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Ipem alerta consumidores comprem brinquedos com selo do Inmetro

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A operação ‘Dia das Crianças’ foi deflagrada pelo Ipem na última semana

Com a chegada do mês das crianças a procura por brinquedos e produtos voltados aos pequenos aumenta. E para garantir a segurança e proteção, tanto do consumidor quanto dos empresários que adquirem esses produtos, o Instituto de Pesos e Medidas do Estado de Rondônia (Ipem/RO) deflagrou no dia 31 de setembro a operação ‘Dia das Crianças’, para fiscalizar comércios e lojas que comercializam produtos infantis.

O objetivo da operação segundo o especialista em metrologia do Ipem, Igor Argento é reduzir a quantidade de produtos piratas que oferecem riscos ao consumidor.

“ Em anos anteriores apreendemos mais de quatro mil produtos irregulares que estavam sendo comercializados, sem certificação do Inmetro”, destacou Igor Argento, especialista em metrologia do Ipem.

 

OPERAÇÃO DIA DAS CRIANÇAS

O Ipem Rondônia representa o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). As operações acontecem por meio de denúncias da população, ou seguindo um cronograma. A operação ‘Dia das Crianças’ realizada durante os dias 31 a 04 de outubro, levou equipes para as ruas da capital. O trabalho consiste em verificar uma série de produtos, buscando certificar a qualidade do mesmo.

O mototaxista Rui Vacir elogiou o trabalho do governo e das equipes do Ipem

Segundo o especialista, várias denúncias acerca de produtos falsificados, sem certificações e de qualidade inferior chegam à ouvidoria do Ipem, por meio de ligações no número: 3216-5943 ou pelo site: ipem.ro.gov.br

O trabalho das equipes deixou o mototaxista Rui Vacir admirado. Ele que é pai de uma menina de cinco anos de idade, se diz tranquilizado em saber que produtos irregulares estão saindo de circulação. “O Ipem e o governo do estado estão de parabéns. Eu mesmo já vi crianças com brinquedos sem nenhuma orientação e especificação de idade. E se o pai não souber dos direitos, pode colocar a vida do filho em risco”, ressaltou.

COMO A FISCALIZAÇÃO É FEITA

O Ipem é um órgão que tem poder de polícia administrativa e pode por lei fiscalizar e apreender produtos que estejam irregulares. As equipes atuam com base no diálogo e de forma pacífica realizam as fiscalizações sem causar danos ao consumidor ou ao proprietário do local. Se for identificada a presença de produtos irregulares, nesse caso sem especificações de idade, composição do produto, e selo do Inmetro, o produto é recolhido e destruído.

“A destruição do produto é a única forma de impedir que ele volte a ser comercializado. Um produto sem o selo do Inmetro pode causar alergias, e propiciar acidentes ao consumidor. Nossa função é evitar que o consumidor leve para casa um produto danificado, ou se qualidade”, alertou o especialista.

CIDADÃO QUE FISCALIZA

Embora seja importante a atuação do Ipem, o maior fiscalizador ainda é o consumidor que na maioria das vezes está de frente com o problema. A servidora pública, Tainny Vieira Nunes diz que não compra brinquedos que não possuem selo do Inmetro. “Quem é mãe ou pai sabe que quando se trata de crianças é preciso redobrar a atenção. Eu sempre olho a faixa etária do brinquedo, analiso a qualidade e vejo se ele oferece riscos ao meu filho. Hoje em dia não dá de esperar só pelos órgãos, a gente tem que fiscalizar também”, avaliou.

A ouvidoria do Ipem funciona diariamente. O órgão atua com a fiscalização de instrumentos e processos de medição e na avaliação da qualidade dos produtos comercializados. Além do trabalho, os servidores prestam orientações a população e aos empresários. O contato da ouvidoria do órgão é através do número 3216-5943 ou pelo site: ipem.ro.gov.br.

Fonte
Texto: Anayr Celina
Fotos: Marcos Estolano
Secom – Governo de Rondônia

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Destaques

Comunicado Escola Padre Ezequiel Ramim, Cartão Alimentação

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ATENÇÃO! A EEEFM PADRE EZEQUIEL RAMIN comunica aos responsáveis pelos alunos que possuem o BOLSA FAMÍLIA, que ainda não foram retirar o CARTÃO ALIMENTAÇÃO, para procurarem a escola, no período da manhã (das 8:00h às 12:00h) o mais rápido possível. Devem ter em mãos os documentos do responsável e do aluno e o Cartão Bolsa Família.

Fonte: Assessoria

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Energia que Transforma chega ao Parque Industrial Tancredo Neves com energia de qualidade e segura

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Fio: 70 famílias têm ligação regularizada pela Energisa depois de 25 anos de espera. Nova rede construída pode atender 200 residências.

As 70 famílias que moram no bairro Parque Industrial Tancredo Neves, em Vilhena, agora contam com energia elétrica de qualidade fornecida pela Energisa. O bairro existe há mais de 25 anos e muitos dos moradores contam que antigamente utilizavam velas e lamparinas. Depois, a maioria das residências passou a contar com ligações ilegais, que levava uma energia de má qualidade e sem segurança.

A casa de Domingos José dos Santos estava com uma ligação irregular há 10 anos, puxada de uma rede elétrica distante 300 metros. “Já queimei minha geladeira, o micro-ondas e a máquina, por causa do rabicho”, lembra.

Para atender esses moradores, foi construída uma rede capaz de abastecer 200 casas populares. A regularização é uma das ações do programa Energia que Transforma, que em 2020 prevê regularizar 3 mil clientes em todo estado.

“Já fizemos um esforço muito grande durante o ano de 2019, com cerca de 8.200 moradores de Rondônia regularizados. Agora, com o Energia que Transforma, estamos aumentando a capacidade do sistema de forma geral e acessando novas regiões, o que nos permite ampliar ainda mais o programa de regularização”, explica o diretor-presidente da Energisa Rondônia, André Theobald, responsável por um programa de investimentos de cerca de R$ 500 milhões no estado esse ano.

O gerente do Departamento de Construção e Manutenção da Distribuição, Alfredo João de Brito, explica que a regularização significa muito mais que legalizar o fornecimento de energia para o morador, com a colocação de uma rede confiável, do padrão de medição, representa cidadania. “Agora, os moradores vão ter um comprovante de residência, que é um documento necessário para abrir conta em banco, ser beneficiado por programas sociais, dentre outras coisas. Além de contar com uma energia de qualidade, com a tensão correta e segura”, frisou.

A ligação ilegal de energia oferece risco à segurança dos moradores e afeta a qualidade de fornecimento de energia elétrica. “Uma fiação feita sem cuidado e sem o dimensionamento da carga correto pode provocar a queima de eletrodomésticos, acidentes como choques, curtos-circuitos e até incêndios. Também pode provocar a falta de energia em outros imóveis, por causa das emendas dos rabichos”, explicou Alfredo.

A obra, que foi entregue nessa terça-feira (26), levou cerca de um mês e meio para ser concluída, seguindo todos os critérios técnicos estabelecidos pela Aneel e de segurança, inclusive no cuidado contra a Covid-19. “Nossos colaboradores utilizam máscaras de proteção fornecidas pela empresa, higienizam as mãos com frequência e observam o distanciamento entre as pessoas, especialmente dos clientes”, ressaltou o gerente.


Tamiris Barcellos Ribeiro Garcia
Anl Comunicacao I – GER COMUNIC MARKETING UNIDADE
tamiris.garcia@energisa.com.br

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Agronegócio

Horta em casa: em tempos de pandemia, como cultivar para uma boa alimentação

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Um dos benefícios de se plantar em casa é aumentar a gama de alimentos orgânicos consumidos.

Plantar em casa as mais diversas variedades de ervas para chás, temperos, legumes, verduras e frutas é uma boa alternativa para o bolso e para a saúde. Afinal, um pequeno espaço no quintal ou até mesmo no apartamento pode se transformar em uma hortinha e virar uma rotina que coloca alimento fresco à mesa. Em tempos de pandemia da Covid-19, esse cultivo caseiro além dos benefícios acima, também pode virar passatempo.

No caso de Rita Silva, de 53 anos, ter um espaço verde em qualquer canto alegra a casa e rende colheitas fartas. Com conhecimento passado de geração para geração, cultiva ervas para chás, temperos e até pé de figo no apartamento que mora em Uberlândia.

“Todo mundo pergunta por que eu tenho um pé de figo em casa. Pode não dar figo aqui no apartamento, sei que é complicado, mas é pelo prazer de ver sair do solo, do jeito que cresce. No apartamento, já plantei e colhi rabanete, cebolinha, cebola, alho, morango, batata doce, entre outros. Acho que uma casa sem planta fica sem graça, é como uma macarronada sem queijo”, contou a estudante de serviço sociais.

Luciano Caixeta durante atendimento a horta em Tupaciguara — Foto: Reprodução/Instagram

Luciano Caixeta durante atendimento a horta em Tupaciguara — Foto: Reprodução/Instagram

O professor e mestre do curso de Agronomia da Unipac, de Uberlândia, Luciano Caixeta, explicou que as hortas da região do Triângulo Mineiro são mais voltadas para temperos e ervas para chás. Cultivos que cabem em locais pequenos e crescem rápido.

“Na nossa região, as pessoas gostam muito de temperos caseiros, como salsinha, cebolinha, hortelã. São plantas que vão rápido. Mas também tem os tomatinhos cereja, que vão bem tanto em casa, quanto em pequenas hortas. Para chás, as pessoas gostam de hortelã, poejo, que cabem em uma sacada, em uma jardineira, e plantam em casa”, explicou o professor.

Benefícios

Um dos benefícios de se plantar em casa é aumentar a gama de alimentos orgânicos consumidos. A nutricionista de Uberlândia, Camilla Borges, reforçou esse discurso e vê motivação extra tanto para a pessoa que tem a iniciativa, quanto para a família na busca de novos hábitos na alimentação.

“Plantar em casa pode ser o início da mudança para as pessoas adotarem hábitos mais saudáveis na alimentação. Quem tiver criança em casa também é importante envolvê-la em todo o processo de construção da horta, do plantio, de colher o alimento, para que ela entenda de onde vem o alimento até chegar à nossa mesa. Isso permite que a gente desenvolva um novo hobby, uma atividade que faz bem para a saúde como um todo”, pontou a nutricionista.

Como plantar em casa

Além de um espaço, alguns itens são necessários para se cultivar uma horta em casa:

  • um vaso ou jardineira
  • pedriscos
  • e terra vegetal.

O próximo passo é escolher entre sementes e mudas. A incidência de luz solar também faz diferença.

“Em lojas de preços populares conseguimos encontrar jardineiras e pedriscos. O pedrisco vai no fundo da jardineira para não acumular água. Depois do pedrisco entra a terra vegetal por cima, aí já pode plantar. É bom lembrar que a maioria das culturas precisa de sol, como as hortaliças. Elas não podem pegar sombra. Se moro em um apartamento que não pega sol, apenas luminosidade, essas plantas não podem ser plantadas”, explicou Luciano Caixeta.

Rita Silva tem duas varandas em casa e escolhe a com mais incidência de luz solar em cada época do ano — Foto: Lucas Papel/G1

Rita Silva tem duas varandas em casa e escolhe a com mais incidência de luz solar em cada época do ano — Foto: Lucas Papel/G1

A vantagem dessas hortinhas é que elas resistem às épocas do ano, desde que sejam criadas condições para tal. A umidade, por exemplo, é outro fator a ser considerado ao iniciar uma plantação.

“Não tem muita época (para plantar). O tomate, por exemplo, não gosta de muita umidade. Se eu tenho uma sacada ou uma horta pequena eu consigo controlar essa água no tomate. Esse período agora é muito propício para as folhas, como rúcula, hortelã, alface, brócolis, couve-flor, porque não tem muita umidade”, completou o professor.

Um pouco de conhecimento com profissionais, livros ou buscas na internet também ajuda, assim como a troca de experiências com quem já cultiva. Rita Silva tem esse costume, mas traz ensinamentos, principalmente, da avó e da mãe.

“Fui aprendendo com os antigos. Morei com minha avó na adolescência e lá tinha muita planta. O café nosso era colhido no quintal. Tinha pêssego, figo, pés enormes, e uma horta. Minha mãe também gostava, plantava jiló e tomate que dava para distribuir para a cidade inteira (risos)”.

Dicas sobre chás e temperos

Muitas das ervas utilizadas na produção de chás são usadas para diminuir a ansiedade e a tensão. A nutricionista Camilla Borges também destaca outras propriedades, que podem estar plantadas no quintal ou na varanda de casa.

“Os chás de camomila, maracujá, capim-limão, valeriana, podem nos auxiliar a reduzir o estresse, a ansiedade, uma vez que esses chás têm propriedades ansiolíticas, sedativas e calmantes e podem ser muito úteis principalmente nesse momento que estamos vivendo. Outros chás como o chá verde, preto e mate, podem nos ajudar a ter mais disposição no dia a dia. De uma maneira geral, estudos mostram que os chás podem ter ação antioxidante, efeito protetor contra doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer”, comentou.

Chás de ervas caseiros têm inúmeras propriedades — Foto: Unsplash/Divulgação

Chás de ervas caseiros têm inúmeras propriedades — Foto: Unsplash/Divulgação

A receita caseira de Rita Alves é o chá de tanchagem, planta que atua contra diversas infecções, como a das vias respiratórias.

“O chá de tanchagem é simplesmente ferver a folha e tomar como se fosse um comprimido à noite. Se tiver sinusite e tomar, no outro dia sai tudo, descongestiona. Para a garganta, infecção urinária, ele é bom. Não existe uma proporção, é por rumo, igual os antigos. Se for muita folha, muita água, menos folha, menos água. Mas tem que usar as folhas mais velhas”, explicou Rita.

Dos chás para os temperos, cultivar plantas como alecrim, tomilho, orégano, hortelã, é uma boa saída para diminuir o consumo de sal na comida, que é muito alto pelos brasileiros, como explicou Camilla Borges.

“É importante que os temperos naturais substituam o sal na nossa alimentação. A Organização Mundial da Saúde recomenda que o consumo de sal diário seja equivalente a uma colher de chá (5g), e a média de consumo dos brasileiros é de 12g. O excesso do consumo de sal está ligado a hipertensão, problemas renais e infarto, por exemplo”, finalizou a nutricionista.

Por Lucas Papel, G1 Triângulo e Alto Paranaíba

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