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Ex-papa Bento XVI rompe silêncio sobre celibato após sínodo

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Profecias bíblicas estão se cumprindo no Oriente Médio? Teólogos dizem que sim

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Estudiosos fazem análise escatológica sobre acontecimentos.

Desde a Guerra do Iraque iniciada em 2003, os cristãos estão com os olhos atentos as notícias envolvendo os países do Oriente Médio, principalmente pelo fato de Israel estar no centro destes conflitos.

Diferentes análises teológicas vinham apontando para o cumprimento de profecias bíblicas.

Essas análises ganharam força com o cenário de destruição na Síria, quando ainda havia divisão sobre os relatos bíblicos e o cumprimento das previsões antigas em nossos dias.

Alguns apontaram os textos de Isaías 17 e Jeremias 49, que falam sobra a destruição de Damasco, que se tornaria um “montão de ruínas”.

Na época, o escritor evangélico Joel Rosenberg destacou que “Damasco é a cidade mais antiga da Terra a ser habitada continuamente. O fato de ela estar sendo destruída é algo extraordinário… No passado, ela foi atacada, sitiada e conquistada, mas nunca ficou completamente destruída e desabitada”.

As tensões entre o Irã e os Estados Unidos também foram destacadas como acontecimentos que rememoraram profecias bíblicas, como a de Ezequiel que fala sobre uma grande guerra contra Israel envolvendo o país e alguns aliados, descritas nos capítulos 38 e 39.

Bill Salus, escritor e estudioso, disse em seu programa de TV, “Observadores de Profecias” que os cristãos devem assistir a eventos recentes envolvendo o Irã com probabilidade de cumprimento de profecias bíblicas.

Joel Rosenberg também voltou a destacar os acontecimento como possível cumprimento das profecias da Bíblia sobre os últimos tempos.

Ele destacou a previsão futura de Ezequiel 38 com forte significado sobre o Irã e que também envolve Rússia em um possível ataque contra Israel.

Fonte: Gospel Prime

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Economia

Bolsonaro quer subsidiar luz de igrejas, mas Guedes é contra

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Aceno do presidente aos evangélicos é rejeitado pela equipe econômica, que é contra criação de benefícios com impacto tarifário

O presidente Jair Bolsonaro quer conceder subsídio na conta de luz para templos religiosos de grande porte. A pedido dele, uma minuta de decreto foi elaborada pelo Ministério de Minas e Energia e enviada para a pasta da Economia, mas a articulação provocou forte atrito no governo. A equipe econômica rejeita a medida, que vai na contramão da agenda do ministro Paulo Guedes, conhecido por defender a redução de benefícios desse tipo. O Ministério de Minas e Energia confirmou que o assunto está sendo avaliado

Embora o movimento seja para beneficiar templos religiosos de forma ampla, os evangélicos são o alvo da medida. A bancada desse segmento é hoje a principal base de sustentação do governo e Bolsonaro tem atendido suas reivindicações desde que assumiu a Presidência. A influência de líderes evangélicos sobre o Palácio do Planalto é cada vez maior e o próprio presidente já disse que quer tê-los por perto na administração.

Com essa perspectiva, muitos templos já anunciaram a disposição de ajudar Bolsonaro a coletar as quase 500 mil assinaturas necessárias para criar seu novo partido, o Aliança pelo Brasil. Bolsonaro também já avisou que pretende indicar um ministro “terrivelmente evangélico” para o Supremo Tribunal Federal (STF). Os evangélicos representam 29% dos brasileiros e podem ser o fiel da balança na campanha de Bolsonaro à reeleição, em 2022.

Coordenador da Frente Parlamentar Evangélica, o deputado Silas Câmara (Republicanos-AM) disse que a concessão de subsídio na conta de luz para templos religiosos é “justa” e tem impacto “mínimo”. Segundo Câmara, a medida não beneficiará apenas evangélicos e as igrejas não geram lucro. “Os templos religiosos só funcionam das 18h às 23h e é justamente nesse horário que as distribuidoras podem cobrar mais”, afirmou. “Fechem todas as 300 mil igrejas no Brasil em um dia para ver o impacto social e na segurança no dia seguinte.”

Outro integrante da bancada evangélica, o deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ) argumentou que toda ajuda a templos e a instituições filantrópicas, dada pelo governo, “será sempre muito bem-vinda”.

O subsídio na conta de luz não é a primeira medida planejada por Bolsonaro para manter o apoio evangélico. Com o aval do presidente, o Congresso aprovou um projeto garantindo incentivos fiscais para igrejas até 2032. Por meio de decreto, ele também passou por cima da agenda que favorecia pessoas com deficiência, uma das prioridades da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, liberando igrejas de realizar adaptações para acessibilidade em áreas destinadas ao altar e ao batistério.

Discussão teve início no ano passado

As discussões sobre a criação de mais benesses para igrejas começaram no fim do ano passado. A ideia do governo é diminuir a conta de luz dos consumidores conectados à alta tensão – ou seja, os de maior demanda, como catedrais e basílicas. Consumidores residenciais e pequenos estabelecimentos são conectados à baixa tensão e, por isso, pagam uma tarifa de mesmo valor, independentemente do horário. Já edificações maiores, como supermercados e shopping centers, se ligam às redes na alta tensão e pagam tarifas mais caras no chamado horário de ponta, momento de maior consumo do dia.

Cada distribuidora tem seu próprio horário de ponta, que dura três horas consecutivas e se concentra entre o fim da tarde e o início da noite durante dias de semana. Na Enel São Paulo, por exemplo, é das 17h30 às 20h30. Nesses horários, o consumo de energia pode ficar 50% mais alto, e as taxas de uso, subir até 300% – o objetivo é deslocar a demanda para horários menos congestionados. É justamente nesse período que os templos realizam cultos.

Maior estrutura da Igreja Universal do Reino de Deus, o Templo de Salomão, em São Paulo, celebra cultos diariamente de manhã, tarde e noite. As celebrações das segundas-feiras, às 18h30, e de terças a sextas, às 20h, se encaixam no horário mais caro.

Pela minuta de decreto em estudo no governo, os templos passariam a pagar tarifas mais baratas no horário de ponta, iguais às cobradas durante o dia. O valor que deixariam de pagar, porém, não “desaparece”: ele necessariamente passa a ser arcado por alguém. Desde 2015, o Tesouro não paga qualquer subsídio no setor elétrico. Para bancar a despesa, seria preciso cortar outra de mesmo valor. Por isso, a alternativa em estudo para esses benefícios é que sejam custeados por outros consumidores – tanto residenciais quanto livres, via encargo chamado Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).

Nota técnica

O Ministério de Minas e Energia, comandado por Bento Albuquerque, preparou uma nota técnica sobre o tema. Embora tenha citado uma lei que determinou a redução dos subsídios embutidos na conta de luz, o ministério pediu à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para calcular quanto o benefício às igrejas custaria. A Aneel respondeu, segundo apurou a reportagem, que não tinha como fazer esse levantamento, mas avaliou que o valor seria baixo.

O pedido chegou, então, ao Ministério da Economia, que se mostrou contra a medida. A equipe econômica é uma das que mais resiste à criação de novos subsídios que provoquem impacto tarifário, já que a energia é um dos insumos fundamentais para a atração de investimentos e, consequentemente, a retomada do crescimento.

A soma dos benefícios embutidos na conta de luz e repassados para todos os consumidores atingiu R$ 22 bilhões neste ano e tem sido alvo de preocupação do governo. A pasta de Guedes lembrou que subsídios estão na mira do Tribunal de Contas da União (TCU) e que o órgão determinou ao governo que parasse de criar benefícios sem dotação orçamentária. A corte de contas considerou ainda que os subsídios criados por decreto e sem relação com o setor elétrico são inconstitucionais.

A proposta vai contra projetos de lei no Congresso, apoiados pelo governo, que têm como meta criar um novo marco para o setor elétrico, reduzindo subsídios cruzados. A ideia de subsídio para a conta de luz de igrejas chegou a ser proposta em 2010 pelo ex-deputado Eduardo Valverde (PT-RO), mas foi arquivada em 2015.

Se o benefício for criado por decreto, o TCU pode até multar integrantes do governo. A Subchefia de Assuntos Jurídicos da Secretaria-Geral da Presidência informou não ter “proposta formalizada” sobre o tema. O Ministério da Economia e a Aneel não responderam até a publicação da reportagem.

Fonte: Terra

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Destaques

Adventistas socorrem afetados por incêndios na Austrália

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Membros da Igreja Adventista se movimentam para ajudar os outros enquanto oram e lamentam o que perderam

Incêndio perto da cidade de Cobargo, em Nova Gales do Sul, Austrália. A casa onde os membros da igreja adventista do sétimo dia costumavam se encontrar foi destruída (Foto: Adventistas do Sul de Nova Gales do Sul)

Enquanto a crise de incêndio florestal na Austrália continua, esta atualização revela como os membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia foram afetados e o que a denominação está fazendo para apoiar as comunidades impactadas pelo fogo.

Cobargo, no sudeste de Nova Gales do Sul, foi a área mais afetada do Estado, com o município engolido pelo fogo. Sete famílias adventista perderam suas casas, propriedades e negócios. A casa em que o pequeno grupo de Cobargo, um total de 15 membros, incluindo crianças, costumava se reunir também foi destruída.

“A casa em que costumávamos a adorar desapareceu completamente”, contou o pastor do grupo local, Dragan Kanazir. “Lares foram perdidos desde Wandella até o norte, como Batemans Bay.”

Julie Nagle, que coordena os Ministérios Aborígenes e Ilhéus do Estreito de Torres (MAIET) para a Associação do Sul de Nova Gales do Sul (ASNGS), uma das sedes administrativas da Igreja para o país, esteve no campo ajudando equipes de rastreamento local, visitando centros de evacuação e ajudando as comunidades aborígines afetadas pelos incêndios. Nagle relatou que um membro do pequeno grupo de Cobargo não conseguiu encarar o retorno para sua propriedade após perder sua casa e todas as memórias de sua falecida esposa nos incêndios. Seu irmão de 92 anos morreu em 5 de janeiro.

Ela disse que a igreja está orando por ele e apoiando-o nesse momento difícil.

Templo adventista de Bega rodeado por fumaça abundante (Foto: Associação de Nova Gales do Sul).

Para ajudar a comunidade, a Igreja Adventista do Sétimo Dia de Bega abriu as portas para funcionar como um centro de evacuação, acomodando mais de 35 pessoas e 15 cachorros. O corredor da igreja também foi usado para armazenar comida.

“Quando percebemos que o centro de evacuação da rodovia estava ficando sobrecarregado, tomamos a decisão rápida de abrir a igreja e permitir que as pessoas usassem as instalações”, pontuou Kanazir. “Por um momento, nossa igreja parecia a Arca de Noé!”

“Outros centros de evacuação não aceitavam animais de estimação”, explicou Sarina Taituave, diretora da Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA) para a Associação do Sul de Nova Gales do Sul. “Prevemos que ainda haverá pessoas na igreja de Bega na maior parte desta semana.”

Solidariedade

À luz da incessante crise, a ADRA está providenciando pagamentos de AU$500 (cerca de 350 dólares) para famílias carentes em todo o território da Associação e de AU$2,000 (cerca de 1,400 dólares) para que igrejas ajudam suas comunidades. Até agora, a ADRA ajudou 15 famílias da região da SNSWC.

A Associação do Sul de Nova Gales do Sul e a União Australiana, um escritório da Igreja Adventista responsável pelo país, também estão providenciando financiamento em dinheiro para os membros, as igrejas e a comunidade com base nas necessidades, com até AU$ 5,000 (cerca de 3,500 dólares) disponíveis para as famílias que perderam suas casas.

“Algumas [famílias] perderam casas, algumas propriedades ou parte de suas propriedades, algumas foram evacuadas e não conseguem voltar ao trabalho, enquanto outras estão se voluntariando em vez de trabalhar e ficaram sem fundos”, contou Sabrina Taituve.

Oração em meio à desesperança  

Muitos membros da igreja de Tumut, Corryong e Tumburrumba perderam suas casas ou foram evacuados devido aos incêndios ou à fumaça, de acordo com Jeremy Taituave.

“Muitos de nossos membros que moram em Batlow perderam suas casas, mas dois lutaram para salvar suas propriedades e conseguiram com sucesso”, descreve Jeremy Taituave. “Em Corryong, Shirley Sprenger [membro da igreja e voluntário do Corpo de Bombeiros Rural] perdeu parte de sua terra, mas aparentemente isso é pouco comparado a todos os outros.”

Tendo conversado com Sprenger por telefone, Jeremy Taituave disse que há uma sensação de desesperança nas comunidades rurais e uma necessidade de promover esperança, reunir-se e encorajar-se.

“Vamos nos encontrar com nossas igrejas, ter reuniões e conversar sobre como responder. Precisamos reparar os estragos emocionais e espirituais; vamos abrir nossas portas para orações e, ao conversar com Shirley [Sprenger], decidimos executar o Programa de Recuperação de Depressão e Ansiedade”, ampliou.

Auxílio diferenciado

Para ajudar no alívio da seca em 2019, a ADRA da ASNGS fundou a DARP, um facilitador de treinamento para representantes de 18 igrejas da Associação. Os programas serão executados nos próximos meses para ajudar famílias em dificuldades ou voluntários do Corpo de Bombeiros Rural que sofreram trauma.

Apesar do senso de desesperança, muitos voluntários e pessoas desabrigadas têm sido encorajados pela oração. Voluntariando-se na linha de frente, a coordenadora do MAIET da ASNGS, Nagle tem compartilhado ativamente sua fé ao orar pelos bombeiros e voluntários que estão colocando suas vidas em risco.

A visibilidade foi severamente limitada em todo o estado de Nova Gales do Sul durante a temporada de incêndios 2019/2020 (Foto: Adventistas do Sul de Nova Gales do Sul)

“Quando eu estava dirigindo, avistei um caminhão dos bombeiros e tive que parar”, contou ela. “Fui até [os bombeiros] e disse: ‘Isso pode ser um pouco louco, mas eu senti tocada para vir aqui e orar com vocês e seus caminhões’. Um deles se virou e disse: ‘Sim, por favor!’ Eu não fazia ideia do que ia dizer, mas a partir do momento em que coloquei minha mão sobre aquele caminhão, as palavras vieram: ‘Em nome de Jesus, onde quer que essas rodas passarem e aonde esses pés pisarem, que o Senhor abençoe a generosidade e a compaixão deles’. Venho fazendo isso em cada caminhão, e eles ficam muito agradecidos.”

Algumas casas salvas, outras destruídas

Os membros do templo adventista de Tumbarumba, Wayne e Sharon Ford, que possuem duas propriedades em Batlow e Tumbarumba, estavam na linha de frente de incêndio duas vezes, mas conseguiram escapar com ambas as casas intocadas.

“Houve dois incêndios. O da terça-feira [31 de dezembro] chegou até a porta dos fundos de nossa casa e deu a volta”, explicou Sharon Ford. “Perdemos um galpão de tosquia e alguns equipamentos de bombeamento solar. Temos um inquilino na outra casa, e essa casa também foi salva. Estamos muito gratos.”

No entanto, muitos vizinhos dos Fords, cujas casas escaparam do primeiro incêndio, tiveram suas casas destruídas pelo segundo, que ocorreu apenas três dias depois.

Tendo sido evacuados da área no dia 30 de dezembro, aqueles que voltaram para encontrar suas casas totalmente destruídas estão descobrindo que é um momento muito emocionante.

“Eles não conseguem parar de pensar no que perderam e no que não levaram”, sublinhou Ford. “Quando te falam que você precisa sair, é um momento muito emocionante para decidir o que levar. Você faz o óbvio: fotos, passaporte e coisas de negócios, e então você caminha até a sala de estar e percebe que não pode levar muita coisa. Você tem laços emocionais com pequenas coisas aleatórias, e é difícil dizer adeus.”

Um carro queimou em um “tornado de fogo” que levantou o veículo e o jogou a mais de 1 km de onde estava estacionado (Foto: Julie Nagle, Adventist Record)

Apesar do estresse e da devastação por todo lado, Ford disse que sua fé foi fortalecida como resultado dos incêndios. “Tem sido uma oportunidade de compartilhar [Jesus] com outros. Como uma pequena cidade muito unida, as pessoas estão dizendo ‘Deus esteja com você,’ e elas nem são pessoas que temem a Deus. Muitas pessoas estão pedindo por orações”, reforçou.

“O que está sendo impressionante para nós são as ligações de pessoas que mal conhecemos que nos ofereceram camas e acomodação”, afirmou Ford. “Até as empresas disseram às pessoas para não se preocuparem com pagar a conta. E eu sou muito grata pelas orações de todos.”

Fonte: Maryellen Fairfax, Adventist Record; e Adventist Review

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