fbpx
Conecte-se conosco

Coluna Simpi

coluna simpi desta semana 15/10/19

Publicado

em

ANEEL mente e atrapalha o desenvolvimento do país

Com projeto e planejamento sendo elaborado por universidades tradicionais e de renome  por São Paulo e  Unir por Rondônia,  a pedido dos Simpi’s  com objetivo de propor ao Governo Federal  um plano de metas  para implantar  programa de  energias  alternativas para  1 milhão de pequenas empresas liberando desta forma o “Brasil para crescer “, perguntamos  Prof. Dr. Artur de Souza Moret  que assessora  o Simpi sobre o tema,  o que esperar  agora após a intenção  de corte   pretendido  pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL)  dos incentivos as empresas que produzem a própria energia , que nos responde –  “O pretexto de que há prejuízo para a sociedade  é mentirosa, engana a sociedade e, sobretudo, atrapalha o crescimento do país, porque milhões de Micro e Pequenas empresas não poderão mais economizar na conta de eletricidade”. E complementa – “Vamos lá, explicar direitinho para que vocês dirigentes e a população em geral  não sejam  enganados por mais esta empulhação que só vai beneficiar as distribuidoras que são as concessionárias de energia elétrica, que por sinal já ganham muito dinheiro vendendo eletricidade a um valor exorbitante”.  A Resolução no 482 de 2012 da ANEEL permitiu que toda auto- geração de eletricidade pudesse utilizar a rede da concessionária para injetar o excedente (de eletricidade) sem ser cobrado nada por esse uso. Esse é um fato importante.  Note que da afirmativa feita pela ANEEL ela esquece que  todo sistema é pago pelo auto gerador , assim  como não há custos  as concessionárias pela energia injetada na rede,  como  também não há  custo  para a geração de eletricidade e em  sua manutenção.  A única  resultante   da existência de se ter o auto gerador é  que ele  deixa de comprar eletricidade da empresa geradora e por isso translada investimentos de contratação de eletricidade. “Portanto, é mentira da ANEEL e das Concessionárias que quem paga a conta são os outros consumidores, ou seja, que conta? Que custo? , diz o professor.  A verdade é que milhões de micro e de pequenos empreendedores , bem como milhões de consumidores residenciais deixarão de gerar sua própria energia elétrica aumentando os custos de produtos, bem como deixando de investir, diminuindo a arrecadação e atrapalhando o desenvolvimento do País e a qualidade de vida das famílias Brasileiras. É a ANELL novamente trabalhando contra o Brasil.

MP da Liberdade Econômica agora é Lei

Depois de tramitar pelo Congresso Nacional, a Medida Provisória (MP) nº 881/2019 foi finalmente sancionada pelo Presidente da República e convertida na Lei nº 13.874/2019 que, em linhas gerais, estabelece as normas de proteção à livre iniciativa e ao livre exercício de atividade econômica, bem como e disposições sobre a atuação do Estado como agente normativo e regulador. Especialistas afirmam que essa legislação veio mesmo para desburocratizar, introduzindo uma série de inovações relevantes, a saber: isenção de alvarás para pequenos negócios; cartão de ponto passa ser exigido apenas para empresas com mais de 20 empregados; criação do ponto por exceção (só bate o cartão na hora extra); surge a Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) eletrônica; o patrimônio do empresário não responderá por dívidas da empresa; documentos podem ser arquivados apenas de modo digital; criada a sociedade com apenas um único sócio (sem as restrições da modalidade já vigente de Empresa Individual de Responsabilidade Limitada – EIRELI); e o fim do eSocial e do Bloco K.

Uma das novidades é o fim da chamada “desconsideração da personalidade jurídica”, ou seja, os bens dos sócios não mais responderão por dívidas da empresa, a não ser em casos devidamente comprovados de desvio de finalidade – utilização da empresa para lesar credores ou prática de atos ilícitos – ou de “confusão patrimonial”, definido como: pagamento usual pela empresa de dívidas do sócio/administrador ou vice-versa; transferência de patrimônio ou de dívidas sem efetivas operações financeiras; e outros atos desvirtuados do objeto social da empresa.

Em suma, trata-se de uma legislação que traz mudanças benéficas para a melhoria da competitividade das empresas brasileiras, não só garantindo maior segurança jurídica, mas por criar um ambiente menos hostil aos negócios. De acordo com estudo realizado pelo governo, estima-se que, com a implementação dessas medidas, poderemos chegar a um crescimento de 4% na geração de empregos no país, num período de até 15 anos.

Acordos trabalhistas: novidades

Recentemente, ocorreram duas relevantes novidades no campo trabalhista. Uma delas é a recente decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST), determinando que os acordos trabalhistas extrajudiciais deverão ser homologados com cláusula de quitação geral do contrato de trabalho, não mais cabendo ao juiz interferir ou determinar quais as verbas estariam ou não resolvidas. “Embora criada pela Reforma Trabalhista, essa norma não estava sendo cumprida pela Justiça do Trabalho, pois, seguindo a lógica de considerar empregados como hipossuficientes, ainda que assistidos por advogados, não permitia a homologação ou fazia apenas de modo parcial”, explica Piraci Oliveira, um dos especialistas jurídicos do SIMPI.

Outra novidade importante é o advento da Lei nº 13.876/2019, determinando que os acordos trabalhistas, tanto amigáveis como pela via judicial, não poderão mais discriminar todas as verbas apenas como sendo indenizatórias, caso existam valores de natureza remuneratória (como férias, 13º salário e horas-extras), cabendo sobre esses a incidência da Contribuição Previdenciária e o Imposto de Renda. “A nova norma acaba com uma prática corriqueira de estabelecer todo o valor acordado como indenização e, portanto, isentas de tributação”, explica o advogado, dizendo que, com essa mudança, o governo espera arrecadar R$ 20 bilhões em 10 anos.

Caixa Econômica libera empréstimo para MEI

Quem é microempreendedor individual (MEI) e deseja ter acesso a uma linha de crédito mais barata para expansão e desenvolvimento dos negócios, pode contar com o empréstimo para MEI ofertado pela Caixa Federal. Além de juros mais baixos as condições de pagamento são diferenciadas e com valor máximo de R$ 15.000. Os requisitos para a contratação do empréstimo para MEI  é  o empresário ter renda bruta de no máximo R$ 60 mil por ano, não ter participação em outra empresa (por exemplo, sócio, titular ou administrador), ter até um funcionário cuja remuneração seja o salário mínimo ou o piso da categoria e estar legalizado como microempresário.

É importante ressaltar que a quantia a ser liberada no empréstimo não poderá ser superior ao valor necessário para atender ao plano de negócio da microempresa. O  solicitante deverá comparecer em qualquer agência Caixa ou em instituições parceiras, portando o  certificado de condição do Microempreendedor Individual  os documentos pessoais e o comprovante de endereço residencial do MEI. A seguir, o microempreendedor irá preencher a Ficha de Cadastro de MEI para finalizar o pedido, que será submetido à análise da Caixa. Assim que a solicitação for aprovada, o crédito será depositado automaticamente em conta. Ao contratar o empréstimo da Caixa, o MEI terá tributação diferenciada junto ao banco. Além disso, ele ficará isento de tarifas como taxa do registro da concessão de alvará, primeira anuidade do cartão de crédito e encargos cadastrais e de manutenção da conta corrente durante um ano.Para mais informações sobre o serviço, basta ligar para o SAC Caixa, pelo número 0800 726 0101. O atendimento ocorre 24 horas, todos os dias.

Dica: Um  outro segredo para vender mais

Como sempre falamos, um outro segredo é entender as necessidades do seu cliente. Quando você consegue entender o que o seu cliente precisa, você consegue fechar vendas. Para isso, faça uma lista (nem que seja mentalmente) e tenha a disciplina de sempre procurar agregar valor aos seus clientes. Veja algumas sugestões de como isso pode funcionar?

Como o meu produto pode economizar tempo, energia ou dinheiro para o meu cliente?

  • Como o meu produto pode proteger seus investimentos, sua operação ou seu patrimônio pessoal?
  • Como meu produto pode reduzir seus riscos, seus gastos ou seus problemas?
  • Como meu produto pode melhorar sua imagem, seu relacionamento ou sua notoriedade?
  • Como meu produto pode aumentar seu lucro, sua satisfação ou sua confiança?
  • O que meu produto pode fazer para trazer mais clientes para o meu cliente?
  • O que meu produto pode fazer para atender, satisfazer e reter mais clientes para meu cliente?

Estes são apenas alguns exemplos de como agregar valor e que transformam vantagens em benefícios.

Clique para comentar

Deixe seu comentário

Coluna Simpi

Coluna Simpi -“Balcão Único” chega para simplificar a abertura de empresas

Publicado

em

Em pouco mais de nove horas, mais de 3,5 milhões de chaves foram cadastradas no Pix, o novo sistema de pagamentos instantâneos operado pelo Banco Central (BC)

Um fenômeno chamado PIX 

Em pouco mais de dois meses, o Pix, nova forma de pagamentos instantâneos, soma 40 milhões de usuários com 50 milhões de contas ativas e 90 milhões de chaves cadastradas. Os números são do Banco Central, que investiu na tecnologia para estimular a concorrência entre os bancos e instituições financeiras. Para Fábio Henrique Bittes Terra, professor de Economia da Universidade Federal do ABC, os números são bastante impressionantes. “Foi uma grande adesão levando em consideração a novidade do sistema. Até o final de 2020, o Pix havia movimentado quase R$ 30 bilhões, a maior parte por pessoas físicas”, afirma o professor, em entrevista ao programa “A Hora e a Vez da Pequena Empresa”. 

Até pouco tempo, para terem acesso ao dinheiro, as pessoas precisavam ir até o banco. Com o Pix, o dinheiro circula, mas permanece no sistema bancário, explica Terra. “Na prática, os bancos deixam de receber tarifas nas transações tradicionais – uma perda de receita estimada em 8% –, em contrapartida, um contingente maior de recursos permanece no sistema financeiro para empréstimos pessoais, grande produto dos bancos”. 

Quem perde com o Pix? De acordo com o professor, as grandes prejudicadas são as maquininhas de cartão. “Hoje, essas operadoras fazem a ligação entre consumidor, loja e sistema financeiro. O Pix elimina esse intermediário.” Outro impacto, segundo Terra, será a médio prazo para os fundos de antecipação de recebíveis. “Quando uma transação é feita por maquininha, o vendedor não recebe de imediato. Ele utiliza serviços de antecipação de receita e paga uma taxa por isso. Como o Pix, o recebimento é instantâneo e sem taxas, pelo menos por enquanto”, explica. Cartões de crédito não devem ser afetados porque oferecem a vantagem do prazo para pagamento e opções de parcelamento. 

Segundo Terra, há 735 instituições financeiras e de pagamento atuando no Pix. Uma pessoa pode ter até cinco chaves em bancos ou instituições financeiras distintas. O professor aconselha diversificar. “O melhor a fazer é distribuir as chaves entre diferentes bancos ou instituições financeiras, pois estimula a concorrência e aumenta o poder de barganha do cliente”, acrescenta. Por fim, apesar de seguro, o sistema não está livre de fraudes. “O Banco Central não envia mensagens solicitando códigos de segurança para validação”, alerta. Informações cadastrais e dados pessoais nunca devem ser informados a terceiros. 

Assista:https://youtu.be/FSQdDI3Bx-w 

“Balcão Único” chega para simplificar a abertura de empresas 

Ministério da Economia acaba de lançar o “Balcão Único”, um sistema que permite a qualquer cidadão abrir uma empresa de forma simples e automática, reduzindo o tempo e os custos para iniciar um negócio no Brasil. 

Os empreendedores poderão abrir uma empresa muito mais rapidamente, sem burocracia, sem perda tempo com exigências e deslocamentos desnecessários, resolvendo tudo em um só lugar. Trata-se de inovação e simplificação importante para o ambiente de negócio brasileiro, que busca reduzir o número de procedimentos para abrir pessoas jurídicas no país. Com o Balcão Único, a coleta de todos os dados necessários para o funcionamento da empresa é feita pelo preenchimento de um formulário eletrônico único, disponível na internet. 

Empréstimo para MEI pelo Sebrae: saiba tudo 

os microempreendedores individuais  terão a oportunidade de usufruir de um crédito para investir no seu negócio.  O programa leva o nome de Super MEI, e prevê o limite de crédito irá variar de R$300 até R$20 mil com taxa de juros nula tanto para MEI quanto para produtores rurais, com prazo de pagamento de 36 meses. É necessário para MEI,  que tanto o CPF quanto o CNPJ estejam sem restrições. O dinheiro do empréstimo será para uso empresarial, só pode ter utilidade para outros fins, e para solicitar e simples, sendo necessário procurar o SEBRAE de sua cidade munido dos documentos pessoais e do MEI . Além de todos os documentos citados, o interessado deve verificar se o empréstimo está disponível em sua região, pois o Sebrae tenha limitado o empréstimo para algumas regiões. 

Projeções econômicas 

De acordo com o economista Roberto Luis Troster, a projeção para 2021 é de crescimento próximo a 4%, índice que não elevará a economia ao mesmo nível de 2019, mas recupera boa parte do que foi perdido em 2020. Para o dólar, a cotação fica abaixo dos R$ 5 até o final do ano e a taxa Selic em torno de 4%, igualando ao nível da inflação do ano, acredita. “O maior desafio será o emprego. Hoje são 14 milhões de desocupados e outros 8 milhões que não estão procurando trabalho, totalizando 22 milhões de pessoas à margem do mercado”. Troster alerta ainda para perda de competitividade do Brasil: “empresas não estão se instalando no Brasil num momento em que o fluxo de investimentos no mundo está aumentando”, afirma. Assista:https://youtu.be/xXL8nQp0Eos 

Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais 

Todas as empresas estão sujeitas à fiscalização e aplicação de multas de acordo com os critérios da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais. As regras em vigor se aplicam a pessoas jurídicas de natureza pública ou privada, inclusive micro e pequenas empresas. Entretanto, não há previsão de tratamento diferenciado, embora assim determine a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas, lembra o advogado Marcos Tavares Leite. Assista:https://youtu.be/5YnHVs8R714 

Fim do auxilio emergencial: um problema para ser resolvido por todos 

De acordo com dados do Portal da Transparência, cerca de 53,9 milhões de brasileiros devem ficar sem renda para sobreviver em meio à pandemia. Sabemos que grande parte destas pessoas tinha uma renda mínima e com muita dificuldade tocaram a vida, com a esperança de que tudo melhorasse. Mas uma grande maioria não tem para onde correr, e vão ter muitas dificuldades, pois a pandemia permanece.  

Como consequência pelo nº muito grande de empreendedores no programa, podemos ter em curto prazo a quebra da cadeia produtiva e o desabastecimento. 

Com o problema agravado, O SIMPI decidiu se mobilizar para ajudar esses empreendedores. O presidente do Simpi, Leonardo Sobral  explica sobre isso. “A situação é terrível. Vemos de um lado um estado sem recursos, e de outro uma oposição política  bastante selvagem. Não duvido nada de aproveitarem e colocarem os brasileiros de bem, mas com fome, a invadir casas e supermercados. Para isso os do setor produtivo que podem fazer algo, devem se organizar e ajudar o Brasil, ou se sacrificando e contratando  mais pessoas, ou   vendendo produtos com mais prazo para comercialização, ou se organizando   em  fundações para distribuição de alimentos para os Meis e seus funcionários.  O Simpi  já está organizando um grupo de 100 empresários  para doarem  cestas básicas, para contratação extra de pessoal  ou de colocação de produtos a prazo, organização feita  pelo Banco do Povo”, relata ele. 

Continue lendo

Coluna Simpi

Coluna Simpi: Fim do auxilio emergencial: um problema para ser resolvido por todos

Publicado

em

De acordo com dados do Portal da Transparência, cerca de 53,9 milhões de brasileiros devem ficar sem renda para sobreviver em meio à pandemia. Sabemos que grande parte destas pessoas tinha uma renda mínima e com muita dificuldade tocaram a vida, com a esperança de que tudo melhorasse. Mas uma grande maioria não tem para onde correr, e vão ter muitas dificuldades, pois a pandemia permanece. 

Agora, quais as consequências disso? De acordo com o presidente do SIMPI Rondônia, Leonardo Sobral, isso “trará a curto prazo a quebra da cadeia produtiva e o desabastecimento. Os Meis hoje são mais de 11 milhões no Brasil, e note a importância deste segmento para fazer a roda girar. Quando os produtos saem das fabricas e vão para o comercio e daí para o consumidor final, passam antes por vários processos de compras e vendas de vários insumos de vários produtos que vem de várias fabricas ou de vários produtores rurais, e com muitos comerciantes na ponta final. Forma-se neste processo uma grande engrenagem com vários dentes. Quando um dos fornecedores falha, ou por falta de insumo, ou por falta de crédito, ou por falta de energia, a cadeia de produção para. É como a pequena construtora quer fazer o telhado, mas não ter telhas para comprar”, diz Leonardo. E aí que está o problema. Muitos Meis estavam neste programa, e fizeram parte de um programa que para o setor, foi feito de forma errada.

 O Banco Central e a Receita Federal têm dados do que todos produzem. E poderia fazer melhor, se ao invés de programas de financiamento como PRONAMPE que passa pelos bancos, o dinheiro fosse depositado direto nas contas das pequenas empresas, até porque os órgãos de fiscalização e controle sabem quem é quem neste jogo, completa. Assim o capital faria a engrenagem continuar funcionando, pois seria induzido a produção.

Com o problema agravado, O SIMPI decidiu se mobilizar para ajudar esses empreendedores. Leonardo explica mais sobre isso. “A situação é terrível. Vemos de um lado um estado sem recursos, e de outro uma oposição política bastante selvagem. Não duvido nada de aproveitarem e colocarem os brasileiros de bem, mas com fome, a invadir casas e supermercados. Para isso os do setor produtivo que podem fazer algo, devem se organizar e ajudar o Brasil, ou se sacrificando e contratando mais pessoas, ou   vendendo produtos com mais prazo para comercialização, ou se organizando   em fundações para distribuição de alimentos para os Meis e seus funcionários.  O Simpi já está organizando um grupo de 100 empresários para doarem cestas básicas, para contratação extra de pessoal ou de colocação de produtos a prazo, organização feita pelo Banco do Povo”, relata ele.

Por: Leonardo Sobral

Continue lendo

Coluna Simpi

Coluna Simpi – Sustentabilidade – responsabilidade de todo

Publicado

em

Sustentabilidade – responsabilidade de todos

O conceito de sustentabilidade vem da ideia do desenvolvimento sustentável, um processo irreversível iniciado na década de 80, a partir do relatório das Nações Unidas que mapeou o desenvolvimento de empresas e países. “Chegou-se à conclusão de que estávamos utilizando muito mais recursos do que dispomos. Em outras palavras, é como se estivéssemos explorando vários planetas quando temos apenas um”, explica Monica Kruglianskas, coordenadora de Sustentabilidade da Fundação Instituto de Administração (FIA), em entrevista ao programa “A Hora e a Vez da Pequena Empresa”.

Assim, teve início um movimento para que as empresas, grandes responsáveis pela utilização de recursos naturais, por vezes não renováveis, possam se desenvolver sem destruir. O objetivo é permitir às próximas gerações as mesmas oportunidades quando chegar a vez deles, explica Monica. “A sustentabilidade corporativa vem da necessidade de criar modelos de negócios mais adequados para empresas de todos os setores e tamanhos”.

Segundo a especialista, organizações fora deste movimento podem ser classificadas no conceito de externalidade: quando a produção e o lucro geram impacto negativo no ambiente ou na saúde das pessoas, mas a empresa não arca com esse custo, que acaba ficando para a sociedade, governos e sistemas públicos.

No mundo todo, governos estão se atualizando, punindo empresas irresponsáveis e aplicando impostos altos para forçar a mudança. Também a sociedade está se conscientizando e investidores já cobram das empresas para que ajam de forma responsável. “Questões como estas se convertem em licenças para operar, ou seja, se a empresa não se atualizar, estará fora do mercado. Para a especialista, os pequenos empresários levam vantagem: sustentabilidade requer inovação de processos, o que pode acontecer de maneira muito rápida em negócios menores. “É comum grandes empresas buscarem parceiros inovadores nas micro e pequenas”, conclui. Assista: https://youtu.be/qlrB6iZZo9Q

Declaração anual do MEI já começou

O período para a entrega da declaração anual já começou. Caso o MEI não faça a declaração no período regular, ficará sujeito a uma multa por atraso no envio da declaração, que será expedida pela Receita Federal. O empreendedor também deve examinar se, no ano de 2020, ultrapassou o seu faturamento em até 20%, para transmitir a Declaração Anual do MEI em janeiro e recolher o valor da multa do excedente, gerada na transmissão da declaração, além de proceder com a migração para microempresa e evitar recolhimentos retroativos. O prazo para o enquadramento vai até o dia 29 de janeiro. Se tem dificuldades em fazer sua declaração, procure o Simpi, lá faz para você.

Consequências da pandemia para empresas do Simples

Todo final de ano, a Receita Federal faz uma auditoria para identificar empresas do Simples Nacional com débitos tributários. Os inadimplentes são orientados a regularizar até 31 do mês de janeiro seguinte, sob pena de exclusão. Excepcionalmente, neste início de 2021 isso não ocorrerá em razão da pandemia, informa o advogado Piraci Oliveira. “Entretanto, caso tenha havido distribuição de lucro em 2020, existindo débito tributário, a penalidade é de até 50% do lucro distribuído, limitado ao saldo da dívida apontada” alerta o advogado.

Retomada, inflação e taxa de câmbio

Na avaliação de Ricardo Rocha, professor de Finanças do Insper, a retomada da economia está em curso. “Se o governo fizer um acerto no Congresso para o ajuste fiscal e as vacinas se mostrarem seguras, voltaremos a crescer. A economia chinesa, que é um termômetro mundial, já está voltando”. Para ele a inflação pode ser um problema, pois, em função da pandemia, muitas atividades empresariais foram reduzidas e estoques zerados. “Em casos de retomada muito rápida, há sempre a tentativa de recuperação de preços. Portanto, muita cautela às empresas: controle seu estoque e diversifique fornecedores”, aconselha. Otimista, ele afirma que, se houver recuperação, teremos boa surpresa com a taxa de câmbio.

Continue lendo
--Publicidade--
--Publicidade--

Publicidades

Agronegócio

Policial

Internacional

Tendências

Copyright © 2020 Portal de Notícias Floresta Notícias. Todos Direitos Reservados.

%d blogueiros gostam disto: