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Falha no Android faz aplicativo falso iniciar no lugar do verdadeiro para clonar telas

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Vulnerabilidade já está sendo explorada para realizar fraudes bancárias, alertam empresas de segurança.

As empresas de segurança Promon e Lookout divulgaram alertas sobre uma falha no sistema Android que permite que um aplicativo aja como um “impostor” de outros aplicativos instalados no smartphone. Na prática, o app falso será iniciado quando o usuário tocar no ícone legítimo de outro software, podendo clonar seus elementos visuais e interativos para capturar os dados da vítima.

A Promon é norueguesa e deu à falha o nome de “Strandhogg” em referência a uma tática dos antigos vikings na qual áreas litorâneas eram atacadas para saquear, realizar sequestros e capturar animais e escravos.

Para se aproveitar do erro, um hacker precisa convencer a vítima a instalar um aplicativo malicioso no smartphone. Este aplicativo deve efetuar um registro no sistema e se colocar como responsável por realizar certas “atividades” de outros programas legítimos. Assim, quando esses outros aplicativos forem iniciados, o controle da tela passará ao app falso em vez do verdadeiro.

As restrições de segurança do Android impedem que um aplicativo se sobreponha a outros. O sistema também cria barreiras que colocam cada app instalado em uma área isolada, bloqueando o acesso às informações de login das redes sociais ou do aplicativo bancário.

Mas a falha Strandhogg desvia parcialmente desses mecanismos de segurança, pois o controle da tela é assumido totalmente pelo app malicioso. No entanto, os dados ainda ficam fora de alcance do app falso, que precisará convencer a vítima a digitar suas senhas em uma tela clonada.

O ataque é possível em todas as versões do Android, inclusive no Android 10. No momento, para evitar a fraude, é preciso evitar a instalação de apps maliciosos. O Google informou que segue investigando o caso para aprimorar o Play Protect, que protege o sistema contra esses apps.

Apps falsos no Google Play e golpes contra bancos

Criminosos já estão aproveitando a brecha para realizar ataques. De acordo com a Lookout, foram identificados 36 aplicativos que atuam como “impostores”. Eles tentavam roubar informações de 60 instituições financeiras.

Embora nenhum destes aplicativos estivesse cadastrado diretamente na Play Store, a loja oficial do Android, a Promon informou que certos aplicativos presentes na loja atuavam como instaladores dos apps que de fato exploravam a brecha. Esses instaladores, que são conhecidos como “droppers”, tentam imitar funções de apps populares para parecerem legítimos.

Todos os instaladores encontrados na Play Store foram retirados do ar, segundo a Promon. O nome dos apps, porém, não foi divulgado.

Também foram omitidos os nomes das instituições que estão na mira desses hackers. A Promon apenas revelou que descobriu a falha depois de receber um comunicado de outra empresa da segurança, a Wultra, sobre uma fraude contra bancos na República Tcheca.

Fonte: G1

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Bolsonaro: carro já emplacado não precisa trocar para placa do Mercosul

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© Alan Santos/Presidência da República/Divulgação Bolsonaro criticou a adoção das novas placas; decisão ocorreu em 2014, durante o governo Dilma

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira, 22, que não será necessário que todos os veículos façam a troca de placas atuais para o padrão Mercosul. No próximo dia 31, começa a valer a exigência do novo padrão para todos os veículos que forem emplacados pela primeira vez. “Não será exigido a troca de placas. As atuais valerão até o fim da vida útil do veículo. Placa nova apenas para carros novos ou em caso de furto ou dano”, disse o presidente em uma série de posts no Twitter sobre o tema. 

Desde a decisão pela adoção de uma placa padronizada do Mercosul, a implantação do registro foi adiada seis vezes. A adoção do sistema de placas para o bloco foi anunciada em 2014 e, inicialmente, deveria ter entrado em vigor em janeiro de 2016. Em razão de disputas judiciais a implantação foi adiada para 2017 e, depois, adiada mais uma vez para que os órgãos estaduais de trânsito pudessem se adaptar ao novo modelo. Bolsonaro, que declarou publicamente ser contrário a adoção do modelo, afirmou que a decisão foi tomada por governos petistas e que sua gestão alterou algumas exigências para não causar “prejuízo” aos proprietários de veículos.  

“Da maneira como estava previsto na Resolução 729/2018 (anterior ao atual governo), as placas custariam o dobro do preço das atuais e todos seriam obrigados a trocá-las. Seria um negócio bilionário para os fabricantes de placas evitado por nós”, comentou. Segundo ele, a adoção das novas placas foi decidida por governos do PT. 

De acordo com uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), as placas do Mercosul, já utilizadas na Argentina e Uruguai, serão obrigatórias para novos emplacamentos e em caso de dano, furto ou mudança de domicílio do veículo. Atualmente, 10 estados já adotam o emplacamento: Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Rondônia. Paraguai e Venezuela também devem mudar suas placas.

Quem precisa usar

A nova placa será obrigatória apenas nos casos de primeiro emplacamento e, para quem tiver a placa antiga, em caso de mudança do registro do estado ou município em que o veículo está registrado. Placas que forem amassadas em acidentes de carro ou em casos de furto e roubo também precisam ser trocadas e, neste caso, serão reemitidas conforme o novo padrão. Motoristas que não se enquadram nas situações, mas desejam ter o veículo com a nova placa, podem fazer a troca.

A placa do Mercosul terá quatro letras e três números, o inverso do modelo em vigor atualmente, com três letras e quatro números. Também muda a cor de fundo que passará a ser totalmente branca. A mudança também vai ocorrer na cor da fonte para diferenciar o tipo de veículo: preta para veículos de passeio, vermelha para veículos comerciais, azul para carros oficiais, verde para veículos em teste, dourado para os automóveis diplomáticos e prateado para os veículos de colecionadores. 

No Rio de Janeiro, o valor médio do novo modelo é de 193,84 reais.  Atualmente, em São Paulo, o item custa 38,24 reais. Não há um valor fixo para a nova placa, já que será feita no modelo de credenciamento e não de licitação. Logo, os fornecedores credenciados é que definem o valor das placas. 

Fonte: Msn

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Mulher sem mãos e pernas tem pedido de benefício negado pelo INSS por não poder assinar papel

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Ex-sinaleira diz ter feito três pedidos no INSS, mas todos foram negados

Uma mulher sem mãos e pernas teve um pedido de benefício negado por não poder assinar os documentos oficiais que autorizam o pagamento do auxílio pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), em Porto Velho.

Em entrevista ao Jornal de Rondônia 1ª Edição, a ex-sinaleira Cleomar Marques conta que entrou com três pedidos no INSS em 2019, mas todas as solicitações foram negadas. Uma delas porque Cleomar não poderia assinar os papéis.

“Uma servidora puxou os papéis e perguntou: ‘quem vai assinar? Você assina?’. Eu disse que não podia assinar, mas sim a minha filha ou minha mãe. A mulher então olhou e disse: ‘ah, então não vale’. Daí ela pegou, rasurou o papel e jogou fora”, afirma.
Mesmo com a negativa do INSS, Cleomar fez um novo requerimento para tentar um benefício assistencial à pessoa portadora de deficiência,que também foi indeferido por ela ter uma renda per capta familiar superior a 1/4 do salário mínimo, ou seja, uma média de R$ 238,50.

À Rede Amazônica, o INSS informou que a renda foi apurada com as informações do Cadastro Único (CadÚnico) para programas sociais do governo.

Em um terceiro requerimento, a ex-sinaleira teve a solicitação de benefício indeferida porque o INSS alegou “falta do período de carência”.

Cleomar diz que precisa do auxílio do INSS, pois não pode trabalhar e sua filha fica em casa para ajudá-la na alimentação e banho, por exemplo. Atualmente, mãe e filha dependem de doações para viver.

“Olha, é um constrangimento para mim tudo isso. Eu trabalhava, tinha minha vida e agora sou dependente dos outros. É a minha filha, única que mora comigo, que faz tudo para mim”, desabafa.

Amputações dos membros
Cleomar trabalhava como sinaleira em uma das usinas de Porto Velho e, de uma hora pra outra, passou a sentir dores fortes no estômago. Ela foi várias vezes na emergência e o médico desconfiou de uma gastrite.

A mulher então fez um novo exame e o foi informada que seu problema poderia ser Helicobacter pylori , uma bactéria que aparece na mucosa do estômago. Em uma outra consulta o médico informou que o problema era na vesícula.

A dor continuou e, após idas e vindas na emergência, Cleomar pediu para ser internada no pronto socorro do Hospital João Paulo II.

Foi então que os médicos decidiram operar a paciente. Após a cirurgia, Cleomar entrou em coma, teve infecção generalizada e os membros foram necrosando. Quando acordou não tinha mais os membros inferiores e superiores.

“Quando eu acordei eu já estava assim [amputada]. Abriram tudo em mim, mas eu não vi nada. Só lembro de entrar na sala de cirurgia”, diz.

O que diz o INSS?
Segundo a assessoria de comunicação do INSS, foi solicitado ao instituto um auxílio-doença para Cleomar e este foi indeferido por falta de período de carência, no ano passado. Depois, um novo benefício foi solicitado, também sendo indeferido por apresentar renda per capita familiar superior a 1/4 do salário mínimo.

Ainda segundo o INSS, a renda da família foi apurada em razão das informações constantes do cadastro único para programas do governo federal.

O INSS informou ainda que atendeu pessoalmente a filha de Cleomar e foi informado que um novo requerimento poderia ser feito se houvesse alteração da composição do grupo e também da renda familiar junto ao Cadúnico.

Ainda segundo o instituto, Cleomar agora pode procurar o INSS, pois poderá solicitar o requerimento de um novo benefício.

Foto divulgação

 Fonte: G1 Rondônia

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Bizarro

Veja a cabra que nasceu com “face humana” e está sendo reverenciada como “avatar de Deus”

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Uma cabra mutante com “face humana” está sendo reverenciada como um “avatar de Deus”. O animal nasceu em Nimodia, um vilarejo no Rajastão (Índia).

O dono, Mukeshji Prajapap, está exibindo orgulhosamente a cabra a vizinhos e visitantes, contou reportagem do “Daily Star”.

Especialistas acreditam que o animal sofra de um defeito congênito conhecido como ciclopia, na qual genes que, em circunstâncias normais, criam simetria facial, não conseguem se expressar adequadamente.

Recentemente, um bezerro nascido com grave deformidade em Bardhaman (Bengala Ocidental, Índia) atraiu grande número de fiéis hindus até morrer, aos 4 meses.

Fonte: Extra Globo
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