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Politica

Bolsonaro convida Regina Duarte para a Secretaria da Cultura

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Segundo aliados do presidente, atriz ficou de responder nos próximos dias.

A atriz Regina Duarte foi convidada para assumir a secretaria de Cultura do governo federal após a demissão de Roberto Alvim, exonerado nesta sexta-feira (17) após divulgar vídeo com discurso com referências nazistas. A informação é do jornal O Estado de S. Paulo.

Duarte já havia sido convidada para integrar o governo federal no início de 2019, mas recusou a oferta. Ainda segundo a reportagem, a atriz ainda não respondeu o convite.

Fonte: r7

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Legislativo

Vereador Dário Moreira, agradece a dep Jaqueline Cassol, por estar encaminhado 300.000,00

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O Vereador Dário Moreira, em sessão Ordinária da Câmara Municipal de Alta Floresta agradeceu a deputada federal Jaqueline Cassol, por estar encaminhado 300.000,00 para a realização de cirurgias eletivas em nosso município e parabeniza a nobre deputada pelo recurso encaminhado ao governo do estado para a realização de um grande mutirão de cirurgias de cataratas que já se iniciou em nosso Estado de Rondônia.

Fonte: Assessoria

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Destaques

Brasil estuda construir usina hidrelétrica binacional em Guajará-Mirim

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Diretor de Itaipu disse que obra seria feita no Rio Mamoré

Foto: Nilton Rolin/Itaipu

O Brasil estuda construir uma usina hidrelétrica binacional com a Bolívia. O projeto seria no Rio Mamoré, acima do município de Guajará-Mirim (RO), contando com experiência e investimentos de Itaipu. A possibilidade foi comentada nesta sexta-feira (14) pelo diretor-geral brasileiro de Itaipu, general Joaquim Silva e Luna, durante solenidade de comemoração da geração recorde de 2,7 bilhões de megaWatts/hora (MW/h) produzidos desde o início de sua operação, em 1984.

“Ela [a nova usina] vai ser necessária. Itaipu pode servir de referência, inclusive de relações [internacionais], que é uma construção de longo prazo. Itaipu pode ajudar muito se for tomada essa decisão. A previsão é que sejam duas hidrelétricas, de 5 mil MW a 6 mil MW [no total]. O Brasil precisa de energia segura. A engenharia diplomática para fazer uma construção dessas não é pequena. É tão complexa quanto é a engenharia para fazer a obra”, disse Silva e Luna.

Em termos de comparação, Itaipu tem potência de 14 mil MW. Segundo o general, Itaipu poderia ser o agente brasileiro na futura usina binacional com a Bolívia. “Se houver isso aí, Itaipu tem muito a contribuir. Na hora em que for decidido, estamos prontos. A programação financeira seria a parte menos complexa a se fazer. Havendo essa demanda, Itaipu está em condições de se debruçar sobre essa hipótese. A interconexão energética do continente é irreversível. É questão de tempo”, disse Silva e Luna.

Dentro de três anos, Itaipu terá quitada a dívida para a construção da usina, o que vai liberar cerca de US$ 2 bilhões por ano, metade para o Paraguai e metade para o Brasil, que passará a contar com US$ 1 bilhão para investimentos, cerca de R$ 4,3 bilhões. O dinheiro, segundo o general, poderia ser aplicado na construção da usina binacional, se for o caso, ou em melhorias na usina de Itaipu.

Custo

O diretor-técnico executivo de Itaipu, Celso Villar Torino, estimou em cerca de US$ 5 bilhões o valor de construção da usina binacional com a Bolívia, tomando-se em conta o valor das grandes usinas recentes.

“Teria que fazer uma análise detalhada do local, mas as grandes usinas, como referência, custaram cerca de US$ 5 bilhões. O Brasil tem mercado crescente [de energia]. Uma hidrelétrica de 5 mil MW a 6 mil MW, não há dúvida, que o país tem mercado para absorver”, disse Torino. Segundo ele, a conexão da futura usina poderia ser feita utilizando a linha das usinas de Jirau e Santo Antônio, ou construindo outras linhas de transmissão.

Anexo C

Em 2023, haverá a revisão do Anexo C do Tratado de Itaipu, de abril de 1973, que trata das bases de comercialização da energia gerada pela hidrelétrica. Atualmente, o Paraguai é obrigado a vender para o Brasil a parte de sua produção que não consome. A energia de Itaipu abastece 85% da demanda paraguaia, vendendo para o Brasil 35% do total da produção paraguaia.

De acordo com o general Silva e Luna, a questão está sendo bem conduzida e não deverá causar maiores problemas: “Teremos um grupo de trabalho único binacional. Se chega [a um consenso] através de conversa, diálogo, convencimento. Eu vejo isto com total otimismo”.

Outro assunto abordado foi o possível aumento do nível do reservatório, em um metro de altura, a fim de conferir maior estabilidade e potência. A obra custará cerca de R$ 4 milhões e não deverá causar impacto ambiental de alagamento além das terras da própria usina. Além disso, haverá, a partir do segundo semestre deste ano, a modernização de cada uma das 20 unidades geradoras onde ficam as turbinas, a um custo de US$ 700 milhões.

Cada unidade é responsável pela geração aproximada de 5% do total e deverá ficar parada até seis meses. No total, o processo vai durar 14 anos e será feita uma licitação internacional para a realização da modernização.

Recorde

A produção recorde de 2,7 bilhões de MWh, atingida nesta sexta-feira coloca Itaipu como a maior usina hidrelétrica do mundo em produção, superando até a gigantesca usina chinesa de Três Gargantas. O feito foi comemorado pelos diretores e funcionários da usina em solenidade que reuniu brasileiros e paraguaios.

O diretor-geral paraguaio de Itaipu, Ernst Bergen, destacou a colaboração de todos os funcionários da usina para o atingimento da meta. “Refletindo sobre o passado e olhando adiante, os paraguaios e brasileiros, como países-irmãos, têm sido capazes de construir uma hidroelétrica que hoje é a número um no mundo em produção de energia acumulada, a número um em produção de energia por ano, a número um em eficiência”, disse Bergen.

Silva e Luna também salientou a parceria entre os países para os resultados da usina: “Este potencial está colocado à nossa disposição, em proveito do desenvolvimento e bem estar de nossos povos. É um aprendizado contínuo, que une cada vez mais o Brasil e o Paraguai. Olhando para o futuro, vamos preparar nossa empresa para chegar em 2023 em condições de tratar dos novos arranjos financeiros do tratado, podendo trazer ainda mais benefícios para os nossos povos”.

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Fonte: Agência Brasil

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Politica

Governo de Rondônia cria cinco novos colégios militares e fortalece mobilidade na educação

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A criação dos colégios militares é um pedido da população,” ressaltou Marcos Rocha.

Na manhã da segunda-feira (17), o governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha, assinou os decretos de criação de cinco unidades do Colégio Tiradentes da Polícia Militar (CTPM), por transformação de escolas estaduais em colégios militares, e realizou a entrega oficial 15 veículos para a Secretaria Estadual de Educação (Seduc). “A criação dos colégios militares é um pedido da população,” ressaltou Marcos Rocha.

Com a assinatura dos decretos foram transformadas em novas Unidades do Colégio Tiradentes da Polícia Militar (CTPM), a Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Padre Ezequiel Ramin, em Alta Floresta do Oeste; Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio 28 de Novembro, em Ouro Preto do Oeste; Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, em Cacoal; Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Alkindar Brasil de Arouca, em Guajará-Mirim; Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Raimundo Cantanhede, em Jaru.

Para o governador Marcos Rocha, que foi professor do Colégio Tiradentes da Polícia Militar (CTPM), em Porto Velho, a implementação das escolas militares no Estado é uma forma de contribuir de forma efetiva com a educação por meio da introdução da disciplina. “Eu sempre digo que sem ordem não há progresso, isso está estampado na nossa bandeira, a bandeira do Brasil. Eu vejo o colégio militar como uma outra forma de você educar, a gente não pode desmerecer a educação tradicional, é claro! Mas temos que entender que o colégio militarizado, para aquelas crianças que gostam da área, não é um internato. Mas, sim, uma forma de receber o professor em pé, de prestar continência, de saber que entre os alunos também têm hierarquia. Isso é bom para o Brasil, é bom para o nosso Estado, é bom para as famílias,” explicou.

O Estado conta com oito colégios militares em funcionamento, sendo sete administrados pela Polícia Militar (Colégio Tiradentes) e um pelo Corpo de Bombeiro (Dom Pedro II). As unidades se concentram nos municípios de Porto Velho, distrito de Jaci-Paraná, Ariquemes, Ji-Paraná, Vilhena e Rolim de Moura.

O secretário da Seduc, Suamy Vivecananda Lacerda Abreu, disse que as escolas militares têm o fortalecimento da educação pela organização e disciplina. “Queremos levar a mesma qualidade de ensino das escolas militares para as escolas tradicionais. Cuidaremos de nossos filhos com a missão de levar a melhor educação para todos de Rondônia”.

15 veículos foram entregues para fortalecer as ações da Seduc

Durante a solenidade, o governador coronel Marcos Rocha entregou para o secretário da Seduc as chaves de 15 veículos utilitários que serão distribuídos para o monitoramento dos programas Educacionais; Conselho de Alimentação Escolar do Estado de Rondônia (Caero); Conselho de Acompanhamento e Controle Social do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) (Cacs) e para a Comissão de Fiscalização da Coordenadoria Regional de Educação de Costa Marques, Distrito de Extrema, Machadinho D’Oeste e Porto Velho.

Com esse trabalho conjunto entre o legislativo, Seduc, coordenadores, professores, pais e alunos, vamos fortalecer a educação e melhorar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), e fazer com que nosso Estado seja visto nacionalmente como um dos melhores no tocante à educação, moradia, segurança e saúde.

As novas unidades do Colégio Tiradentes da Polícia Militar (CTPM) é um anseio antigo da população que contou com a contribuição da indicação dos deputados estaduais Adailton Fúria, Cabo Jhony Paixão, Cassia das Muletas, Cirone da Tozzo, Dr. Neidson, Jean Oliveira.

Participaram do evento o secretário-chefe da Casa Civil, Júnior Gonçalves, o secretário de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), coronel PM José Hélio Cysneiros Pachá, o comandante geral do Corpo de Bombeiros Militar (CBM), coronel Demargli da Costa Farias, o comandante geral da Polícia Militar(PM), coronel Mauro Ronaldo Flôres Corrêa, o secretário Estadual de Desenvolvimento Ambiental (Sedam), Elias Rezende de Oliveira, entre outras autoridades presentes.

Fonte
Texto: Dhiony Costa e Silva
Fotos: Ésio Mendes e Daiane Mendonça
Secom – Governo de Rondônia

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