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A Funerária Alta Floresta comunica o falecimento de Alfredo Oliveira Barreto

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Nota de falecimento: é com pesar que a funerária Alta Floresta comunica o falecimento de Alfredo Oliveira Barreto, seu corpo está sendo velado na Igreja Espaço Esperança na Rua João Café Filho 4588 bairro redondo, o culto será às 14:00 horas e seu sepultamento será hoje dia 28 de dezembro às 15:00 horas no cemitério e local desde já a família enlutada agradece a presença de parentes e amigos.

Fonte: Florestanoticias.com

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Ciência

Pesquisa identifica medicamentos que podem combater o coronavírus

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Sem nomes revelados, medicamentos acessíveis mostraram eficácia

Foto: © REUTERS/Thomas Peter/Direitos Reservados – Agência Brasil

O Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) está testando medicamentos que podem auxiliar no combate ao coronavírus. A organização vinculada ao ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) está procurando substâncias que possam ser usadas contra o vírus SARS-Cov-2. A pesquisa acontece em substâncias já regulamentadas para uso no Brasil.

Segundo a pesquisadora Daniela Trivella, entre os 2 mil medicamentos analisados na primeira etapa de testes, dois mostraram resultados promissores. O CNPEM não divulga quais são para evitar automedicação. Porém, de acordo com Daniela, ambas as substâncias têm várias características que podem permitir o uso contra a doença. “São economicamente acessíveis, bem tolerados em geral, comumente utilizados por pessoas dos mais diversos perfis e, um deles, inclusive, está disponível em formulação pediátrica”, enumerou.

Estão sendo avaliados medicamentos dos mais diversos tipos: analgésicos, anti-hipertensivos, antibióticos, diuréticos entre outros. A pesquisadora explica que os experimentos feitos em laboratório buscam identificar substâncias que inibam a replicação do vírus dentro do corpo. “Passo fundamental para impedir ou reduzir a infecção viral”, enfatiza.

A partir dos resultados obtidos até agora, as duas substâncias que obtiveram bom desempenho continuarão ser testadas em células para novas avaliações. “Acreditamos que em cerca de duas semanas teremos os resultados que devem anteceder os testes clínicos”, acrescenta Daniela. Será feito, então, um relatório que reunirá as informações colhidas em laboratório com aquilo que já se sabe sobre os efeitos desses medicamentos em seres humanos.

Esse documento vai embasar testes clínicos, em pessoas infectadas com o vírus, que podem ser feitos dentro da Rede Vírus, iniciativa do MCTIC que reúne centros de pesquisa que estão procurando formas de combater o coronavírus.

Fonte: Agência Brasil

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Geral

Sinsezmat ajuíza Adin em face de lei que descumpria base de cálculo de 13º salário e férias de servidores

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Alta Floresta: Sinsezmat ajuíza Adin em face de lei que descumpria base de cálculo de 13º salário e férias de servidores municipais

O SINSEZMAT, através de sua assessoria jurídica, em parceria com a Federação Unitária dos Trabalhadores do Serviço Público em Rondônia – FUNSPRO, ajuizou no último dia 09.03.2020, perante o Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia, Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIn) sob o n. 0801273-94.2020.8.22.0000, em face da Lei n. 1.113 de 28 de agosto de 2012, do município de Alta Floresta D’Oeste – RO.

Os servidores do referido município suportavam, desde 2012, enorme prejuízo financeiro, visto que o décimo terceiro salário e férias, da categoria tinha como referência de cálculo, tão somente o salário base dos mesmos, em clara afronta a Constituição Federal.

Somados os anos de vigência da famigerada lei, estima-se que, indevidamente, das folhas de décimo terceiro salário e férias dos servidores, o município deixou de pagar cerca de mais de 3 milhões de reais.

Em Assembleia Geral com servidores, realizada em 13.03.2020, na sede da Assemaf-AFO, fora explicado minuciosamente aos presentes, acerca do ajuizamento e os possíveis resultados da ação judicial.

Após o ajuizamento e a divulgação em Assembleia, o município encaminhou a Câmara Municipal em 18.03.2020, o Projeto de Lei n. 011/2020, alterando os artigos 59 e 138, da Lei Municipal n. 887/2008, corrigindo a inconstitucionalidade praticada em desfavor dos servidores, desde 2012.

O referido Projeto foi aprovado em sessão ordinária, realizada em 30.03.2020, e publicada pelo Poder Executivo em 31.03.2020, passando a vigorar na data de sua publicação.

O SINSEZMAT, ao tempo que considera a situação preocupante, visto que, após anos de inercia do município, bem como, após tentativas de dialogo administrativo restados frustrados, tão logo o Sindicato tenha tomado providencias judiciais, o município propõe a alteração legislativa. Manifesta, também, sua satisfação em ver corrigida tamanha injustiça, há anos imposta aos servidores do município de Alta Floresta. De modo que, ainda que a correção tenha tardado, o SINSEZMAT agradece o posicionamento dos Poderes Legislativo e Executivo, tomado agora, no caso em questão.

O Sindicato continuará atuando nessa questão, cobrando o município, para que devolva aos servidores o valor retroativo que lhes é de direito, ou seja, as diferenças pagas a menos, desde 2012. Além de outras demandas locais, de interesse dos servidores.

Fonte: DO ROLNEWS

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Destaques

Medicação para HIV pode inibir contágio por coronavírus, diz Fiocruz

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Pesquisa indica que atazanavir minimiza efeitos da doença no organismo e que combinação com ritonavir tem efeito melhor que o da cloroquina

Medicamento contra HIV foi capaz de inibir novo coronavírus, diz estudo da Fiocruz
Bernardo Portella/ Divulgação/ Fiocruz

Uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz constatou que uma medicação utilizado no tratamento de pacientes com HIV, o atazanavir, foi capaz de inibir o potencial de contaminação do novo coronavírus e ainda minimizar os efeitos da doença no organismo. As informações foram divulgadas pela própria fundação que publicou a pesquisa em uma plataforma internacional na segunda-feira (6).

Os resultados alcançados apontam que o remédio foi capaz de reduzir a produção de proteínas ligadas ao processo inflamatório, causado pela Covid-19 nos pulmões e, portanto, diminuir o agravamento do quadro clínico da doença. Os pesquisadores também estão investigando o uso combinado do atazanavir com o ritonavir, outra medicação utilizada para combater o HIV.

Fora do Brasil

Uma combinação do ritonavir com lopinavir, também usado contra o HIV chegou a ser testada por pesquisadores da China, EUA e Reino Unido para tratar alguns pacientes com covid-19, mas os resultados não se mostraram eficientes, segundo estudo publicado no periódico científico The New England Journal of Medicine em 18 de março. Em um grupo de 99 pessoas, 13 tiveram de interromper o tratamento por conta de efeitos adversos. 

China e Estados Unidos têm testado também um antiviral usado em pacientes infectados com o vírus ebola, o remdesivir, desenvolvido pelo laboratório norte-americano Gilead Sciences.

Fiocruz sugere mais alternativas

De acordo com a Fiocruz, os medicamentos propostos pela OMS (Organização Mundial da Saúde) estão mais próximos de se tornar terapias para pacientes com coronavírus. Mas a fundação defende que mais alternativas são necessárias, especialmente substâncias já em produção nacional e com perfil de segurança superior àquelas inicialmente propostas pela OMS.

Ainda segundo a Fiocruz, este é o caso do atazanavir, produzido pela própria fundação, no Instituto de Tecnologia em Fármacos -Farmanguinhos. O medicamento foi testado in vitro, em células infectadas. Também foram realizados experimentos comparativos com a cloroquina, que vem sendo incluída em diversos estudos clínicos em todo o mundo.

Comparação com cloroquina

As pesquisas da Fundação Oswaldo Cruz apontam que os resultados obtidos apenas com o atazanavir e em associação com o ritonavir foram melhores que os observados com a cloroquina. A fundação deixa claro que todos esses passos são pesquisa e alerta para os riscos da automedicação, reforçando que não pode haver o uso do Atazanavir ou qualquer outro medicamento para o coronavírus sem a devida orientação médica. Os médicos devem acompanhar o tratamento, especialmente no caso de novas doenças e remédios reposicionados.

A pesquisa, que contou com recursos públicos, envolveu cientistas de dois institutos da Fiocruz –  Instituto Oswaldo Cruz e o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, além do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino e a Universidade Iguaçu.

Fonte: R7

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