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Saúde

Bebê declarado morto em hospital é encontrado chorando em necrotério

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Os pais decidiram transferi-lo para outro hospital, mas a criança morreu na manhã seguinte

A equipe médica tentou fazer a reanimação de Theo por 40 minutos, mas acabou declarando a morte do bebê
(foto: Reprodução / Facebook)

Um bebê de 48 dias, que teve a morte declarada em um hospital de Foz do Iguaçu, no Paraná, foi encontrado chorando cinco horas depois em um necrotério da cidade. Os pais da criança registraram boletim de ocorrência e a Polícia Civil investiga o caso, que foi registrado no último domingo (12).

Apesar dos esforços, a criança morreu na segunda-feira (13) após sofrer duas paradas cardíacas. 

Gabriela Moraes, mãe do bebê, disse que levou o filho ao hospital pois ele estava sentindo desconforto abdominal e refluxo após ingerir uma fórmula à base de leite em pó, receitada pelo pediatra para ajudar a ganhar peso. 
“Ele estava tomando soro no meu colo e de repente começou a chorar muito de dor e apagou no meu colo, parou de respirar”, relatou Gabriela sobre o momento. Depois disso, a equipe médica tentou fazer a reanimação de Theo por 40 minutos, mas acabou declarando a morte do bebê por broncoaspiração.
Algum tempo depois veio a notícia de que o menino estava vivo, pois funcionários do necrotério escutaram o choro dele. Desta forma, os pais decidiram transferi-lo para outro hospital, mas a criança morreu na manhã seguinte. 

Fobte: Estadão de Minas

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Saúde

Gov oferece mil vagas em mutirão de Catarata na região do Café e Vale do Guaporé

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Mutirão de Catarata será ampliado para Região do Café e Vale do Guaporé

O governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), inicia em fevereiro, em Cacoal, a segunda etapa do mutirão de cirurgias de catarata, dando continuidade ao projeto de zerar a fila de espera por esse procedimento.

A primeira etapa do mutirão, realizada no final de 2019, teve início em Porto Velho. Agora, a iniciativa se estende ao interior para atender pacientes da região do Café (Cacoal, Pimenta Bueno, Espigão do Oeste, São Felipe do Oeste, Primavera de Rondônia e Ministro Andreazza) e os municípios de Costa Marques, Seringueiras e São Francisco, no Vale do Guaporé.

Serão mil cirurgias realizadas em Cacoal, em uma clínica contratada através de licitação, para pacientes que se encontram na fila do Sistema de Regulação Estadual (Sisreg) e, também, há disponibilidade para inserção de novos pacientes.

O secretário de Saúde, Fernando Máximo, ressalta que a Sesau está alinhada com as secretarias de saúde dos municípios contemplados para que as pessoas que ainda não estejam na regulação possam ser beneficiadas também.

Quem precisa fazer a cirurgia e não está no Sisreg pode procurar a unidade básica de saúde mais próxima da sua residência ou até mesmo o setor de regulação da secretaria municipal de onde reside para que possa ser inserido no mutirão”, explicou Fernando Máximo, que agradeceu o apoio da deputada federal Jaqueline Cassol, que tem destinado emendas parlamentares à saúde, entre elas o valor de R$ 3,6 milhões à oftalmologia.

De acordo com a gerente de Regulação do Estado, Kênia Ribeiro, a triagem acontece do dia 01 a 03 de fevereiro. “Logo na primeira semana de fevereiro iniciamos os procedimentos de consultas oftalmológicas e exames pré-operatórios seguindo os critérios do sistema de regulação.”

Fonte
Texto: Dislene Queiroz
Fotos: Ítalo Ricardo e arquivo Secom
Secom – Governo de Rondônia

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Saúde

Quatro tipos diferentes do vírus da dengue circulam no Brasil

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Há uma década, circulam no Brasil quatro tipos de vírus da dengue. A cada epidemia, um desses sorotipos predominam nas regiões brasileiras.

O Brasil está em estado de combate ao Aedes aegypti. Além de eliminar os criadouros, as pessoas precisam se informar e entender sobre as doenças transmitidas pelo mosquito. Há uma década, circulam no Brasil quatro tipos de vírus da dengue. A cada epidemia, um desses sorotipos predominam nas regiões brasileiras. Por essa razão, mesmo com surtos recentes de dengue, quando um vírus é reintroduzido no país, uma grande parcela da população fica suscetível. 

Médico sanitarista da Fiocruz, Claudio Maierovitch explica que, cientificamente, chama-se o vírus de sorotipo porque o que diferencia um do outro é o tipo de anticorpo produzido pelo organismo humano quando infectado. 

“Qual que é a questão de serem quatro sorotipos: é que a reação é específica para cada um deles. As pessoas podem ter a infecção por um tipo de vírus mesmo já tendo sido contaminado por um dos outros. Então, uma mesma pessoa pode ter dengue até quatro vezes, uma por cada sorotipo”. 

O especialista destaca que os sorotipos são os mesmos desde que foram estudados há muitos anos. Não há uma mutação no comportamento do vírus. O que acontece é que nem sempre os sorotipos estão circulando simultaneamente. Geralmente, temos um ou dois ao mesmo tempo e um deles costuma predominar.

“Neste ano, nós tivemos uma predominância do chamado sorotipo 2. Ele ficou cerca de 8 anos sem causar infecção com números significativos, e até por isso, como ficou longe do Brasil por alguns anos, acumularam muitas pessoas sem imunidade para esse vírus”. 

É exatamente o sorotipo 2 que preocupa as autoridades. Sem se concentrar em um único estado, esse vírus específico se expandiu por conta das condições climáticas favoráveis para a proliferação do mosquito Aedes aegypti, como o forte calor e as chuvas. Em regiões como Sudeste e Centro-Oeste, o sorotipo 2 foi um dos vírus da dengue mais notificados. 

Apesar da infecção por um sorotipo gerar imunidade permanente para esse vírus, o problema em contrair tantas vezes a doença está nas hemorragias que o paciente pode desenvolver. Um exemplo de quem foi pego de surpresa duas vezes pela dengue é o radialista Geraldo Gomes, de 52 anos. 

Morador de Presidente Prudente, município de São Paulo, o radialista contraiu a doença pela primeira vez em 2015. Mesmo passando por todos os sintomas e cuidando semanalmente da casa, dois anos depois, foi diagnosticado com a dengue tipo 2. 

“Sentia o corpo ruim, dores musculares intensas, principalmente nas articulações, dores nos fundos dos olhos e um desânimo muito grande, aquela falta de coragem para me movimentar e fazer as coisas corriqueiras. Na segunda vez, a cidade passava por uma epidemia e comecei a sentir novamente os sintomas da doença. Sinto as consequências até hoje, eu sinto um calor forte no corpo”. 
 

De acordo com o último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, até outubro deste ano, foram notificados mais 1,5 milhão de casos prováveis de dengue em todo o país. Em 2019, 754 óbitos foram confirmados. A maior incidência de casos da doença ocorreu nas regiões Centro-Oeste – com mais de 1,3 mil casos por 100 mil habitantes, Sudeste – com 1,1 mil casos e o Nordeste com 372 casos por 100 mil habitantes. 

Você já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. Ministério da Saúde. Governo Federal. Pátria Amada, Brasil.
 

Você já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. Ministério da Saúde. Governo Federal. Pátria Amada, Brasil.

Fonte: Agencia do Radio

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Saúde

Governo de Rondônia realiza mutirão de cirurgias ortopédicas para pacientes de 34 municípios

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Serão 15 dias de cirurgias em Cacoal com uma intensificação nos finais de semana, como nos dias 25 e 26 de janeiro

O governo de Rondônia, por meio da Secretaria Estadual de Saúde (Sesau), inicia nesta semana (20) o mutirão de cirurgias ortopédicas para atender cerca de 108 pacientes cadastrados no serviço de traumatologia e que aguardam pelo procedimento no Hospital Regional de Cacoal.
De acordo com o secretário da Sesau, Fernando Máximo, os pacientes são provenientes de 34 municípios rondonienses, das regiões do Café (Cacoal), Central (Ji-Paraná), Sul (Vilhena), Zona da Mata (Rolim de Moura) e Vale do Guaporé (São Francisco). Esses municípios compõem a II Macrorregião de Saúde do estado de Rondônia, que abriga mais de 800 mil habitantes e tem como referência o Complexo Hospitalar Regional de Cacoal, que engloba o Hospital Regional (HRC) e Hospital de Urgência e Emergência Regional (Heuro).

108 cirurgias ortopédicas serão realizadas nos próximos dias no Hospital Regional de Cacoal

“Serão 15 dias de cirurgias com uma intensificação nos finais de semana, como nos dias 25 e 26 de janeiro, que serão realizadas 24 cirurgias. Toda a estrutura para os procedimentos é do Hospital Regional de Cacoal, assim como a equipe que envolve ortopedistas, anestesistas, enfermeiros, entre outros profissionais. Mas a aquisição das órteses e próteses só foi possível graças à emenda da deputada federal Jaqueline Cassol, que disponibilizou R$ 3 milhões para que pudéssemos adquirir este material para realização dos procedimentos”, destacou Fernando Máximo.

Todos os pacientes que serão atendidos dentro do mutirão de cirurgias no Hospital Regional de Cacoal estão sendo contatados pela equipe de regulação da unidade.
“Cacoal é uma referência em saúde no interior do estado de Rondônia, e para atender a demanda nesta região outras ações deste tipo serão realizadas para que possamos oferecer um atendimento em saúde de qualidade e que atenda aos anseios da população”, destacou o diretor do Cohrec – Complexo Hospitalar de Cacoal -, João Henrique Paulo Gomes.
Fonte

Texto: Giliane Perin
Fotos: Arquivo Secom
Secom – Governo de Rondônia

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