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Maquinários usados para extração ilegal de minérios em área indígena são destruídos

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Ação aconteceu nesta semana durante extensão da Operação Verde Brasil. Ninguém foi preso.

Operação aconteceu nesta semana na Terra Indígena Roosevelt. — Foto: Polícia Federal/Divulgação

Maquinários encontrados dentro da Terra Indígena Roosevelt, em Espigão D’Oeste (RO), foram destruídos durante uma ação de fiscalização de equipes da Polícia Federal (PF), Força Aérea Brasileira (FAB) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) nesta semana. Os materiais eram usados para extração ilegal de minérios dentro da reserva. Ninguém foi preso.

De acordo com a PF, os trabalhos, sendo a extensão da Operação Verde Brasil, que objeta o controle das queimadas na Amazônia, foram feitos no interior da região alvo da ação com objetivo de frear o garimpo ilegal. No total, 40 agentes participaram da operação.

A ação faz parte da Garantia da Lei e da Ordem (GLO) assinada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Parte de maquinários foram destruídos durante ação. — Foto: Polícia Federal/Divulgação

Parte de maquinários foram destruídos durante ação. — Foto: Polícia Federal/Divulgação

Entre os objetos apreendidos, há três pás carregadeiras, 11 motobombas d’água, dois geradores, 10 barracos, duas motocicletas e uma arma de fogo com munições.

Parte dos materiais foram destruídos após o Ibama fazer a autuação dos materiais.

Ainda conforme a PF, nenhuma pessoa foi presa. Entretanto, dados foram coletados e as autuações feitas pelo Ibama serão usadas nas investigações que apuram possível prática de crimes de usurpação de bens da União e ambientais.

Maquinários foram destruídos durante extensão da Operação Verde Brasil. — Foto: Polícia Federal/Divulgação

Maquinários foram destruídos durante extensão da Operação Verde Brasil. — Foto: Polícia Federal/Divulgação

Ação contou com auxílio de equipes da PF, FAB, Exército e Ibama. — Foto: Polícia Federal/Divulgação

Ação contou com auxílio de equipes da PF, FAB, Exército e Ibama. — Foto: Polícia Federal/Divulgação

Fonte: g1/Ro

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Brasil terá nova gasolina a partir de agosto; combustível será mais caro, mas deixará veículos mais econômicos

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Nova gasolina estreia no Brasil em agosto — Foto: Marcelo D. Sants/Framephoto/Estadão Conteúdo

A partir de 3 de agosto, a gasolina vendida no Brasil deverá seguir novas especificações definidas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), que regula o setor.

As mudanças valem para a gasolina tipo C (comum) e premium, aquela indicada pelas fabricantes de carros esportivos.

Na prática, o combustível terá melhor qualidade e deixará os carros mais eficientes – reduzindo o consumo de combustível e as emissões de poluentes.

Por outro lado, o litro da gasolina ficará mais caro, de acordo com a Petrobras. Ainda não há uma estimativa de qual será o aumento.

“Em termos finais de custo, acreditamos que será mais positivo, porque poderá rodar mais com menos”, afirmou Anelise Lara, diretora da Petrobras em uma transmissão da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA).

Ou seja, apesar de o motorista pagar mais pelo combustível, o veículo rodará mais quilômetros com um litro de gasolina.

Para Everton Lopes, mentor de tecnologia em energia da SAE Brasil (Sociedade de Engenheiros da Mobilidade), a melhoria no consumo do veículo irá compensar o custo mais alto para abastecer. “Há previsões de que os veículos devem ter a performance melhorada, chegando a 3% ou 4% (na economia de combustível)”, disse.

Além disso, a nova gasolina ainda deve ajudar na redução de emissões.

“Cada litro consumido gera uma quantidade de CO2. E, com 4% menos consumo, as emissões também caem 4%”, completou.

O que há de novo

Entre as novidades, estão a introdução de uma massa específica mínima de 715 kg/m³ para a gasolina. A massa específica é a quantidade de uma substância em um determinado volume.

No momento, não há exigência de uma específica mínima, mas Everton Lopes afirma que a gasolina produzida no Brasil já estava próxima dessa marca. “Porém, nas importadas, havia o risco de vir com massa menor”, completa.

Segundo o engenheiro:

“Quando a massa específica é muito baixa, há menor conteúdo energético por litro, então o consumo aumenta”.

Além disso, Silvio Shizuo, professor de Engenharia Mecânica do Centro Universitário FEI, ressalta o benefício de se estabelecer uma densidade para a gasolina. “É importante ter a padronização, saber se está boa ou ruim. Também facilita a fiscalização”, disse.

Outra novidade é a adoção de um novo padrão na contagem da octanagem da gasolina. O octano é o nível de resistência à combustão dentro do motor.

“Quanto maior a quantidade de octanos, mais resistente o combustível é à queima, e mais próximo do melhor nível de eficiência ele vai estar”, diz Lopes.

Na hora que o combustível é comprimido pelo pistão dentro do cilindro, há um ponto ideal para a combustão. Se a octanagem é mais alta, essa explosão acontece em um ponto onde o pistão é impulsionado com mais força para baixo, melhorando, assim, o desempenho do veículo

Por outro lado, se uma gasolina tem pouca octanagem, a explosão acontece de forma precoce, prejudicando o desempenho.

Dois padrões

Atualmente, havia apenas um padrão de medição da octanagem, chamado de MON. com octanagem mínima de 82. Agora, a gasolina também deverá seguir a metodologia RON, mais adequada aos motores modernos, com octanagem mínima de 92.

A partir de janeiro de 2022, o índice sobe para 93.

Shizuo acredita que a nova forma de aferição ainda deixa a gasolina brasileira mais próxima da europeia. “Eles divulgavam o MON e o IDA (média entre os dois padrões), enquanto o mais usado lá fora era o RON”.

Só que o aumento nos octanos não deve representar um ganho real no desempenho. No entanto, além da economia de combustível, a octanagem mais alta ajuda vai ajudar a preservar os motores.

A gasolina comum ainda ficará abaixo do combustível premium, que passará de 91 octanos, no padrão RON, para 97. Esse tipo de combustível especial, além de ser mais caro, normalmente é recomendado pelas fabricantes de carros esportivos, que desenvolvem seus motores para essa octanagem mais alta.

Além do maior número de octanos, a gasolina premium também possui menor índice de etanol anidro (sem água). A proporção, inclusive, não sofrerá alterações, e segue em 27% na gasolina C (comum e aditivada) e 25% na premium.

A gasolina aditivada, como o nome já diz, um combustível comum, acrescido de aditivos, seguirá o mesmo padrão de mudanças da gasolina tipo C.

A Anfavea, associação das fabricantes, diz que a nova especificação é “um avanço importante na direção critérios internacionais modernos”.

“Estes critérios permitem que os novos motores possam ser projetados com características mais econômicas, menos poluentes e com melhor desempenho. Sem dúvida, é um passo importante na melhoria do combustível e, consequentemente, dos futuros veículos. Mesmo para os veículos atualmente em campo, a nova gasolina poderá causar menos depósitos no motor, aumentando sua vida útil”, concluiu.

Fonte: G1

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Taxa de ocupação de leitos de UTI na rede SUS cai para 78,2% em Rondônia

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Houve uma queda de 6,4% na taxa de ocupação de leitos desde sexta-feira (3). Estado tem mais de 140 leitos de UTI ocupados com pacientes.

A Secretaria de Estado de Rondônia (Sesau) divulgou, nesta segunda-feira (6), que os leitos de UTI estão 78,2%. A última atualização indicou uma queda de 6,4%% na taxa de ocupação de leitos de tratamento intensivo para Covid-19 na rede do SUS, em comparação com sexta-feira (3).

Dos 188 leitos de UTI em Rondônia, segundo a Sesau, 144 estão ocupados com pacientes confirmados ou com suspeita da Covid-19. Há 40 vagas disponíveis e quatro leitos de UTI estão bloqueados.

Os dados são referentes as unidades municipais e estaduais. Ao todo, os hospitais da rede SUS contam com 14 hospitais em Rondônia, divididos em macrorregião de saúde 1 e 2.

Veja a taxa de ocupação por macrorregião:

  • Macrorregião I (Porto Velho) – 82,98%
  • Macrorregião II (Cacoal) – 65,96%

Ampliação de leitos de UTI

A taxa de ocupação caiu depois que o estado ativou 10 leitos de UTI, na sexta-feira. Essas novas vagas são no Hospital Estadual de Campanha e cinco no Hospital Cândido Rondon em Ji-Paraná (RO), na região central, segundo o secretário Fernando Máximo.

Na semana passada o estado ultrapassou os 95% de ocupação dos leitos de UTI.

Casos e mortes por Covid-19 em RO

Rondônia registrou sete mortes pelo novo coronavírus no domingo (5) e já soma 555 óbitos, segundo dados divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesau). O estado também chegou aos 23.479 casos confirmados do vírus.

Porto Velho continua sendo a cidade com maior número de infectados: registrando 14.119 diagnósticos da doença e 382 óbitos. Em seguida está Ariquemes (1.511), Guajará-Mirim (1.449) e São Miguel do Guaporé (718).

Fonte: G1/RO

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Alta Floresta: Ótimas notícias sobe para 99 o nº de curados e cai para 23 em tratamento

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A Secretaria Municipal de Saúde (SEMSAU), divulgou mais um boletim referente a este domingo (05) sobre o COVID-19 em Alta Floresta D’Oeste, onde mais 01 caso foi
registrado como positivo, totalizando 122 casos confirmados.
Veja os números:
Casos confirmados: 122
Alta Floresta: SEMSAU divulga boletim do COVID19 referente a este domingo
Casos curados: 99
Casos suspeitos: 53
Casos em tratamento: 23
Casos descartados: 438
Casos notificados: 613
Caso confirmado e internado: 01
Suspeitos internados: 03
Fonte – Decom

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