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Agronegócio

Robusta Amazônico CAMPEÃO é arrematado em leilão da ABIC por R$1.600 a saca!

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Cafeicultor de Alto Alegre dos Parecis vence concurso nacional de café

A 16° edição do Concurso Nacional da Associação Brasileira das Indústrias de Café (Abic) reuniu produtores de café de todo o País. Rondônia também marcou presença no concurso e não ficou de fora de concorrer e conquistar mais um título. Atualmente o Estado tem cerca de 22 mil produtores de café.

Dois cafeicultores de Rondônia participaram do concurso. Alex Marques de Lima, do município de Alto Alegre dos Parecis, ganhou o prêmio de primeiro lugar na categoria robusta/conilon.

“Foi uma emoção grande quando recebi a notícia que tinha vencido o prêmio. Minha vida inteira trabalhei na roça com o meu pai plantando café, tenho 30 anos de idade e é muito bom representar Rondônia nesse concurso, que já é realizado há 15 anos”, destacou Alex Lima. “Eu concorria apenas com o café arábica e pela primeira vez concorri com o robusta/conilon e fomos vencedores. Minha família já participou de outros concursos importantes como o Concafé de Rondônia e o Cofee Of The Yer, que aconteceu em Belo Horizonte e ficamos entre os 10 melhores e agora chegamos ao primeiro colocado de um concurso muito importante no País”, continuou. cafeicultor.

De acordo com a Abic, a novidade desse ano foi a ampliação do certame: a premiação e o reconhecimento de todo o café produzido no Brasil foi acrescentado desta vez o Origens do Brasil, ao nome do concurso que divulgou a diversidade de aromas e sabores dos cafés do Brasil, em duas categorias, arábica e robusta-conilon.

PARTICIPAÇÃO

Participaram produtores de café da safra 2019 por microlotes de duas sacas de 60 Kg de cafés beneficiados, cada região poderia inscrever até três microlotes de cafés característicos da região.

As amostras de café foram avaliadas entre os dias 04 e 05 de fevereiro, por um júri técnico de especialistas em analise sensorial, o método utilizado foi o do Programa de Qualidade do Café (PQC) da Abic.

vencedor do premio da Abic, na colheita do café robusta/conilon

De acordo com engenheiro agrônomo e Q Robusta Grader (especialista em degustação de café robusta), Janderson Dalazen, a Família Lima do município de Alto Alegre dos Parecis é exemplo para o Estado na produção de café de qualidade, é uma das pioneiras nessa linha, desde o início das ações de promoção da qualidade do café eles são parceiros e estiveram ela é parceira e esteve entre as melhores em várias edições no concurso Concafé.

“Esse é o resultado de um trabalho feito com qualidade. Rondônia fica muito feliz com essa conquista, vai dá ainda mais visibilidade para o nosso produtor e mostrar a qualidade do nosso café”, destacou Janderson Dalazen.

O especialista Janderson ainda disse que a Abic está de parabéns com a inovação inserindo essa categoria Conilon/Robusta, no concurso nacional. “Foi um diferencial que por muitos anos apenas o arábica foi visto como um café com qualidade que se destacava nesse concurso”, disse.

Segundo o secretário da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), Evandro Padovani, este concurso é muito conhecido e conceituado no Brasil. “Rondônia mais uma vez se destaca em primeiro lugar com seu produto de qualidade. Parabenizo a família Lima por levar o nome do nosso estado no ranking de primeiro colocado. Rondônia é o terceiro maior produtor de café robusta do Brasil e o maior da região Norte, já somos conhecidos neste setor, trabalhamos firmes para aumentar ainda mais esse crescimento”, comentou Padovani.

LEILÃO

O concurso de Café da Abic é realizado através de leilão online, com o objetivo de facilitar a compra e venda do café dando mais oportunidade para os produtores comercializarem seus produtos.

No final do leilão o café robusta de Rondônia foi arrematado por R$ 1.

Fonte
Texto: Antonia Lima
Fotos: Renata Silva, Daiane Mendonça e assessoria Seagri
Secom – Governo de Rondônia

Robusta Amazônico

Confira o que ele falou sobre esse resultado.

☕🌳🏆 Robusta Amazônico CAMPEÃO é arrematado em leilão da ABIC por R$1.600 a saca!

☕🌳🏆 Robusta Amazônico CAMPEÃO é arrematado em leilão da ABIC por R$1.600 a saca! 💰💰👉🏼 Um dos cafés mais cobiçados do leilão deixou os rondonienses muito felizes. Confira o depoimento do Alex Lima, campeão do 16° Concurso Nacional ABIC de Qualidade do café – Origens do Brasil, categoria robusta/conilon. Ele representou a região MATAS DE RONDÔNIA 🌳☕👇🏼 O jovem vencedor, Alex Lima, cuida com dedicação, juntamente com seu pai e família da lavoura, em Alto Alegre dos Parecis – Rondônia. Confira o que ele falou sobre esse resultado.

Posted by Robusta Amazônico on Wednesday, February 12, 2020

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Agronegócio

Rondônia colhe quase 1 milhão de toneladas de milho na safra 2020, diz governo

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Produção cresceu 25% de 2018 para 2019. Em comparação com levantamento da Conab, passa de um milhão de toneladas do grão coletados na safra 2019/2020.

Rondônia colhe 954,2 mil toneladas de milho na safra 2020. — Foto: Aprosoja-MS/Divulgação

Rondônia colheu 954,2 mil toneladas de milho na safra 2019/2020, o que o classifica como o segundo maior produtor do Norte. O governo do Estado revela que o grão para a região é o segundo produto agrícola que tem o maior Valor Bruto de Produção (VBP), com estimativa de R$ 855 milhões. A produção do milho no estado cresceu 25% de 2018 para 2019, ainda conforme o executivo.

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Agronegócio

Mais de mil produtores da agricultura familiar de Rondônia vão atender ao Programa de Aquisição de Alimentos

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O PAA Federal vai atender municípios com maiores índices de famílias em vulnerabilidade alimentar e nutricional

O Estado de Rondônia foi contemplado com o recurso de R$ 2.925 milhões, do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA – Federal), provenientes do Ministério da Cidadania (MC), cuja execução é realizada pela Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), através da Coordenadoria da Agricultura Familiar da Seagri (Cafamiliar), para atender municípios de Rondônia com maiores índices de famílias em vulnerabilidade alimentar e nutricional, que constam no Ministério da Agricultura (Mapa/Insan 2018).

Com este novo recurso, 151 entidades socioassistenciais do Estado que atendem idosos, refugiados, moradores de rua, crianças, grupos familiares nos municípios, entre outros, serão beneficiadas com a entrega de alimentos produzidos por 1.050 produtores cadastrados para comercializarem seus produtos através do PAA Federal, em 25 municípios de Rondônia.

Este é um repasse emergencial de recursos federais, voltados à execução de ações socioassistenciais e estruturação de rede no âmbito dos estados, Distrito Federal e municípios, devido à situação de emergência em saúde pública de importância internacional decorrente da pandemia do coronavírus (Covid-19) que afetou a maioria da população mundial, incluindo o Brasil.

O PAA Federal é realizado na modalidade compra e doação simultânea, ou seja, o produtor rural comercializa seus produtos e imediatamente, a entidade cadastrada recebe os produtos adquiridos e a equipe da Seagri acompanha todo o processo, desde a entrega do produto até a elaboração da refeição ou distribuição da alimentação às famílias necessitadas.

De acordo com o secretário da Seagri, Evandro Padovani, este recurso chegou em ótimo momento. “Vai gerar renda básica para mais de mil famílias da agricultura familiar, além de auxiliar as famílias que necessitam de alimentos, e estamos buscando junto ao Ministério da Cidadania, ainda para este ano, novos recursos complementares ao PAA Federal, pois a demanda é crescente, principalmente nessa situação que estamos passando de pandemia”, disse.


Fonte
Texto: Sara Cicera
Fotos: Rinkon Martins e Arquivo Seagri
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Preço do leite dispara nos mercados de RO devido à estiagem e aumento no consumo durante a pandemia

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Emater defende que planejamento é alternativa para aumento do lucro dos produtores nos períodos de seca.

Pixabay/Couleur

O aumento repentino e significativo no preço do leite nas prateleiras dos supermercados tem chamado a atenção dos consumidores e virou assunto nas redes sociais. Em alguns estabelecimentos do estado, a caixa de 1 litro do leite UHT chega a custar R$ 5.

A equipe de reportagem conversou com o diretor técnico da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater), Anderson Kühl, para entender os motivos da elevação dos preços.

Conforme Anderson, a “culpa” pela alta do leite envolve uma combinação de fatores, como o aumento do consumo em meio à pandemia e a redução na importação do Uruguai e Argentina, o que gerou maior demanda sobre o leite brasileiro.

Por outro lado, a produção estadual caiu com o período de estiagem em Rondônia. Com menos chuva, a pastagem seca e o gado tem menos acesso a alimento. A consequência do aumento do custo de produção e menos leite disponível no mercado é a pressão sentida no preço pago pelo consumidor final.

“No período das águas para nós aqui de Rondônia, de outubro a abril, é onde nós concentramos o maior volume de capim em quantidade e qualidade. No período de maio a setembro é o período onde tem uma queda de 90% na quantidade e na qualidade. Como diminui a qualidade do capim e a quantidade ofertada dos animais, a produtividade do animais é baixa. Porque você tem uma quantidade de volumoso que é ingerido por dia”, diz o diretor

Produção em Rondônia
Conforme a Emater, as duas maiores bacias leiteiras do estado ficam na região de Jaru/Ouro Preto do Oeste e Nova Mamoré. A maior parte dos laticínios se concentra na região central.

Segundo o diretor técnico, o mercado em Rondônia se baseia muito no preço dos produtos e, por isso, no ano passado havia uma tendência de queda no número de produtores, mas com a valorização do produto neste ano, muitos reingressaram na cadeia produtiva.

Cerca de 70% da produção de leite em Rondônia é transformada em queijo mussarela e abastece os mercados de São Paulo e Amazonas. O restante é consumido internamente, principalmente como leite fluido (caixinha ou barriga mole).

Momento bom para o produtor?
Quem não fez planejamento está com um custo de produção maior e não consegue aproveitar o momento de alta nos preços pagos pelos laticínios.

“Está sendo bom para aqueles produtores que tiveram planejamento estratégico e se organizaram pra esse período da seca. Produziram uma silagem de milho, armazenaram e tem o que tratar o animal, ou mesmo um capim elefante cortado, triturado pra fornecer no coxo”, explica Anderson.

Atualmente, o preço pago pelos laticínios aos pequenos produtores está na média R$ 1,80. Até o início do ano, o valor girava em cerca de R$ 1.

Projeções
Kühl acredita que há a possibilidade de uma leve queda de aproximadamente 15% no preço do leite a partir de outubro, com o início do período chuvoso e melhor oferta de pasto. Entretanto, a normalização só deve ocorrer em janeiro.

No último dia 2 de setembro, o governo do estado publicou um decreto que aumenta a taxação de imposto sobre o leite de outros estados e diminui a carga sobre a produção local.

Anderson sugere que os produtores se planejem para a próxima seca em 2021 para conseguir aproveitar o cenário de preços melhores.

“Mais a questão de comprar insumos estrategicamente, porque hoje se tem um milho a quase R$ 70 o saco e esse milho já custou R$ 35 em janeiro. Então o produtor tem que se habituar a fazer compras estratégicas, em grupo e procurar diminuir os custos internos, da porteira pra dentro”, aconselhou.

Fonte: G1 RO

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