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Agronegócio

Governo de Rondônia entrega mais de 12 mil mudas de café clonal

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Produtores do município de Candeias do Jamari recebem mais de 12 mil mudas de café clonal

O governo de Rondônia entregou mais de 12 mil mudas de café clonal para agricultores rurais do município de Candeias do Jamari, durante solenidade realizada na quinta-feira (16). Foram entregues aos agricultores mudas clonais de café do grupo robusta, cultivar conillon, de alta produtividade.

Essa ação do governo tem o objetivo desenvolver a agricultura familiar, aumentar a renda dos pequenos produtores rurais e incentivar a permanência do homem no campo, além de melhorar as condições de produção. Cerca de oito cafeicultores da agricultura familiar do município foram beneficiados.

A ação faz parte do programa “Plante Mais”, que visa fortalecer a cafeicultura em Rondônia. O aumento do consumo de café no Brasil fez crescer o interesse dos agricultores pelo plantio de cafeeiros, em praticamente todos os municípios. Candeias do Jamari não dispõe de recursos orçamentários para a aquisição de mudas clonais de café para atender a grande quantidade de agricultores familiares interessados no cultivo dessa atividade. Para ajudar o município, as mudas adquiridas e disponibilizadas pelo governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), irão contribuir para amenizar a dificuldade no atendimento a esses produtores rurais.

“Realmente nós estávamos precisando desta ida até o homem do campo e desenvolver o setor exatamente como é preciso. A agricultura é que sustenta nossa cidade, o brasil inteiro e o mundo. E nós queremos fortalecer a nossa agricultura local, com o plantio de café, cacau e muito mais. Temos trabalhado muito para nosso município e vamos continuar”, disse o prefeito de Candeias do Jamari, Lucivaldo Fabrício de Melo.

Produtor recebe das mãos do secretario de Agricultura, Evandro Padovani, mudas de café clonal

De acordo com o secretário da Seagri, Evandro Padovani, a aquisição de mudas clonais é uma estratégia do governo de Rondônia para revitalizar as lavouras cafeeiras em todo o Estado. O objetivo é substituir as lavouras convencionais formadas a partir de mudas feitas por sementes, que apresentam produtividade baixa, em torno de 25 a 30 sacas por hectares, por lavouras modernas, implantadas com mudas clonais, com manejo tecnológico adequado, cuja produtividade gira em torno de 80 a 100 sacas por hectare.

“Agora é hora de plantar café. Nosso objetivo é potencializar os agricultores deste setor. Essas mudas precisam ser plantadas o mais rápido possível, com carinho, cuidado e orientação técnica. O governador coronel Marcos Rocha tem se dedicado muito em apoiar o setor produtivo, e muitas coisas boas virão ainda nesse ano da agricultura, em parceria com as prefeituras para benefícios dos produtores”, relatou Evandro Padovani durante a solenidade de entrega.

A assistência técnica para o plantio das mudas de café podem ser solicitadas através da Entidade Autárquica de Assistência técnica e Extensão Rural (Emater-RO), que visa ajudar na coleta de solo para análises, espaçamento adequado de plantio, entre outras dificuldades que podem surgir aos produtores.

Todas essas mudas para chegar até o produtor foram atestadas pela Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron), sendo livres de nematoides e doenças.

Fonte
Texto: Seagri
Fotos: Rinkon Martins e Daiane Mendonça
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Governo encaminha projeto de fábrica de gelo para piscicultura

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Fábrica de gelo em escama deve atender o setor de piscicultura em Rondônia

Em reunião na sexta-feira (14) com o secretário de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Jorge Seif Junior, em Brasília, o governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha, encaminhou pedido para aquisição de uma fábrica de gelo em benefício da piscicultura estadual.

A crescente produção de pescado no estado amazônico foi objeto da demanda, para que seja construída uma unidade de fabricação de gelo em escamas em um município rondoniense. Inicialmente, a ideia é que a fábrica de gelo seja em um município no centro da produção para atender a produtores locais e de regiões vizinhas.

O coronel Marcos Rocha explicou que, desta forma, mais peixes podem ser comercializados e vai estimular incremento de produção.

“A piscicultura é uma bandeira de Rondônia há anos, e todos podem ver o quanto este negócio é importante para o pequeno, médio ou grande produtor, para o nosso Estado e para o Brasil”, disse.

Seif apoiou o projeto e explicou que há alguns anos o MAPA está evitando fomentar as fábricas, pois diversos projetos não foram implementados corretamente. “Vimos vários projetos fora da realidade local e os custos de energia elétrica e água inviabilizaram o uso. Além disso, é necessário avaliar o valor de manutenção que também pode ser suficiente para o produtor não usar o empreendimento”, afirmou. Para o secretário a maioria das fábricas virou um elefante branco que não tem mais utilidade.

O governador propôs que a Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri) possa concluir o estudo de viabilidade da fábrica alinhada com a real necessidade da produção. “A Seagri tem estimulado há muito tempo a produção de pescados e vai ser extremamente precisa nos números”, definiu.

O secretário Jorge Seif orientou que, junto a estes dados, o governo esteja atento ao período no qual será aberto o cadastro de projetos do Sistema de Convênios do Governo Federal (Siconv). Seif ainda pediu para que, simultaneamente, o governador verifique a possibilidade de que parlamentares indiquem emendas para a construção da fábrica, pois os recursos do Ministério foram diminuídos em 2020.

Ainda no encontro, o secretário de Aquicultura do Mapa afirmou que no mês de setembro será realizada mais uma edição do evento de distribuição de tambaqui rondoniense na esplanada.

Rondônia tem área superior a 15.800 hectares de espelhos de água com produção superior a 95 mil toneladas por ano.

Também participaram da reunião o secretário-chefe da Casa Militar, Coronel Valdemir Góes, e a assessora da Secretaria de Aquicultura e Pesca, Danielle Blanc.

Fonte
Texto: Alex Nunes
Fotos: Alex Nunes
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Raio mata 5 cabeças de gado em Ministro Andreazza, RO

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Proprietário diz que bois estavam tentando se proteger da chuva; prejuízo estimado é de R$ 8 mil. Sipam diz que é comum na Amazônia.

Foto: Reprodução/Admilson José da Costa

Cinco bois morreram após serem atingidos por um raio na tarde de domingo (16), em Ministro Andreazza (RO), a 476 quilômetros de Porto Velho. O proprietário dos animais, Admilson José da Costa, conta que os bois estavam se protegendo da chuva quando foram atingidos.

“Os bois estavam debaixo de um pé de manga quando o raio caiu. Perdemos cinco cabeças”, diz o produtor. Segundo ele, o prejuízo financeiro foi de de R$ 8 mil, em média.

Admilson diz que não é a primeira vez que bois dele morrem após serem atingidos por raio. “Há 14 anos perdemos 24 cabeças de gados. Mas dessa vez eles não estavam de baixo da árvore, mas na beira da cerca”, relembra.

Ao G1, o meteorologista Marcelo Gama, do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), informou ser comum nesta época do ano ter um número maior de raios, mas não são contabilizados.

“Não temos sensores para contabilizar o número de raios na região, mas nesse período de chuva é muito comum essas descargas elétricas. É uma situação comum em toda a Amazônia”

Fonte: G1 RO

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Agronegócio

Idaron apresenta balanço das ações executadas para suspensão da vacina contra febre aftosa

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A Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron) apresentou balanço das ações executadas com recursos do Fundo Estadual de Sanidade Animal (Fesa-RO), frente ao projeto de suspensão da vacinação contra febre aftosa, de acordo com o Plano Estratégico do Programa Nacional de Prevenção e Erradicação da Febre Aftosa (Pnefa), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

O diretor executivo, Licério Correa Soares Magalhães explicou que foram cumpridas todas as 102 ações apontadas pelo Pnefa, com recursos de fontes próprias, na folha de pagamento dos servidores e com capital do fundo, com os seguintes investimentos: construção e melhoria das instalações físicas dos postos de fiscalização, aquisição de equipamentos de informática, veículos e equipamentos de videomonitoramento em ramais na divisa entre os estados do Mato Grosso e Rondônia.

Além disso, o diretor descreveu que foram feitos acordos de cooperação com a Polícia Militar do Estado de Rondônia para um controle mais rigoroso nas divisas de Rondônia, com a efetivação da retirada da vacina contra febre aftosa e o desenvolvimento de software para facilitar a interação dos produtores com os serviços da Idaron.

O presidente da Idaron, Júlio Cesar Rocha Peres destacou que normalmente o setor privado demanda o setor público, mas que nessa ação, o setor público já cumpriu 100% das ações de sua responsabilidade. “A partir de agora cabe a organização do setor produtivo (pecuarista, comércio e indústria), para manutenção de um fundo privado que apoie às ações da Agência. É fundamental para Rondônia, principalmente neste novo cenário, em que avançamos para a suspensão da vacina. É uma exigência do Ministério”, pontua o presidente.

De acordo com Mapa, a participação do setor produtivo por um fundo emergencial privado é um pilar importante e fundamental na construção do sistema de defesa sanitária animal no Estado e no avanço da erradicação da febre aftosa. “O fundo se faz importante como um mecanismo rápido e ágil para apoiar e dar garantias às intervenções zoossanitárias, especialmente em um Estado onde a pecuária representa importante fonte de riqueza econômica e social”, ressalta o Ministério, em nota.

Julio Cesar explica que as limitações e burocracias para a utilização do recurso público, no caso de uma emergência sanitária, eleva a importância da parceria e do entendimento que deve existir entre produtores e indústria, para que o processo funcione.

“Uma das metas a serem alcançadas para a retirada da vacina é a participação efetiva de um fundo privado, contudo, ainda não temos pacificado a forma de contribuição em favor deste fundo. Por isso organizamos a cadeia produtiva, orientamos, trouxemos para discussão e estabelecemos até o dia 19, terça-feira da próxima semana, para que a indústria faça um manifesto formal quanto à adesão de contribuir em favor do fundo privado de apoio às ações de defesa sanitária”, explicou.

Fonte
Texto: Dhiony Costa e Silva e Toni Francis
Fotos: Daiane Mendonça
Secom – Governo de Rondônia

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