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Agronegócio

Idaron alerta sobre a importância da certificação das mudas de café

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Se não comprar em viveiros certificados, o produtor corre o risco de introduzir na lavoura uma praga de difícil controle.

O período de chuva está se iniciando, época em que os produtores de café aproveitam para o plantio de mudas em novas áreas e renovação da lavoura. Para garantir a produtividade e a manutenção da alta qualidade do produto no Estado, o Governo de Rondônia, através da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia (Idaron), alerta para o controle da produção das mudas e as exigências que o agricultor deve fazer na hora de adquirir a planta.

“A primeira coisa que o produtor deve exigir do viveiro é que ele apresente a Permissão de Trânsito de Vegetais (PTV) e a nota fiscal. Ambas podem ser emitidas diretamente no site da Agência Idaron”, explica Renê Suaiden Parmejiani, Fiscal Estadual Agropecuário e coordenador da Fiscalização de Sementes e de Mudas.

As exigências, além de atender ao Programa Oficial de Prevenção e Controle de Nematoides das Galhas (Meloidogyne spp.) em mudas de café, que é reconhecido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), garantem ao produtor maior qualidade na produção e melhor resultado na colheita, com frutos economicamente competitivos. “O processo de Certificação Fitossanitária é rígido e incide diretamente sobre a lavoura, uma vez que garante a produção de mudas livres de nematoides”, salienta Renê Parmejiani, acrescentando que todo o processo está em conformidade com a Portaria 558/16, da Agência Idaron.

“Vale ressaltar que, se não comprar em viveiros certificados, o produtor corre o risco de introduzir na lavoura uma praga de difícil controle que, invariavelmente, resultará em prejuízos econômicos e queda na produção”, avalia o técnico.

Segundo ele, para o cafeicultor que está em busca de mudas, a Agência Idaron, além de realizar o controle da produção de mudas de café de alta qualidade, disponibiliza no site oficial, a lista de viveiristas inseridos no processo de Certificação Fitossanitária de Origem. “Assim o cafeicultor pode garantir a procedência das mudas e evitar colocar em risco a sanidade da lavoura e de toda a produção”. Caso o produtor encontre irregularidades, ele pode comunicar à Agência Idaron através do Disk Idaron 0800-643 4337.

Fonte
Texto: Toni Francis
Fotos: Idaron
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Abate de Bovinos cai e o de Suínos e Frangos sobem no último Trimestre de 2019

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Foram 8,04 milhões de bovinos abatidos no quarto trimestre do ano passado

O abate de bovinos caiu 1,8% e o de suínos e frangos subiu 6,1% e 2,8%, respectivamente, no último trimestre de 2019, em comparação com o mesmo período do ano anterior, de acordo com os resultados preliminares da Estatística da Produção Pecuária, divulgado pelo IBGE. Já em relação ao terceiro trimestre de 2019, o abate de bovinos reduziu 5,4%, o de frangos caiu 1% e o de suínos subiu 1,5%.

Os dados completos da pesquisa, incluindo o fechamento do ano e os resultados regionais, serão apresentados em 19 de março.

No último trimestre do ano passado, foram abatidas 8,04 milhões de cabeças de bovinos, com uma produção total de 2,08 milhões de toneladas de carcaças, uma alta de 5,1% em relação ao trimestre anterior e de 0,5% em comparação com o quarto trimestre de 2018.

O abate de suínos alcançou 11,87 milhões de cabeças, chegando ao peso acumulado das carcaças de 1,06 milhão toneladas, com altas de 7,8% em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior e de 0,4% em relação ao 3° trimestre de 2019.

Já o abate de frangos chegou a 1,46 bilhão de cabeças, com peso acumulado de 3,36 milhões de toneladas. Na comparação trimestral, o número representou queda de 2,6% e, frente ao último trimestre de 2018, o acréscimo foi de 0,8%.

A aquisição de leite cru feita pelos estabelecimentos que atuam sob inspeção sanitária municipal, estadual ou federal foi de 6,64 bilhões de litros no último trimestre de 2019, uma queda de 0,9% em relação ao mesmo período do ano anterior, mas um aumento de 5,5% com o terceiro trimestre do ano.

Já a produção de ovos de galinha bateu outro recorde ao alcançar 981,54 milhões de dúzias, um crescimento de 1,7% na comparação trimestral e de 4,3% na anual.

A pesquisa mostra ainda que os curtumes que trabalham com, pelo menos, cinco mil unidades inteiras de couro por ano receberam 7,88 milhões de peças no quarto trimestre do ano passado. Essa quantidade foi 12,4% menor na comparação com o mesmo período de 2018 e 8,2% menor do que a registrada no terceiro trimestre do ano passado.

Fonte: Agro Rondônia

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Agronegócio

Governo encaminha projeto de fábrica de gelo para piscicultura

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Fábrica de gelo em escama deve atender o setor de piscicultura em Rondônia

Em reunião na sexta-feira (14) com o secretário de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Jorge Seif Junior, em Brasília, o governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha, encaminhou pedido para aquisição de uma fábrica de gelo em benefício da piscicultura estadual.

A crescente produção de pescado no estado amazônico foi objeto da demanda, para que seja construída uma unidade de fabricação de gelo em escamas em um município rondoniense. Inicialmente, a ideia é que a fábrica de gelo seja em um município no centro da produção para atender a produtores locais e de regiões vizinhas.

O coronel Marcos Rocha explicou que, desta forma, mais peixes podem ser comercializados e vai estimular incremento de produção.

“A piscicultura é uma bandeira de Rondônia há anos, e todos podem ver o quanto este negócio é importante para o pequeno, médio ou grande produtor, para o nosso Estado e para o Brasil”, disse.

Seif apoiou o projeto e explicou que há alguns anos o MAPA está evitando fomentar as fábricas, pois diversos projetos não foram implementados corretamente. “Vimos vários projetos fora da realidade local e os custos de energia elétrica e água inviabilizaram o uso. Além disso, é necessário avaliar o valor de manutenção que também pode ser suficiente para o produtor não usar o empreendimento”, afirmou. Para o secretário a maioria das fábricas virou um elefante branco que não tem mais utilidade.

O governador propôs que a Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri) possa concluir o estudo de viabilidade da fábrica alinhada com a real necessidade da produção. “A Seagri tem estimulado há muito tempo a produção de pescados e vai ser extremamente precisa nos números”, definiu.

O secretário Jorge Seif orientou que, junto a estes dados, o governo esteja atento ao período no qual será aberto o cadastro de projetos do Sistema de Convênios do Governo Federal (Siconv). Seif ainda pediu para que, simultaneamente, o governador verifique a possibilidade de que parlamentares indiquem emendas para a construção da fábrica, pois os recursos do Ministério foram diminuídos em 2020.

Ainda no encontro, o secretário de Aquicultura do Mapa afirmou que no mês de setembro será realizada mais uma edição do evento de distribuição de tambaqui rondoniense na esplanada.

Rondônia tem área superior a 15.800 hectares de espelhos de água com produção superior a 95 mil toneladas por ano.

Também participaram da reunião o secretário-chefe da Casa Militar, Coronel Valdemir Góes, e a assessora da Secretaria de Aquicultura e Pesca, Danielle Blanc.

Fonte
Texto: Alex Nunes
Fotos: Alex Nunes
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Raio mata 5 cabeças de gado em Ministro Andreazza, RO

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Proprietário diz que bois estavam tentando se proteger da chuva; prejuízo estimado é de R$ 8 mil. Sipam diz que é comum na Amazônia.

Foto: Reprodução/Admilson José da Costa

Cinco bois morreram após serem atingidos por um raio na tarde de domingo (16), em Ministro Andreazza (RO), a 476 quilômetros de Porto Velho. O proprietário dos animais, Admilson José da Costa, conta que os bois estavam se protegendo da chuva quando foram atingidos.

“Os bois estavam debaixo de um pé de manga quando o raio caiu. Perdemos cinco cabeças”, diz o produtor. Segundo ele, o prejuízo financeiro foi de de R$ 8 mil, em média.

Admilson diz que não é a primeira vez que bois dele morrem após serem atingidos por raio. “Há 14 anos perdemos 24 cabeças de gados. Mas dessa vez eles não estavam de baixo da árvore, mas na beira da cerca”, relembra.

Ao G1, o meteorologista Marcelo Gama, do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), informou ser comum nesta época do ano ter um número maior de raios, mas não são contabilizados.

“Não temos sensores para contabilizar o número de raios na região, mas nesse período de chuva é muito comum essas descargas elétricas. É uma situação comum em toda a Amazônia”

Fonte: G1 RO

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