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Agronegócio

Crédito rural: Câmara aprova texto-base da MP do Agro

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Os destaques sugeridos por parlamentares devem ser analisados em sessão extraordinária nesta quarta-feira, 12; entenda a medida

Foto: Pixabay/montagem

Por 329 a 58 votos, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira, 11, o texto-base da medida provisória 897 de 2019, a chamada de MP do Agro. Em seguida, o presidente da Casa, Rodrigo Maia, encerrou a sessão e convocou parlamentares para votarem os destaques em sessão extraordinária marcada para esta quarta-feira, 12.

A deputada federal Doutora Soraya Manato (PSL-ES) afirmou que a medida busca modernizar o setor de crédito rural. “A MP apresenta ações para ampliar as garantias ao crédito e também apresenta medidas que visam expandir o financiamento do agronegócio com recursos livres e ação do mercado de capitais”, defendeu.

O deputado federal Vinicius Poit (Novo-SP) disse que as medidas vão baixar os juros para o setor ao facilitar, flexibilizar e ampliar o crédito rural.

Poit também destacou os incentivos aos produtores de grãos. “A MP 897 vai permitir o crédito não só para a semente, que é importante; não só o crédito para o armazém, para armazenar os grãos, que é importante; mas também para a conectividade, para construir infraestrutura, para levar tecnologia para o campo e aumentar ainda mais a eficiência e a capacidade do produtor rural brasileiro”, afirmou.

Oposição tentou obstruir votação

No início da noite, a oposição chegou a pedir a obstrução da pauta.  De acordo com o deputado federal Bohn Gass (PT-RS), a participação de bancos privados no crédito rural, prevista na MP, enfraquece os bancos públicos. O parlamentar afirmou ainda que não está claro se os subsídios voltados ao agricultor familiar serão ampliados para os grandes produtores.

A líder da minoria, deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ), disse que é preciso mais tempo para rediscutir as alterações feitas pela comissão mista que analisou a MP.

O que é a MP do Agro?

A medida prevê várias mudanças relacionadas ao crédito rural, como um fundo de garantia para empréstimos, linhas de subvenção para construção de armazéns de cereais e aperfeiçoamento de regras de títulos rurais.

Segundo o projeto de lei de conversão do deputado Pedro Lupion (DEM-PR), não haverá limite para a participação de produtores rurais em um fundo, que contará ainda com cotas dos credores. Poderá haver vários fundos, chamados de Fundos Garantidores Solidários (FGS), contanto que cada um deles tenha um mínimo de dois devedores, contribuindo com 4% dos saldos devedores. Igual percentual incidirá para os credores. Caso exista um garantidor da dívida (um banco, por exemplo), sua contribuição será de 2% do saldo devedor.

A perspectiva do governo é estimular a concessão de créditos por bancos privados devido a uma maior garantia. Desde que se mantenha a proporção das cotas entre essas categorias (devedor, credor e garantidor), os percentuais poderão ser aumentados.

Bohn Gass destacou como ponto positivo da MP a possibilidade de o agricultor reservar uma parte do seu terreno para oferecer ao banco como garantia do empréstimo. “Isolar uma área para ser usada para facilitar a liberação do crédito é um aspecto interessante”, disse.

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 Fonte: Agência Brasil

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Agronegócio

Abate de Bovinos cai e o de Suínos e Frangos sobem no último Trimestre de 2019

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Foram 8,04 milhões de bovinos abatidos no quarto trimestre do ano passado

O abate de bovinos caiu 1,8% e o de suínos e frangos subiu 6,1% e 2,8%, respectivamente, no último trimestre de 2019, em comparação com o mesmo período do ano anterior, de acordo com os resultados preliminares da Estatística da Produção Pecuária, divulgado pelo IBGE. Já em relação ao terceiro trimestre de 2019, o abate de bovinos reduziu 5,4%, o de frangos caiu 1% e o de suínos subiu 1,5%.

Os dados completos da pesquisa, incluindo o fechamento do ano e os resultados regionais, serão apresentados em 19 de março.

No último trimestre do ano passado, foram abatidas 8,04 milhões de cabeças de bovinos, com uma produção total de 2,08 milhões de toneladas de carcaças, uma alta de 5,1% em relação ao trimestre anterior e de 0,5% em comparação com o quarto trimestre de 2018.

O abate de suínos alcançou 11,87 milhões de cabeças, chegando ao peso acumulado das carcaças de 1,06 milhão toneladas, com altas de 7,8% em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior e de 0,4% em relação ao 3° trimestre de 2019.

Já o abate de frangos chegou a 1,46 bilhão de cabeças, com peso acumulado de 3,36 milhões de toneladas. Na comparação trimestral, o número representou queda de 2,6% e, frente ao último trimestre de 2018, o acréscimo foi de 0,8%.

A aquisição de leite cru feita pelos estabelecimentos que atuam sob inspeção sanitária municipal, estadual ou federal foi de 6,64 bilhões de litros no último trimestre de 2019, uma queda de 0,9% em relação ao mesmo período do ano anterior, mas um aumento de 5,5% com o terceiro trimestre do ano.

Já a produção de ovos de galinha bateu outro recorde ao alcançar 981,54 milhões de dúzias, um crescimento de 1,7% na comparação trimestral e de 4,3% na anual.

A pesquisa mostra ainda que os curtumes que trabalham com, pelo menos, cinco mil unidades inteiras de couro por ano receberam 7,88 milhões de peças no quarto trimestre do ano passado. Essa quantidade foi 12,4% menor na comparação com o mesmo período de 2018 e 8,2% menor do que a registrada no terceiro trimestre do ano passado.

Fonte: Agro Rondônia

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Agronegócio

Governo encaminha projeto de fábrica de gelo para piscicultura

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Fábrica de gelo em escama deve atender o setor de piscicultura em Rondônia

Em reunião na sexta-feira (14) com o secretário de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Jorge Seif Junior, em Brasília, o governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha, encaminhou pedido para aquisição de uma fábrica de gelo em benefício da piscicultura estadual.

A crescente produção de pescado no estado amazônico foi objeto da demanda, para que seja construída uma unidade de fabricação de gelo em escamas em um município rondoniense. Inicialmente, a ideia é que a fábrica de gelo seja em um município no centro da produção para atender a produtores locais e de regiões vizinhas.

O coronel Marcos Rocha explicou que, desta forma, mais peixes podem ser comercializados e vai estimular incremento de produção.

“A piscicultura é uma bandeira de Rondônia há anos, e todos podem ver o quanto este negócio é importante para o pequeno, médio ou grande produtor, para o nosso Estado e para o Brasil”, disse.

Seif apoiou o projeto e explicou que há alguns anos o MAPA está evitando fomentar as fábricas, pois diversos projetos não foram implementados corretamente. “Vimos vários projetos fora da realidade local e os custos de energia elétrica e água inviabilizaram o uso. Além disso, é necessário avaliar o valor de manutenção que também pode ser suficiente para o produtor não usar o empreendimento”, afirmou. Para o secretário a maioria das fábricas virou um elefante branco que não tem mais utilidade.

O governador propôs que a Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri) possa concluir o estudo de viabilidade da fábrica alinhada com a real necessidade da produção. “A Seagri tem estimulado há muito tempo a produção de pescados e vai ser extremamente precisa nos números”, definiu.

O secretário Jorge Seif orientou que, junto a estes dados, o governo esteja atento ao período no qual será aberto o cadastro de projetos do Sistema de Convênios do Governo Federal (Siconv). Seif ainda pediu para que, simultaneamente, o governador verifique a possibilidade de que parlamentares indiquem emendas para a construção da fábrica, pois os recursos do Ministério foram diminuídos em 2020.

Ainda no encontro, o secretário de Aquicultura do Mapa afirmou que no mês de setembro será realizada mais uma edição do evento de distribuição de tambaqui rondoniense na esplanada.

Rondônia tem área superior a 15.800 hectares de espelhos de água com produção superior a 95 mil toneladas por ano.

Também participaram da reunião o secretário-chefe da Casa Militar, Coronel Valdemir Góes, e a assessora da Secretaria de Aquicultura e Pesca, Danielle Blanc.

Fonte
Texto: Alex Nunes
Fotos: Alex Nunes
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Raio mata 5 cabeças de gado em Ministro Andreazza, RO

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Proprietário diz que bois estavam tentando se proteger da chuva; prejuízo estimado é de R$ 8 mil. Sipam diz que é comum na Amazônia.

Foto: Reprodução/Admilson José da Costa

Cinco bois morreram após serem atingidos por um raio na tarde de domingo (16), em Ministro Andreazza (RO), a 476 quilômetros de Porto Velho. O proprietário dos animais, Admilson José da Costa, conta que os bois estavam se protegendo da chuva quando foram atingidos.

“Os bois estavam debaixo de um pé de manga quando o raio caiu. Perdemos cinco cabeças”, diz o produtor. Segundo ele, o prejuízo financeiro foi de de R$ 8 mil, em média.

Admilson diz que não é a primeira vez que bois dele morrem após serem atingidos por raio. “Há 14 anos perdemos 24 cabeças de gados. Mas dessa vez eles não estavam de baixo da árvore, mas na beira da cerca”, relembra.

Ao G1, o meteorologista Marcelo Gama, do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), informou ser comum nesta época do ano ter um número maior de raios, mas não são contabilizados.

“Não temos sensores para contabilizar o número de raios na região, mas nesse período de chuva é muito comum essas descargas elétricas. É uma situação comum em toda a Amazônia”

Fonte: G1 RO

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