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Inédito no Hp de Base garante a correção de lesão em vaso intracraniano

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Lucikeli sofreu um acidente e dois meses depois apareceram os sintomas

O Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro (HBAP), em Porto Velho, realizou o primeiro procedimento endovascular pelo Sistema Único de Saúde (SUS) de fístula carótido cavernosa. O procedimento que é um tipo de cateterismo, tratamento minimamente invasivo, foi realizado em uma paciente do município  Ji-Paraná.

Lucikeli Dias da Silva, de 34 anos, conta que no dia 18 de março sofreu um acidente de moto, ficou internada alguns dias com traumatismo craniano. Foi tratada e liberada, mas dois meses após o acidente começou a ter problemas com olho direito.

“Dois meses depois meu olho direito começou a ficar vermelho e inchado. Parecia conjuntivite, mas não melhorava com os remédios, depois a visão foi diminuindo até eu só ver tudo preto. Então o médico da minha cidade me encaminhou pro Hospital João Paulo II. Depois de me atenderem fui transferida pro Hospital de Base onde foi realizada a minha cirurgia”.

“Certamente por causa do traumatismo craniano causado no acidente, ela sofreu  o que chamamos de fratura de base de crânio, e essa fratura lesionou um vaso extremamente importante que está logo atrás dos olhos.” Explica o neurocirurgião da equipe do HBAP,  Dr. Johnathan Parreira, que atendeu a frentista e fez o procedimento.

proptose (esbugalhamento dos olhos), hiperemia conjuntival

Após 48 horas do procedimento minimamente invasivo

De acordo com o especialista este tipo de lesão pode levar à cegueira e causa sintomas como; proptose (esbugalhamento dos olhos), hiperemia conjuntival e paralisa a movimentação dos olhos.

“Como o sangue fluiu muito rápido onde circulava lentamente, as veias começaram a dilatar e isso fez com que olho aumentasse a pressão e ficasse mais vermelho. É o que chamamos de fistula arteriovenosa,  uma conexão ou passagem anormal entre uma artéria e uma veia, que no caso dela foi causado pela lesão do acidente”, concluiu o médico.

Esse tipo de trauma  classicamente é tratado através do sacrifício do vaso que foi lesionado através de uma  cirurgia aberta na região pescoço. O paciente teria que  aguarda 15 dias para o olho voltar ao normal, e caso não voltasse  seria necessário outro procedimento.

No entanto, com a estruturação da hemodinâmica do HBAP, foi possível realizar o tratamento, inédito pelo SUS em Rondônia, de forma menos invasiva,  sem cortes e abertura do crânio, por via endovascular, realizado por cateteres introduzidos através da virilha da paciente guiados por Raio X.

Lucikeli está fazendo os retornos que devem ser mensais até atingir 100% da recuperação. De acordo com o médico, a recuperação dela tem sido acelerada.

A paciente, por sua vez, agradeceu a equipe. “Eu sentia dor e já não estava mais enxergando. Agora, já está tudo bem, graças a Deus.”

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Texto: Dislene Queiroz
Fotos: Ítalo Ricardo
Secom – Governo de Rondônia

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Coronavirus

Alta Floresta: Mais 04 casos de COVID-19 são confirmados no município, totalizando 16 casos

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Neste sábado (06), mais 04 casos de COVID-19 (Coronavírus) foram confirmados pela Secretaria Municipal de Saúde (SEMSAU), totalizando 16 casos em Alta Floreta D’Oeste. Os casos foram confirmados 02 por Teste Rápido e 02 por Critério Clínico-epidemiológico.
CASOS NOTIFICADOS: 157
 
CASOS CONFIRMADOS: 16 (Sendo 03 pacientes curados e 13 casos em tratamento domiciliar)
 
CASOS SUSPEITOS: 18 
 
CASOS DESCARTADOS: 123 
 
Fonte: DECOM

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Coronavirus

Covid-19: Remédio para azia tem potencial para tratar casos leves

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Em estudo feito nos Estados Unidos apontou um medicamento usado para azia estomacal como potencial tratamento de pacientes diagnosticados com a Covid-19 e não intubados. As observações foram publicadas nesta quinta-feira (04/06) no BMJ Journals.

De acordo com os pesquisadores, a terapia oral com alta dose de famotidina melhorou os sintomas da Covid-19 e reduziu a chance de morte ou intubação de dez pessoas infectadas pelo coronavírus em tratamento no Centro Médico Irving e no Hospital Presbiteriano de Nova York, da Universidade Columbia. Todos começaram a tomar famotidina enquanto se sentiam mal.

O tratamento mais utilizado foi de 80 mg por três vezes ao dia, em média por 11 dias. Segundo o estudo, todos os pacientes relataram melhoria acentuada dos sintomas relacionados à doença – especialmente, tosse e falta de ar – no intervalo entre 24 e 48 horas após o início do tratamento com e os efeitos persistiram até 14 dias após o primeiro uso.

“Os resultados desta série de casos sugerem que a alta dose de famotidina oral é bem tolerada e associada a melhores resultados relatados pelos pacientes não hospitalizados com Covid-19”, concluíram os pesquisadores.

Dos dez pacientes, apenas três relataram eventos adversos. Dois apresentaram tontura; um deles teve percepções muito ocasionais de batimentos cardíacos acelerados, e o outro também teve pele seca e insônia. O terceiro relatou sintomas gastroenterológicos e esquecimento temporário. Os médicos lembraram que, além do esquecimento, todos esses efeitos colaterais estão listados nas informações de prescrição da famotidina.

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Coronavirus

Pessoas que testam positivo para covid-19 já saem com os remédios em mãos

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Á partir de hoje começou a ser distribuído na rede de saúde de todo o estado um kit com medicamentos para quem testar positivo nos teses rápidos. O kit para paciente de Covid-19  é composto por 04 medicamentos. 

Azitromicina de 500 mg, Ivermectina de 6 mg, Dipirona 500 mg e Cloroquina 150 mg. Além da receita médica, os pacientes também recebem orientações sobre o isolamento e as medidas que devem ser seguidas à risca além do uso dos remédios.

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