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Manifestantes atacam emissora de TV e jornal em Quito

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Manifestantes atacaram as instalações da Teleamazonas e do jornal El Comercio em meio aos distúrbios que estouraram neste sábado (12) em Quito e que levaram o governo a declarar toque de recolher na capital.

A Teleamazonas interrompeu sua programação para reportar o ataque. “Vândalos queimam instalações”, noticiou o canal que permanece transmitindo, enquanto o El Comercio denunciou no Twitter que sua sede foi atacada “por um grupo de desconhecidos”.

O movimento indígena, que lidera o protesto contra ajustes econômicos do governo, negou que seus militantes estejam envolvidos nestes atos, bem como no ataque, mais cedo, ao prédio da Controladoria.

“Nos desvinculamos dos fatos ocorridos na Controladoria e @teleamazonasec”, escreveu no Twitter.

O canal desalojou 25 funcionários e não reportou vítimas. Os atacantes atearam fogo ao estacionamento e imagens da emissora mostraram um veículo destruído.

“Por cerca de meia hora fomos atacados, começaram a apedrejar, forçar as portas e em seguida a atirar bombas incendiárias”, relatou no ar Milton Pérez, jornalista e apresentador da emissora.

O El Comercio não deu maiores detalhes sobre o ataque à sua sede no sul da capital.

As duas ações ocorreram em um dia violento das manifestações iniciadas há 11 dias contra o governo.

O presidente Lenín Moreno impôs toque de recolher e a militarização de Quito a partir das 15H00 locais (17H00 de Brasília).

Fonte: Msn

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Senador Marcos Rogério contraria posição da OMS e defende reabertura irrestrita de templos religiosos

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O membro do Congresso disse: “Nada há de incomum no âmbito das igrejas. Não há, portanto, justificativa, nem de longe, para adoção de medidas extremas como se estivéssemos vivendo estado de exceção…”.

O senador de Rondônia Marcos Rogério, do DEM, defendeu publicamente a reabertura irrestrita dos templos religiosos, contrariando o posicionamento da Organização Mundial de Saúde (OMS) voltado ao protocolo de isolamento social em decorrência da pandemia desencadeada pelo Coronavírus (COVID-19/SARS-CoV-2). Em determinado trecho da manifestação, o congressita chega a chamar a medida de “estado de exceção”, alegando, ainda, não haver justificativa, nem de longe, “para adoção de medidas” que denominou como extremas. O Coronavírus já matou, no mundo todo, 83.471 pessoas; no Brasil, 688; e em Rondônia, com poucos casos confirmados, uma cidadã já faleceu em decorrência da enfermidade.

CONFIRA O DISCURSO DE MARCOS ROGÉRIO:

Fonte: Rondoniadinamica
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Prefeitura de Cacoal publica decreto que regulamenta atividade comercial até 11 de abril

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Por decisão do decreto estadual e a pedido do Ministério Público, prefeitura voltou a restringir o comércio em Cacoal. Podem funcionar apenas atividades consideradas essenciais.

Reprodução

A prefeitura de Cacoal (RO) divulgou na última terça-feira (7) um novo decreto que regulamenta o funcionamento do comércio devido a pandemia do novo coronavírus. Apenas atividades essenciais estão permitidas no município até o dia 11 de abril.

No último domingo (5), um documento havia sido publicado flexibilizando as medidas de isolamento e permitindo a volta de algumas atividades comerciais, no entanto, por recomendação do Ministério Público de Rondônia e decisão do decreto estadual de calamidade pública, que só permite a reabertura do comércio nos municípios a partir do dia 12 de abril, a prefeitura voltou o funcionamento apenas a atividades essenciais.

Segundo o decreto estão proibidos eventos de qualquer natureza com mais de cinco pessoas, incluindo cultos de qualquer religião; o funcionamento de espaços de lazer como cinemas, teatros, bares, clubes, academias, banhos, balneários, casas de shows e boates; funcionamento de galerias, lojas, shopping centers e centros comerciais; além da permanência e trânsito de pessoas em áreas de lazer e convivência, pública ou privada.

Podem funcionar neste período estabelecimentos do ramo alimentício, de materiais de saúde e da construção civil; agências bancárias, cooperativas de crédito e lotéricas; serviços funerários e clínicas de atendimento na área da saúde; comércio de produtos agropecuários, pet shops e postos de combustíveis; hotéis e restaurantes às margens das rodovias; escritório de contabilidade, de advocacia e cartórios; indústrias, fábricas, frigoríficos, laticínios e armazéns, lojas de máquinas e implementos agrícolas; entre outros.

Os estabelecimentos que podem permanecer abertos devem adotar medidas de precaução como limitar o fluxo de pessoas, manter distância mínima entre funcionários e clientes e a desinfecção diária de equipamentos e utensílios em geral.

Fonte: G1 RO – Em Geral

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Ciência

Pesquisa identifica medicamentos que podem combater o coronavírus

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Sem nomes revelados, medicamentos acessíveis mostraram eficácia

Foto: © REUTERS/Thomas Peter/Direitos Reservados – Agência Brasil

O Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) está testando medicamentos que podem auxiliar no combate ao coronavírus. A organização vinculada ao ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) está procurando substâncias que possam ser usadas contra o vírus SARS-Cov-2. A pesquisa acontece em substâncias já regulamentadas para uso no Brasil.

Segundo a pesquisadora Daniela Trivella, entre os 2 mil medicamentos analisados na primeira etapa de testes, dois mostraram resultados promissores. O CNPEM não divulga quais são para evitar automedicação. Porém, de acordo com Daniela, ambas as substâncias têm várias características que podem permitir o uso contra a doença. “São economicamente acessíveis, bem tolerados em geral, comumente utilizados por pessoas dos mais diversos perfis e, um deles, inclusive, está disponível em formulação pediátrica”, enumerou.

Estão sendo avaliados medicamentos dos mais diversos tipos: analgésicos, anti-hipertensivos, antibióticos, diuréticos entre outros. A pesquisadora explica que os experimentos feitos em laboratório buscam identificar substâncias que inibam a replicação do vírus dentro do corpo. “Passo fundamental para impedir ou reduzir a infecção viral”, enfatiza.

A partir dos resultados obtidos até agora, as duas substâncias que obtiveram bom desempenho continuarão ser testadas em células para novas avaliações. “Acreditamos que em cerca de duas semanas teremos os resultados que devem anteceder os testes clínicos”, acrescenta Daniela. Será feito, então, um relatório que reunirá as informações colhidas em laboratório com aquilo que já se sabe sobre os efeitos desses medicamentos em seres humanos.

Esse documento vai embasar testes clínicos, em pessoas infectadas com o vírus, que podem ser feitos dentro da Rede Vírus, iniciativa do MCTIC que reúne centros de pesquisa que estão procurando formas de combater o coronavírus.

Fonte: Agência Brasil

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