqui estará liberada a partir de 31 de março em Rondônia. — Foto: Toni Mendes/TG

Termina neste domingo (15) o período de defeso para sete espécies de peixes em Rondônia. Em outubro de 2019 começaram as restrições para a pesca de algumas espécies nos rios do estado. Os prazos da proibição variam conforme e a espécie, por isso, tambaqui e pirarucu seguem na lista dos peixes protegidos.

As espécies com pesca liberada a partir deste domingo são: surubim, caparari, pirapitinga, jatuarana, filhote, dourada e pescada.

Conforme a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), o período de defeso para o tambaqui segue até o dia 31 de março, enquanto o pirarucu só poderá ser pescado depois de 30 de abril.

Quem é flagrado fazendo a pesca, transporte, venda ou armazenamento irregular durante o período de defeso pode ser multado em valores que vão de R$ 700 a R$ 100 mil. Quem vende peixe capturado antes do período precisa ter declaração de estoque registrada junto ao órgão ambiental.

Dúvidas sobre o período podem ser esclarecidas com a Coordenadoria de Licenciamento e Monitoramento Ambiental da Sedam pelos números 0800 641 1320, (69) 3212-9611 ou pelo WhatsApp (69) 9 8482-8599.

 Fonte: G1 RO

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