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Ciência

Fim do mundo? Asteroide gigante passará próximo à Terra neste sábado (18)

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Neste sábado, dia 18 de janeiro, um asteroide passará próximo à Terra, conforme informou a Nasa, a agência espacial americana. O corpo celeste estará a cerca de 4,5 milhões de quilômetros do nosso planeta, o que para os leigos é uma longa distância, mas estudiosos sabem que não é bem assim.

O asteroide é chamado de BH2 2009 e ele não será o único que estará aproximando da Terra neste próximo sábado, pois tem um de tamanho menor que passará por volta das 9h30, pelo horário de Brasília.

Este segundo asteroide é o 2020 AH1 e seu diâmetro é de 33 e 75 metros. A Nasa informou que a chance de um asteroide desse atingir nosso planeta é extremamente baixa, só que a agência continua monitorando este e outros corpos celestes, para que o alerta possa ser acionado caso um deles mude sua rota e traga perigo à vida humana.

O asteroide maior tem cerca de 200 metros de diâmetro e estará a uma distância que é cerca de 11 vezes maior do que entre a Terra e a Lua. Ele passará próximo ao nosso planeta por volta das 11h30, pelo horário de Brasília.

A título de comparação, o Cristo Redentor no Rio de Janeiro tem 38 metros de altura, ou seja, bem menor que o 2009 BH2, o asteroide que estará passando próximo ao nosso planeta.

Esse asteroide é classificado como NEO, que é quando um corpo celeste tem sua órbita mais próxima da Terra. Isso não significa que há risco de colisão, mas esses objetos são monitorados o tempo todo pelas agências espaciais.

Muitos acreditam que esses asteroides são um grande risco para a humanidade e que mais cedo ou mais tarde, entrarão em rota de colisão com a Terra. A Nasa garante que pelo menos por enquanto, não há nada a temer.

Fonte: 1 News

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Estrela que está prestes a explodir poderá iluminar o céu terrestre por semanas

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Calma, não precisa de alarde. Não é como se a explosão inevitável dessa estrela fosse causar uma tragédia no nosso planeta. Mas os astrônomos já estão se preparando para uma possível explosão de uma estrela muito próxima. Quando isso acontecer, a estrela ficará visível para a Terra, durante dias e até semanas. A estrela em questão é a Alpha Orionis, conhecida popularmente como Betelgeuse. Essa é uma das estrelas mais brilhantes vistas da Terra, e chegou até a ser a 10° mais visível do nosso planeta. Ela é também a segunda estrela mais brilhante da constelação de Orion.

Como tudo na vida tem um fim, as estrelas também. E a supernova já está mostrando sinais de que está chegando ao fim do seu ciclo de vida. Astrônomos já vêm monitorando essa estrela há anos, mas, nos últimos meses, ela começou a escurecer muito rápido. Em dezembro do ano passado, a Betelgeuse passou de uma das 10 estrelas mais brilhantes visíveis a olho nu, para uma entre as 5 mil que podem ser vistas. O que já era totalmente esperado para essa supernova.

Fim de uma era

Edward Guinan, que é professor do Departamento de Astronomia e Astrofísica da Universidade Villanova, e sua equipe estão analisando o apagar da estrela. “Este parece ser o ponto mais fraco do brilho da estrela desde que as observações começaram”, disse Guinan. “Planejamos continuar monitorando a estrela. Se a estrela continuar a seguir os períodos acima, o mínimo de luz deve ocorrer em breve”.

Quando isso acontece, as estrelas implodem, entrando em colapso sob sua força gravitacional, até que ocorra uma grande explosão. “Como uma estrela fica sem combustível nuclear, parte da sua massa flui para o núcleo”, explicou a NASA.

E quando o núcleo se torna muito pesado, e não pode mais suportar a sua própria força gravitacional, é quando ele desmorona. E isso resulta em uma grande explosão da supernova.

A estrela

As estrelas, para serem consideradas supernovas, precisam ser enorme. Especialistas estimam que o tamanho mínimo, para uma estrela ser considerada uma supernova, é de cerca de 15 vezes o tamanho do sol. E Betelgeuse cumpre bem esse requisito. A gigante supernova vermelha é cerca de 700 vezes o tamanho do sol.

Caso fosse inserida no sistema solar, seria capaz de consumir tudo ao seu redor, até o planeta Marte. Felizmente, a estrela está a 643 anos-luz do nosso planeta, o que significa que a Terra estará a salvo, quando ocorrer a explosão da supernova. No entanto, nós ainda poderíamos ver esse evento aqui da Terra, já que a luz seria tão intensa que seria possível vê-la até durante o dia, por algumas semanas. Depois disso, ela desaparecerá por completo.

Quando é exatamente que isso vai acontecer, nem os astrônomos sabem. No entanto, tendo em vista que ela vem perdendo o brilho gradativamente, não deve demorar muito.

A última supernova, que foi tão visível a olho nu como a Betelgeuse, veio em 1604. Ela nasceu quando a supernova de Kepler morreu, e produziu uma luz brilhante que ficou visível daqui, por três semanas.

POR CRISTYELE OLIVEIRA 

Fonte: Fatos Desconhecidos

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O jovem de 17 anos que descobriu planeta com dois sóis em seu 3º dia na Nasa

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Zoológico de Brasília recebe maior espécie de cobra do mundo

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Serpente fêmea é filhote e deve crescer no serpentário. Comprimento médio do animal é de seis metros.

Zoológico de Brasília recebe cobra da espécie Eunectes murinus, conhecida como sucuri-verde, a maior do mundo — Foto: Zoológico de Brasília/Divulgação

A Fundação Jardim Zoológico de Brasília anunciou que a espécie de cobra do mundo – Eunectes murinus, conhecida como sucuri-verde – passa a fazer parte do serpentário da capital a partir de segunda-feira (13). A serpente atinge em média seis metros de comprimento e pode pesar 100 kg.

A cobra é uma fêmea filhote e deve crescer no Zoológico. Atualmente, ela tem seis meses de idade e mede cerca de 90 cm, de acordo com a Fundação.

A sucuri deu entrada no Zoológico em agosto, após um resgate feito pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). A administração do parque não confirmou ao G1 em qual região a serpente foi encontrada.

Ainda de acordo com a Fundação, é comum encontrar a espécie em áreas alagadas com incidência de alta vegetação e elas se alimentam de todos os grandes grupos de vertebrados.

Fonte: G1

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