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Médicos encontram 700 larvas de tênia no cérebro e pulmões de chinês

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Um homem chinês diagnosticado com neurocisticercose tinha mais de 700 cisticercos da Taenia solium no cérebro e pulmões.

De acordo com a publicação, Zhu Zhongfa ingeriu ovos do parasita ao comer carne mal cozida. Uma semana mais tarde, ele passou a ter convulsões e deu entrada no hospital já com sinais de perda de consciência.

Exames mostraram que havia cisticercos espalhados pelo cérebro e em todo o pulmão. A grande quantidade surpreendeu o médico Huang Jianrong, do Hospital Afiliado da Faculdade de Medicina da Universidade de Zhejiang.

“Ele não apenas teve numerosas lesões ocupando o espaço do cérebro, mas também cistos nos pulmões e músculos do peito”, disse.

Segundo a revista, a primeira parte do tratamento, com a ingestão de antiparasitas, foi concluída com sucesso.

Essa publicação tem como fonte original: Uol Notícias

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Comunicado Escola Padre Ezequiel Ramim, Cartão Alimentação

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ATENÇÃO! A EEEFM PADRE EZEQUIEL RAMIN comunica aos responsáveis pelos alunos que possuem o BOLSA FAMÍLIA, que ainda não foram retirar o CARTÃO ALIMENTAÇÃO, para procurarem a escola, no período da manhã (das 8:00h às 12:00h) o mais rápido possível. Devem ter em mãos os documentos do responsável e do aluno e o Cartão Bolsa Família.

Fonte: Assessoria

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Energia que Transforma chega ao Parque Industrial Tancredo Neves com energia de qualidade e segura

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Fio: 70 famílias têm ligação regularizada pela Energisa depois de 25 anos de espera. Nova rede construída pode atender 200 residências.

As 70 famílias que moram no bairro Parque Industrial Tancredo Neves, em Vilhena, agora contam com energia elétrica de qualidade fornecida pela Energisa. O bairro existe há mais de 25 anos e muitos dos moradores contam que antigamente utilizavam velas e lamparinas. Depois, a maioria das residências passou a contar com ligações ilegais, que levava uma energia de má qualidade e sem segurança.

A casa de Domingos José dos Santos estava com uma ligação irregular há 10 anos, puxada de uma rede elétrica distante 300 metros. “Já queimei minha geladeira, o micro-ondas e a máquina, por causa do rabicho”, lembra.

Para atender esses moradores, foi construída uma rede capaz de abastecer 200 casas populares. A regularização é uma das ações do programa Energia que Transforma, que em 2020 prevê regularizar 3 mil clientes em todo estado.

“Já fizemos um esforço muito grande durante o ano de 2019, com cerca de 8.200 moradores de Rondônia regularizados. Agora, com o Energia que Transforma, estamos aumentando a capacidade do sistema de forma geral e acessando novas regiões, o que nos permite ampliar ainda mais o programa de regularização”, explica o diretor-presidente da Energisa Rondônia, André Theobald, responsável por um programa de investimentos de cerca de R$ 500 milhões no estado esse ano.

O gerente do Departamento de Construção e Manutenção da Distribuição, Alfredo João de Brito, explica que a regularização significa muito mais que legalizar o fornecimento de energia para o morador, com a colocação de uma rede confiável, do padrão de medição, representa cidadania. “Agora, os moradores vão ter um comprovante de residência, que é um documento necessário para abrir conta em banco, ser beneficiado por programas sociais, dentre outras coisas. Além de contar com uma energia de qualidade, com a tensão correta e segura”, frisou.

A ligação ilegal de energia oferece risco à segurança dos moradores e afeta a qualidade de fornecimento de energia elétrica. “Uma fiação feita sem cuidado e sem o dimensionamento da carga correto pode provocar a queima de eletrodomésticos, acidentes como choques, curtos-circuitos e até incêndios. Também pode provocar a falta de energia em outros imóveis, por causa das emendas dos rabichos”, explicou Alfredo.

A obra, que foi entregue nessa terça-feira (26), levou cerca de um mês e meio para ser concluída, seguindo todos os critérios técnicos estabelecidos pela Aneel e de segurança, inclusive no cuidado contra a Covid-19. “Nossos colaboradores utilizam máscaras de proteção fornecidas pela empresa, higienizam as mãos com frequência e observam o distanciamento entre as pessoas, especialmente dos clientes”, ressaltou o gerente.


Tamiris Barcellos Ribeiro Garcia
Anl Comunicacao I – GER COMUNIC MARKETING UNIDADE
tamiris.garcia@energisa.com.br

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Agronegócio

Horta em casa: em tempos de pandemia, como cultivar para uma boa alimentação

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Um dos benefícios de se plantar em casa é aumentar a gama de alimentos orgânicos consumidos.

Plantar em casa as mais diversas variedades de ervas para chás, temperos, legumes, verduras e frutas é uma boa alternativa para o bolso e para a saúde. Afinal, um pequeno espaço no quintal ou até mesmo no apartamento pode se transformar em uma hortinha e virar uma rotina que coloca alimento fresco à mesa. Em tempos de pandemia da Covid-19, esse cultivo caseiro além dos benefícios acima, também pode virar passatempo.

No caso de Rita Silva, de 53 anos, ter um espaço verde em qualquer canto alegra a casa e rende colheitas fartas. Com conhecimento passado de geração para geração, cultiva ervas para chás, temperos e até pé de figo no apartamento que mora em Uberlândia.

“Todo mundo pergunta por que eu tenho um pé de figo em casa. Pode não dar figo aqui no apartamento, sei que é complicado, mas é pelo prazer de ver sair do solo, do jeito que cresce. No apartamento, já plantei e colhi rabanete, cebolinha, cebola, alho, morango, batata doce, entre outros. Acho que uma casa sem planta fica sem graça, é como uma macarronada sem queijo”, contou a estudante de serviço sociais.

Luciano Caixeta durante atendimento a horta em Tupaciguara — Foto: Reprodução/Instagram

Luciano Caixeta durante atendimento a horta em Tupaciguara — Foto: Reprodução/Instagram

O professor e mestre do curso de Agronomia da Unipac, de Uberlândia, Luciano Caixeta, explicou que as hortas da região do Triângulo Mineiro são mais voltadas para temperos e ervas para chás. Cultivos que cabem em locais pequenos e crescem rápido.

“Na nossa região, as pessoas gostam muito de temperos caseiros, como salsinha, cebolinha, hortelã. São plantas que vão rápido. Mas também tem os tomatinhos cereja, que vão bem tanto em casa, quanto em pequenas hortas. Para chás, as pessoas gostam de hortelã, poejo, que cabem em uma sacada, em uma jardineira, e plantam em casa”, explicou o professor.

Benefícios

Um dos benefícios de se plantar em casa é aumentar a gama de alimentos orgânicos consumidos. A nutricionista de Uberlândia, Camilla Borges, reforçou esse discurso e vê motivação extra tanto para a pessoa que tem a iniciativa, quanto para a família na busca de novos hábitos na alimentação.

“Plantar em casa pode ser o início da mudança para as pessoas adotarem hábitos mais saudáveis na alimentação. Quem tiver criança em casa também é importante envolvê-la em todo o processo de construção da horta, do plantio, de colher o alimento, para que ela entenda de onde vem o alimento até chegar à nossa mesa. Isso permite que a gente desenvolva um novo hobby, uma atividade que faz bem para a saúde como um todo”, pontou a nutricionista.

Como plantar em casa

Além de um espaço, alguns itens são necessários para se cultivar uma horta em casa:

  • um vaso ou jardineira
  • pedriscos
  • e terra vegetal.

O próximo passo é escolher entre sementes e mudas. A incidência de luz solar também faz diferença.

“Em lojas de preços populares conseguimos encontrar jardineiras e pedriscos. O pedrisco vai no fundo da jardineira para não acumular água. Depois do pedrisco entra a terra vegetal por cima, aí já pode plantar. É bom lembrar que a maioria das culturas precisa de sol, como as hortaliças. Elas não podem pegar sombra. Se moro em um apartamento que não pega sol, apenas luminosidade, essas plantas não podem ser plantadas”, explicou Luciano Caixeta.

Rita Silva tem duas varandas em casa e escolhe a com mais incidência de luz solar em cada época do ano — Foto: Lucas Papel/G1

Rita Silva tem duas varandas em casa e escolhe a com mais incidência de luz solar em cada época do ano — Foto: Lucas Papel/G1

A vantagem dessas hortinhas é que elas resistem às épocas do ano, desde que sejam criadas condições para tal. A umidade, por exemplo, é outro fator a ser considerado ao iniciar uma plantação.

“Não tem muita época (para plantar). O tomate, por exemplo, não gosta de muita umidade. Se eu tenho uma sacada ou uma horta pequena eu consigo controlar essa água no tomate. Esse período agora é muito propício para as folhas, como rúcula, hortelã, alface, brócolis, couve-flor, porque não tem muita umidade”, completou o professor.

Um pouco de conhecimento com profissionais, livros ou buscas na internet também ajuda, assim como a troca de experiências com quem já cultiva. Rita Silva tem esse costume, mas traz ensinamentos, principalmente, da avó e da mãe.

“Fui aprendendo com os antigos. Morei com minha avó na adolescência e lá tinha muita planta. O café nosso era colhido no quintal. Tinha pêssego, figo, pés enormes, e uma horta. Minha mãe também gostava, plantava jiló e tomate que dava para distribuir para a cidade inteira (risos)”.

Dicas sobre chás e temperos

Muitas das ervas utilizadas na produção de chás são usadas para diminuir a ansiedade e a tensão. A nutricionista Camilla Borges também destaca outras propriedades, que podem estar plantadas no quintal ou na varanda de casa.

“Os chás de camomila, maracujá, capim-limão, valeriana, podem nos auxiliar a reduzir o estresse, a ansiedade, uma vez que esses chás têm propriedades ansiolíticas, sedativas e calmantes e podem ser muito úteis principalmente nesse momento que estamos vivendo. Outros chás como o chá verde, preto e mate, podem nos ajudar a ter mais disposição no dia a dia. De uma maneira geral, estudos mostram que os chás podem ter ação antioxidante, efeito protetor contra doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer”, comentou.

Chás de ervas caseiros têm inúmeras propriedades — Foto: Unsplash/Divulgação

Chás de ervas caseiros têm inúmeras propriedades — Foto: Unsplash/Divulgação

A receita caseira de Rita Alves é o chá de tanchagem, planta que atua contra diversas infecções, como a das vias respiratórias.

“O chá de tanchagem é simplesmente ferver a folha e tomar como se fosse um comprimido à noite. Se tiver sinusite e tomar, no outro dia sai tudo, descongestiona. Para a garganta, infecção urinária, ele é bom. Não existe uma proporção, é por rumo, igual os antigos. Se for muita folha, muita água, menos folha, menos água. Mas tem que usar as folhas mais velhas”, explicou Rita.

Dos chás para os temperos, cultivar plantas como alecrim, tomilho, orégano, hortelã, é uma boa saída para diminuir o consumo de sal na comida, que é muito alto pelos brasileiros, como explicou Camilla Borges.

“É importante que os temperos naturais substituam o sal na nossa alimentação. A Organização Mundial da Saúde recomenda que o consumo de sal diário seja equivalente a uma colher de chá (5g), e a média de consumo dos brasileiros é de 12g. O excesso do consumo de sal está ligado a hipertensão, problemas renais e infarto, por exemplo”, finalizou a nutricionista.

Por Lucas Papel, G1 Triângulo e Alto Paranaíba

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