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Saúde

Atenção aos sintomas: doença desconhecida e sem cura está matando; ONU faz alerta mundial

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Foto: Reprodução TV Bahia

Surtos de doenças sempre causam muitas mortes e pânicos em pessoas que estão próximas dos locais atingidos. Vale lembrar do Ebola, que apavorou todo o mundo, mas logo medidas foram tomadas para que a doença fosse controlada.

Agora, uma nova doença está afetando pessoas. Já foram registradas 41 internações, sendo que um dos pacientes morreu. A doença ainda não tem um nome, pois os médicos não sabem do que se trata. A suspeita é que possa ser um vírus causado pela coronavírus.

A coronavírus causa desde uma gripe até problemas mais graves, como a MERS (Síndrome Respiratória do Oriente Médio). A nova doença parece estar sendo transmitida pelos próprios humanos e afetou algumas famílias na China.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) está se preparando para caso aconteça um surto mais abrangente desta doença. Os sintomas são semelhantes aos da pneumonia. Isso porque os 41 casos registrados, até o momento, foram como pneumonia.

A ONU (Organização das Nações Unidas) fez um alerta emergencial e orientou hospitais do mundo inteiro para controlarem o vírus, caso ocorra a disseminação dele. Ainda não foi descoberto uma cura para o problema.

Médicos estudam antivirais para impedirem um surto mundial da doença. Em 2002, um surto da SARS (Síndrome Respiratória Aguda) afetou todo o mundo. O vírus de agora é da mesma família deste que assombrou o mundo no ano em que o Brasil foi campeão da Copa do Mundo pela última vez. Por mais que o surto esteja na China, o alerta vale para todos os países, por conta do risco.

Fonte: 1News

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Saúde

Governo de Rondônia realiza mutirão de cirurgias ortopédicas para pacientes de 34 municípios

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Serão 15 dias de cirurgias em Cacoal com uma intensificação nos finais de semana, como nos dias 25 e 26 de janeiro

O governo de Rondônia, por meio da Secretaria Estadual de Saúde (Sesau), inicia nesta semana (20) o mutirão de cirurgias ortopédicas para atender cerca de 108 pacientes cadastrados no serviço de traumatologia e que aguardam pelo procedimento no Hospital Regional de Cacoal.
De acordo com o secretário da Sesau, Fernando Máximo, os pacientes são provenientes de 34 municípios rondonienses, das regiões do Café (Cacoal), Central (Ji-Paraná), Sul (Vilhena), Zona da Mata (Rolim de Moura) e Vale do Guaporé (São Francisco). Esses municípios compõem a II Macrorregião de Saúde do estado de Rondônia, que abriga mais de 800 mil habitantes e tem como referência o Complexo Hospitalar Regional de Cacoal, que engloba o Hospital Regional (HRC) e Hospital de Urgência e Emergência Regional (Heuro).

108 cirurgias ortopédicas serão realizadas nos próximos dias no Hospital Regional de Cacoal

“Serão 15 dias de cirurgias com uma intensificação nos finais de semana, como nos dias 25 e 26 de janeiro, que serão realizadas 24 cirurgias. Toda a estrutura para os procedimentos é do Hospital Regional de Cacoal, assim como a equipe que envolve ortopedistas, anestesistas, enfermeiros, entre outros profissionais. Mas a aquisição das órteses e próteses só foi possível graças à emenda da deputada federal Jaqueline Cassol, que disponibilizou R$ 3 milhões para que pudéssemos adquirir este material para realização dos procedimentos”, destacou Fernando Máximo.

Todos os pacientes que serão atendidos dentro do mutirão de cirurgias no Hospital Regional de Cacoal estão sendo contatados pela equipe de regulação da unidade.
“Cacoal é uma referência em saúde no interior do estado de Rondônia, e para atender a demanda nesta região outras ações deste tipo serão realizadas para que possamos oferecer um atendimento em saúde de qualidade e que atenda aos anseios da população”, destacou o diretor do Cohrec – Complexo Hospitalar de Cacoal -, João Henrique Paulo Gomes.
Fonte

Texto: Giliane Perin
Fotos: Arquivo Secom
Secom – Governo de Rondônia

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Saúde

Brasil registra mais de 1,5 milhão de casos prováveis de dengue

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O Brasil está em situação de alerta para as doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti. O Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde notificou mais 1,5 milhão de casos prováveis de dengue, no ano passado. No período, 754 óbitos foram confirmados. 

A maior incidência de casos da doença ocorreu na região Centro-Oeste. Foram mais de 1,3 mil casos por 100 mil habitantes. Em seguida, estão as regiões Sudeste, com 1,1 mil casos, e o Nordeste, com 372 casos por 100 mil habitantes.

Cláudio Maierovitch, médico sanitarista da Fiocruz de Brasília, explica que as questões climáticas e ambientais influenciaram para que determinadas regiões sejam mais afetadas que outras.

“Quando coincide a época quente com a de chuva e uma alternância entre períodos de chuva e períodos curtos de estiagem, estão dadas as condições ótimas para a reprodução do mosquito. Ele tem uma atividade maior no calor e precisa da água para se reproduzir.

Maierovitch ainda enumera outros fatores importantes para a proliferação da doença. 

“Locais onde há uma concentração maior de pessoas, onde há intermitência ou falta de abastecimento de água que leve as pessoas a armazenar água dentro de casa, onde há falta ou deficiência na coleta de lixo… Tudo isso favorece a existência dos chamados criadouros, que são os locais onde os mosquitos se reproduzem”.

São Paulo e Minas Gerais concentraram a maioria dos casos prováveis do país. Ambos os estados registraram mais de 900 mil notificações, em 2019. Uma das vítimas foi Jaqueline Simões, 24 anos, do município mineiro de Janaúba. A psicóloga pegou dengue neste ano, após ir com amigos para o rio Gorutuba. Foi uma semana de cama, febre alta que chegou a 40 graus e dores fortes na cabeça e no estômago.  

A jovem ficou tão debilitada que perdeu um processo seletivo para mestrado. Não bastasse a dengue, Jaqueline foi vítima do Aedes aegypti em outras ocasiões: em 2014, ela pegou chikungunya e, em 2017, zika na cidade de Montes Claros, em Minas Gerais. Hoje, ela analisa o quão doloroso foi o período em que pegou as doenças.

“Só passando para saber! Eu mesma não dava muita importância para isso, mas depois que eu senti, é muito difícil, é muita dor. É angustiante, pois não tem como ficar deitada, você não consegue dormir bem, para tudo. Até para ir ao banheiro fazer necessidades básicas é muito difícil”.

Em relação à distribuição espacial da dengue, o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde mostra que cerca de 50 regiões distribuídas nos estados do Paraná, São Paulo, Espírito Santo, Mato Grosso, Goiás, Acre, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará apresentaram taxas de incidência acima de 100 casos por 100 mil habitantes.

Em relação à letalidade por dengue, a taxa foi maior entre os idosos a partir de 60 anos, sendo que os mais afetados foram aqueles com mais de 80 anos.

Para evitar a proliferação da dengue, é importante que todos façam sua parte. Por isso, cuidado com água acumulada em casa, que pode se tornar possíveis criadouros, como vasos de plantas, pneus, garrafas e piscinas sem uso e manutenção. 

Você já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. 

Fonte: Agenciadoradio
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Saúde

‘Abandonem essa porcaria’, alerta mulher que contraiu doença após fumar narguilé

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A jovem Mara Maysa, 18 anos, internada há 9 dias na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Ipase, em Várzea Grande, fez um desabafo emocionante nas redes sociais, na madrugada desta sexta-feira (10), para que fumantes abandonem o narguilé e o cigarro.

Ela foi diagnosticada com água no pulmão e infecção no rim direito e culpa, principalmente, o narguilé pelo quadro clínico.

Mara chama atenção para um problema social grave, entre os jovens, uma vez que objeto usado para fumar tabaco aromatizado pode causar muitas outras doenças.

“Estou com água no pulmão e infecção no rim direito, tem 9 dias que estou com o dreno e tudo isso aconteceu por causa de uma pneumonia. O que agravou na grande quantidade de líquido foi uma porcaria chamada Narguilé”, explica.

No trecho do depoimento, redigido do leito hospitalar, Mara Maysa dá um ultimato para quem não deseja passar pelo que ela está vivendo neste momento e pede para que abandonem o hábito de fumar, quando de forma simples e linguajar jovem diz: “Compartilhe essa publicação para chegar no máximo de gente possível. Meu último aviso para você que fuma (NARGUILE OU CIGARRO) pare. Não estou viralizando ou dizendo que todo mundo um dia pode passar por isso, mas evite”, escreveu.

A garota finaliza o pedido com o alerta: “Isso aqui não é um sofrimento é uma TORTURA” (sic.).

A paciente ainda não tem previsão de alta e nem data para tirar o dreno que usa para expelir o líquido do pulmão. Embora o quadro tenha melhorado um pouco, a jovem passou a sentir dores e o médico ainda não descobriu a causa.

Mara precisará ser transferida da UPA para o Pronto-Socorro Municipal, onde fará exame de tomografia e será avaliada por outro médico.

“Era para eu ser transferida hoje, mas não depende somente da UPA e sim do PSM. Quem depende do SUS sabe o quanto é difícil. A dor que sinto é sem explicação, não consigo nem me ajeitar mais na cama e desde ontem não consigo sentar para comer, muito menos levantar para ir ao banheiro. Trocaram toda a minha medicação, agora estou tomando morfina, que deveria ter 6 horas de efeito, mas em mim não passa de 4 horas”, depoimento de Mara.

Do hospital, por meio da janela que as redes sociais abrem para o mundo, a jovem pede orações e fé a todos a quem o relato chegar.

“O objetivo da minha publicação é pedir mais uma vez de todo meu coração, que independente de qualquer religião ou crença, orem e rezem por mim. Peço que depositem toda a sua fé nas orações porque não aguento mais ficar aqui, quero melhorar logo e voltar para casa”, finaliza.

Fonte: Repórter MT
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