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Politica

Paulo Alberto Krause Schimidt é pré-candidato a vereador pelo MDB em Alta Floresta Ro

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Mais novos nomes já chegam em nossa redação para concorrer a uma vaga no legislátivo em Alta Floresta. A pedido do Deputado Esdadual Jean Oliveira e do Presidente do partido do MDB de Alta Floresta Luiz Mauro Cardoso e Nando da Eduran, Paulo Alberto Krause Schimidt, filho do Martins Schimidt mais conhecido como Betão lança seu nome a pré-candidato a vereador agora pelo Mdb em Alta Floresta D´Oeste Ro.

Fonte: florestanoticias.com

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Eleitoral

Senador Marcos Rogerio destaca a organização do DEM em Alta Floresta D’Oeste RO

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O Senador Marcos Rogerio destacou as articulações do partido Democratas para as eleições municipais de Alta Floresta. Em conversa com o presidente municipal do partido, Wenderson Silva o Senador parabenizou a atuação do diretório nas alianças com lideranças do município e a formação de uma forte nominata de pré-candidatos.

Segundo Wendeson, o apoio e orientação do senador são fundamentais na organização do DEM no município. “O Senador Marcos Rogerio é uma referencia no partido para nós e em nome dele agradeço o empenho de todos na estruturação do Democratas em Alta Floresta”.

O diretório municipal do partido fez um grande empenho na construção de um grupo consolidado e preparado para as eleições desse ano. “Buscamos ouvir diferentes opiniões, buscamos aliados de vários setores da sociedade e temos importantes nomes filiados” Afirmou Wenderson.

O Democratas em Alta Floresta tem nominata completa para as eleições 2020, com pré-candidato a prefeito e quinze pré-candidatos a vereadores e vereadoras.

Fonte: Assessoria para o Florestanoticias.com

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Destaques

PGR arquiva seis representações contra Bolsonaro por condutas na pandemia

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Para o órgão, não há como atribuir ao presidente descumprimento de medida de proteção contra o avanço da doença porque não havia ordem desse tipo em vigor

A Procuradoria-Geral da República (PGR) arquivou seis representações que pediam a abertura de investigação criminal contra o presidente Jair Bolsonaro por causa de ações praticadas por ele durante a crise envolvendo a pandemia do coronavírus. As decisões foram comunicadas pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, ao ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, que havia enviado os casos para análise pelo órgão.

Nas petições, os representantes, de uma maneira geral, pediam a abertura de investigação e consequente denúncia contra o presidente pela prática do crime tipificado no artigo 268 do Código Penal (“Infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa”), cuja pena é de detenção de um mês a um ano e multa. Os requerentes, entre eles, o deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG), alegaram que Bolsonaro contrariou as orientações do Ministério da Saúde ao defender publicamente o retorno da população às ruas e criticar o isolamento social preconizado pelas autoridades de saúde. Ele também estimulou e compareceu a uma manifestação em seu apoio sem máscara de proteção, em 15 de março, na qual cumprimentou apoiadores e manuseou celulares para tirar fotografias.

Segundo o vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques de Medeiros, responsável pelas análises e a quem cabe esse papel perante o STF, não há como imputar a Bolsonaro o crime de descumprimento de medida sanitária preventiva porque não havia uma ordem dessa natureza vigorando. Medeiros, segundo nota da PGR, considerou que 1) “não há notícia de prescrição, por ato médico, de medida de isolamento para o presidente da República”.; 2)à data dos fatos não havia restrição imposta pelas autoridades sanitárias federais a eventos e atividades a fim de evitar a propagação do coronavírus; e 3) o decreto editado pelo governo do Distrito Federal (40.520/2020), onde foi realizado o ato de 15 de março, não abrange manifestações políticas como a havida daquela data, mas somente eventos – “atividades recreativas, sociais, culturais, religiosas, esportivas, institucionais ou promocionais” – que “exijam licença do poder público”.

Fonte: Veja

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Destaques

Caixa lança site e aplicativo para solicitar auxílio emergencial de R$ 600

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Terão direito ao benefício, que será pago por até três meses, trabalhadores informais, desempregados, MEIs e contribuintes individuais do INSS, que cumpram requisito de renda média.

A Caixa Econômica Federal disponibilizou nesta terça-feira (7) o site e o aplicativo por meio do qual informais, autônomos e MEIs podem solicitar o auxílio emergencial de R$ 600. A Caixa detalha como serão feitos os pagamentos na manhã desta terça – assista AO VIVO no vídeo acima.

O aplicativo deve ser usado pelos trabalhadores que forem Microempreendedores Individuais (MEIs), trabalhadores informais sem registro e contribuintes individuais do INSS. Aqueles que já recebem o Bolsa Família, ou que estão inscritos no Cadastro Único, não precisam se inscrever pelo aplicativo. O pagamento será feito automaticamente. (Clique aqui para ver como saber se você está no Cadastro Único)

A Caixa também disponibilizou o telefone 111 para tirar dúvidas dos trabalhadores sobre o auxílio emergencial. Não será possível se inscrever pelo telefone, apenas tirar dúvidas. Na manhã desta terça, o G1 tentou contato, mas o sistema estava indisponível.

Página de abertura - solicitação de auxílio emergencial de R$ 600 — Foto: ReproduçãoPágina de abertura - solicitação de auxílio emergencial de R$ 600 — Foto: Reprodução

Página de abertura – solicitação de auxílio emergencial de R$ 600 — Foto: Reprodução

O benefício será pago a trabalhadores informais, autônomos e MEIs.

Será preciso se enquadrar em uma das condições abaixo:

  • ser titular de pessoa jurídica (Micro Empreendedor Individual, ou MEI);
  • estar inscrito Cadastro Único (CadÚnico) para Programas Sociais do Governo Federal até o último dia dia 20 de março;
  • cumprir o requisito de renda média (renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa, e de até 3 salários mínimos por família) até 20 de março de 2020;
  • ser contribuinte individual ou facultativo do Regime Geral de Previdência Social.

Além disso, todos os beneficiários deverão:

  • ter mais de 18 anos de idade;
  • ter renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa (R$ 522,50);
  • ter renda mensal até 3 salários mínimos (R$ 3.135) por família;
  • não ter recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018.
  • A mulher que for mãe e chefe de família, e estiver dentro dos demais critérios, poderá receber R$ 1,2 mil (duas cotas) por mês.

Na renda familiar, serão considerados todos os rendimentos obtidos por todos os membros que moram na mesma residência, exceto o dinheiro do Bolsa Família.

Fonte: G1

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