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Eleitoral

Mais de 4.584 títulos eleitorais cancelados em Alta Floresta D’Oeste Ro

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Um total de 4.584 eleitores de Alta Floresta D’Oeste tiveram seus títulos eleitorais cancelados por não comparecerem a três eleições consecutivas, e não atenderem à convocação da Justiça Eleitoral. A informaçõão é da 17ª Zona Eleitoral. Ao todo, 205 títulos estão suspensos.

Fabrício Zanetti Casagrande, chefe da 17ª Zona Eleitoral, em Alta Floresta, disse que para regularizar sua situação perante a Justiça Eleitoral, o eleitor que teve o título cancelado deve tomar algumas providências. Caso contrário, corre o risco de ficar sujeito a diversas restrições e impedimentos.

A primeira medida a ser tomada por alguns eleitores é o pagamento de multa por turno de votação que tenha faltado. Vale destacar que cada turno é considerado uma eleição.

Logo após, o cidadão precisa se dirigir a um cartório eleitoral e apresentar documento de identificação e comprovante de residência para solicitar a regularização do título. A normalização somente será possível se não houver pendência do cidadão com a Justiça Eleitoral. A data limite é 5 de maio.

Se o eleitor tiver dúvida sobre a regularidade de seu documento, a consulta sobre a situação eleitoral é gratuita e está disponível no Portal do TSE.
Os jovens brasileiros de 15 anos que completarão 16 anos até o dia 4 de outubro de 2020, data do primeiro turno das próximas eleições, podem tirar a primeira via do seu título de eleitor. Isso porque a Constituição Federal, em seu artigo 14, prevê o voto facultativo aos jovens que tenham 16 anos completos no dia do pleito.

A regra começou a valer em 1994, depois que a estudante Renata Cristina Rabelo Gomes, então com 15 anos de idade, solicitou que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) revisse seu entendimento sobre o tema para que fosse concedido o título eleitoral aos jovens nessa faixa etária.

Alta Floresta conta com 19 locais de votação, sendo cinco locais na área urbana. Ao todo, são 80 seções. Uma seção será instalada a partir do próximo pleito na aldeia Serrinha, na Terra Indígena Rio Branco.

Os interessados em fazer parte do mesário voluntário e receber aguns benefícios, entre eles: o não pagamento de taxas de inscrições em concursos no estado, podem procurar o cartório eleitoral. Os atendimentos na 17ª Zona Eleitoral estão acontecendo de segunda à sexta-feira, das 11 às 18 horas.

Reportagem: Leandro Pereira

Fonte: Florestanoticias.com

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Eleitoral

Mais de 5 mil eleitores estão com títulos cancelados em Guajará-Mirim, RO

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Quem não normalizar a situação até maio, não poderá ir às urnas este ano para escolher prefeitos, vice-prefeitos e vereadores.

Título eleitoral — Foto: Reprodução/Rede Amazônica

Mais de 5 mil eleitores de Guajará-Mirim (RO) estão com os títulos cancelados. Os dados são da 1ª Zona Eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO). A 1ª zona também atende o município de Nova Mamoré, onde 2.330 eleitores estão com os títulos cancelados. O prazo para regularização acaba em maio.

Ainda segundo informações do Cartório Eleitoral, 757 eleitores de Guajará-Mirim estão com título suspenso e 245 em Nova Mamoré. Esses números correspondem a eleitores que respondem por ações criminais, incapacidade absoluta, improbidade administrativa e outros.

Quem não normalizar a situação até maio, não poderá ir às urnas este ano para escolher prefeitos, vice-prefeitos e vereadores.

Segundo o TRE-RO, os eleitores da 1ª Zona Eleitoral constituem um total de 4,04% dentro do total do eleitorado do Estado.

Jovens eleitores

Quem tem 16 anos ou vai completar até outubro desse ano, também pode tirar o primeiro título eleitoral.

Os documentos para emissão são: CPF, carteira de identidade e comprovante de residência.

Serviço

Os jovens eleitores e aqueles que querem regularizar o título podem se dirigir ao Cartório Eleitoral de Guajará localizado na avenida Cândido Rondon, 784, no bairro Tamandaré. O telefone para contato é (69) 3541-1565.

Para regularizar a situação, o eleitor precisa levar um documento com foto, comprovante de endereço e o título cancelado.

Fonte: G1/Ro

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Coluna: Confira a Resenha Política 2020 de Alta Floresta Ro

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Enfim, 2020. O que temos de novo? A velha corrida em busca de cadeiras nos poderes Executivo e Legislativo Municipal. Em Alta Floresta D’Oeste, na região da zona da mata, no Estado de Rondônia, as discussões já começaram. Os bastidores da corrida estão quentes. Muitas especulações, mas há quem diga que somente dois vão para a disputa no Executivo. Será que vamos ter a mesma sina de campanhas anteriores?

VETERANO A VISTA

Me atrevo a falar um pouco do assunto, mesmo sem tamanha experiência. Pois ainda estou aprendendo a lidar com tal discussão.
E pra começar a esmiuçar um pouco neste início de “temporada” de caça ao voto, diria que estamos mesmo na “temporada” de caça ao candidato. Para início de conversa, que tal falar do Poder Executivo?

Pelo que anda soando nos corredores da política local, temos os “velhos” conhecidos do eleitor buscando evidências para se lançar novamente.
Pelo PDT, ou diria, MDB – o ex-prefeito Vantuil ainda é um nome a ser apreciado.

Embora esteja no PDT, é de conhecimento de todos que o “velho da barba branca” tem bom relacionamento com o MDB de Confúcio Moura e companhia, da mesma forma que existe um bom relacionamento entre MDB e PDT no município, o que tornaria o casamento agradável, como em outros tempos.

VETERANO A VISTA 2

Ligado ao PR, Daniel Deina ainda é um nome a ser pensado. Já disse várias vezes que não pretende voltar ao quadro, mas também não esconde que havendo um bom papo e um consenso, voltaria ao páreo.

O ex-prefeito trabalha em negócios particulares, mas sei que também não saiu de vez da política e que mantém suas bases.
Tem o apoio de Ivo Cassol e de uma ala do PP.

VETERANO, MAIS NEM TANTO ASSIM

Um nome de peso que circula pelos bastidores é do vereador Álvaro Bueno. Hoje no PSDB, o parlamentar pode até mudar de sigla para concorrer ao pleito.
Álvaro não esconde o desejo de disputar a prefeitura. Já esteve em evidência para o mesmo cenário em outras oportunidades, mas entende que sua decisão passa por um grupo forte.

É hoje um político experiente, com uma baita bagagem no campo legislativo e com grandes aliados. Pesa contra sua possível candidatura uma decisão própria.
Também é bom destacar que dentro do grupo do vereador, encontra-se uma camada que segue junta ao MDB. Seria este o destino do nobre parlamentar???

VETERANO, MAIS NEM TANTO ASSIM 2

Pai do ex-vereador e saudoso Edmar Boldt, o senhor Maximino Boldt, também aparece no cenário político. Alguns vão dizer que sou louco. Que não existe esta possibilidade, mas garanto que é algo real. O próprio demonstrou interesse, inclusive participando de uma reunião com lideranças fortes do PSB em Alta Floresta, onde garantiu que havendo apoio, colocará o nome como apreciação.

NAS REDES SOCIAIS

Um nome que aparece nas redes sociais frequentemente é do Nando da Edutran. O jovem que tem espaço junto ao grupo do deputado estadual Jean Oliveira, sabe que a tarefa não é fácil, mas mostrou que está a disposição.

Nando é um nome que vem crescendo aos poucos, mas o que ainda pesa é o pouco tempo junto ao meio político. O jovem empresário sabe do desafio e já relatou que é pré-candidato e que só abre espaço para uma pessoa dentro do grupo. Quem será??? Nando vem sendo procurado por vários partidos devido a coragem que demonstra em disputar a eleição.

OUTROS NOMES

Também é nítido que outros nomes aparecem no cenário local. O atual prefeito disse que ainda não descartou a intenção de disputar uma reeleição. O atual secretário municipal de Agricultura, Giovan Damo, também é um nome que vem sendo sondado por um determinado grupo político.

Dário Moreira, presidente da Câmara de Vereadores, também aparece neste cenário, bem como o vereador Robson Ugolini. Há quem diga que pode haver uma dobradinha entre os dois. Algo que considero improvável.

O ex-vereador Manoel da Saúde também demonstrou interesse na disputa, mas espera uma crescente dentro do grupo em que se encontra. A lista é extensa, mas quando se parte pra prática, o que muitos garantem é que só ficam dois. O resto não passa de “noivas” ou alguém buscando lugar ao sol. Agora vou ali preparar o texto da próxima semana…aí sim é a vez de falar da corrida as 10 cadeiras do legislativo. Até breve!

Colunista: Leandro Pereira

Fonte: Florestanoticias.com

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Eleitoral

Bolsonaro apoiará poucos candidatos nas eleições municipais de 2020

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Ainda sem saber se seu novo partido participará da disputa municipal, presidente pretende ser seletivo ao fazer alianças

Segundo o Planalto, a proposta viola o princípio constitucional da obrigatoriedade de licitar Foto: ADRIANO MACHADO / Reuters

BRASÍLIA — Dissidente do PSL, o presidente Jair Bolsonaro já afirmou que as chances de seu novo partido Aliança pelo Brasil se viabilizar para as eleições municipais são de 1%, mas os envolvidos diretamente na criação da legenda estão confiantes de que poderão lançar candidatos em cidades consideradas estratégicas, entre elas capitais como Rio, São Paulo e Belo Horizonte. Apesar disso, não existe até agora nenhuma definição sobre quais lugares seriam prioritários.

Bolsonaro também se preocupa com a possibilidade de candidatos lançados no pleito municipal atrapalharem seus planos de reeleição em 2022. Logo, o presidente, com ou sem o Aliança criado, deverá dar seu apoio a alguns poucos concorrentes considerados de confiança e alinhados ideologicamente em cidades estratégicas.

O presidente deseja evitar que se repita o que houve nas eleições do ano passado, quando vários candidatos a deputado e senador se elegeram sob o manto do bolsonarismo pelo PSL, mas romperam com o presidente no racha da legenda comandada pelo deputado Luciano Bivar (PE).

— Na Aliança teremos um filtro para evitar que pessoas não alinhadas saiam candidatos. Vamos primar pela qualidade e não quantidade —disse a advogada Karina Kufa, tesoureira do partido em fase de coleta de assinaturas.

Segundo a advogada, o Aliança terá cursos para pretensos candidatos para as eleições de 2022, que deverão cumprir uma frequência mínima obrigatória. Como não terá tempo hábil para aplicar as aulas nas eleições municipais, quem quiser concorrer pelo Aliança receberá “orientações dinâmicas”.

No final de dezembro, em conversa com jornalistas no Palácio da Alvorada, Bolsonaro disse não ter “obsessão por formar o partido”.

— Acho que Deus até me ajuda porque você sabe que eleições municipais não influenciam muito nas próximas. E às vezes você elege um cara numa capital aí, se o cara fizer besteira, você vai apanhar na campanha de 2022 todinha —disse na ocasião.

Na mesma entrevista no Alvorada, Bolsonaro disse ainda que até agora não definiu apoio a nenhum précandidato nas principais capitais. Por outro lado, confirmou que gostaria que o apresentador José Luiz Datena se lançasse à disputa pela Prefeitura de São Paulo.

A meta do Aliança é concluir a coleta de assinaturas até o início de fevereiro. Até agora, 116.567 mil fichas de filiações foram preenchidas, o que corresponde a 23,69% do total de assinaturas necessárias: 492.015.

Karina Kufa afirma que está pedindo aos apoiadores o reconhecimento de firma para facilitar o trabalho de conferência da Justiça Eleitoral e, dessa forma, conseguir concluir a criação do partido até março.

— Estamos pedindo o reconhecimento de firma, facilitará o trabalho do servidor da Justiça Eleitoral, já que por ter fé pública, a assinatura não pode ser falsificada, sendo inviável o seu questionamento. Não estamos substituindo o trabalho da Justiça Eleitoral de validar as fichas de apoiamento, pois isso depende de regulamentação do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Estamos apenas trazendo um facilitador —diz a advogada.

Fonte: Agora Noticias Brasil

 

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