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Usar computador mais de três horas por dia pode causar série de problemas visuais

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Irritação, vermelhidão, ressecamento, além de sensação de corpo estranho nos olhos são alguns dos sintomas de que algo não vai bem com a saúde ocular

Pessoas que usam computador ou tablet por longa duração estão mais propensas a desenvolver um quadro de problemas visuais, sobretudo se o tempo de exposição for superior a três horas por dia – o que aumenta essa probabilidade em 90%. A estimativa é da Sociedade Brasileira de Oftalmologia (SOB), que ainda aponta a miopia como uma das principais consequências disso. Ainda de acordo com o levantamento da entidade, os alvos da chamada Síndrome Visual Relacionada a Computador (SVRC) costumam ser crianças e jovens.

Isso porque são justamente essas pessoas que ficam mais tempo em frente ao computador, seja realizando atividades escolares, jogando ou acessando redes sociais. De acordo com o médico oftalmologista do DayHORC, empresa do Grupo Opty, Marcos Oliveira, o grande vilão para a saúde ocular são as luzes azuis emitidas por esses aparelhos – extremamente prejudiciais aos olhos, a longo prazo, já que podem causar degeneração na mácula (área da retina responsável pela visão de detalhes).

Dentre os principais sintomas que podem ser desencadeados pela SRVC estão sensação de corpo estranho, dor, irritação, vermelhidão, visão turva e ressecamento nos olhos. “A grande preocupação da síndrome são as doenças correlatas e uma possível ‘epidemia’ de miopia, no futuro, caso não seja reavaliado o uso adequado dos equipamentos eletrônicos”, afirma Marcos Oliveira.

Sobre o Opty

O Grupo Opty nasceu em abril de 2016, a partir da união de médicos oftalmologistas apoiados pelo Pátria Investimentos, que deu origem a um negócio pioneiro no setor oftalmológico do Brasil. O grupo aplica um novo modelo de gestão associativa que permite ampliar o poder de negociação, o ganho em escala e o acesso às tecnologias de alto custo, preservando a prática da oftalmologia humanizada e oferecendo tratamentos e serviços de última geração em diferentes regiões do País. No formato, o médico mantém sua participação nas decisões estratégicas, mantendo o foco no exercício da medicina.

Atualmente, o Grupo Opty é o maior grupo de oftalmologia da América Latina, agregando 14 empresas oftalmológicas, 1500 colaboradores e mais de 450 médicos oftalmologistas. O Instituto de Olhos Freitas (BA), o DayHORC (BA), o Instituto de Olhos Villas (BA), a Oftalmoclin (BA), o Hospital Oftalmológico de Brasília (DF), o Hospital de Olhos INOB (DF), o Hospital de Olhos do Gama (DF), o Centro Oftalmológico Dr. Vis (DF), o Hospital de Olhos Santa Luzia (AL), o Hospital de Olhos Sadalla Amin Ghanem (SC), o Centro Oftalmológico Jaraguá do Sul (SC), a Clínica Visão (SC), o HCLOE (SP) e a Visclin Oftalmologia (SP) fazem parte dos associados, resultando em 30 unidades de atendimento. Visite www.opty.com.br.

Assessoria de Imprensa / DayHORC:

Lume Comunicação Integrada / www.lumecomunicacao.com.br

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EUA avisam população para se preparar para o coronavírus

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‘Estamos pedindo para os americanos se prepararem para a expectativa de que pode ser ruim’, disse autoridade do Centro de Controle e Prevenção de Doenças.

Novo coronavírus: Trump pede ao Congresso fundo bilionário contra doença

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos informou nesta terça-feira (25) que os americanos devem se preparar para a chegada do novo coronavírus ao país. “Estamos pedindo para os americanos se prepararem para a expectativa de que pode ser ruim”, disse um oficial do CDC.

“A questão não é se o coronavírus vai chegar aos Estados Unidos, mas quando”, declarou a diretora do Centro Nacional de Imunização e Doenças Respiratórias do CDC, Nancy Messonnier.

Ela disse que as autoridades de saúde pública não têm ideia se a propagação da doença nos Estados Unidos é leve ou grave, mas que os americanos devem estar prontos para uma perturbação significativa em suas vidas diárias.

O secretário de Saúde Alex M. Azar disse ao Senado que “é um desafio mundial à saúde sem precedentes e potencialmente grave”.

Segundo ele, os departamentos de saúde federais e locais precisarão de até 300 milhões de máscaras para profissionais de saúde e ventiladores adicionais para hospitais se prepararem para um grande surto de coronavírus.

“Não podemos hermeticamente isolar os Estados Unidos de um vírus”, disse Azar. “E precisamos ser realistas sobre isso.”

O presidente norte-americano Donald Trump disse nesta terça-feira em entrevista coletiva na Índia que os Estados Unidos são capazes de se proteger contra a propagação do coronavírus. “Acho que toda a situação começará a dar certo”, disse.

Na segunda-feira, o governo Trump solicitou a liberação de US$ 2,5 bilhões ao Congresso para impedir a propagação do vírus – US$ 1,25 bilhão para novos fundos de emergência e desvio de outros US$ 1,25 bilhão de outros programas federais.

Casos nos EUA e no mundo

Os últimos números oficiais mostram que existem 53 casos confirmados de Covid-19 nos EUA, dos quais 36 correspondem a passageiros do cruzeiro Diamond Princess, que foi ancorado no Japão e repatriado na semana passada.

Enquanto isso, a China, o epicentro da doença, tem agora mais de 77 mil casos e mais de 2,6 mil mortes, enquanto o número de infecções e mortes continua subindo em outros países, com destaque para as situações de Coreia do Sul, Irã e Itália.

O Brasil ainda não teve casos confirmados. Até a última atualização do Ministério da Saúde, na segunda-feira (24), quatro casos estavam sendo monitorados como suspeitos para o novo coronavírus: três em São Paulo e um no Rio de Janeiro

OMC descarta pandemia

Os mais de 80 mil casos a nível mundial levaram a Organização Mundial de Saúde (OMS) a classificar o surto de Covid-19 como “emergência internacional”, descartando pandemia. O CDC diz que a doença está se espalhando e evoluindo rapidamente, tornando inevitável que ela se espalhe pelo território americano.

Além disso, o centro recomendou que seja feito um planejamento porque a esperada propagação por todo o país culminará com perturbações significativas na vida cotidiana devido, por exemplo, ao fechamento de escolas e creches.

Nancy Messonnier afirmou aos repórteres que ela própria se sentou com a sua família hoje cedo para discutir medidas de prevenção e como estar preparada caso as escolas não funcionem.

Em uma tentativa de aliviar a situação, o Centro Médico da Universidade de Nebraska (UNMC) iniciou testes clínicos para avaliar a segurança e eficácia de um antiviral em adultos hospitalizados após terem sido diagnosticado com Covid-19, informou terça-feira o Instituto Nacional de Saúde.

O primeiro paciente neste primeiro teste é um homem que foi repatriado após ser colocado em quarentena no Diamond Princess e se voluntariou para participar do estudo.

Do número total de casos de coronavírus nos EUA, além dos 36 que estavam a bordo do cruzeiro, outros três também foram repatriados, mas neste caso da província chinesa de Wuhan, o epicentro da epidemia.

Os 14 casos restantes correspondem a pessoas diagnosticadas em solo americano, oito dos quais foram identificados na Califórnia e duas em Illinois. Massachusetts, Arizona, Wisconsin e Washington State têm, cada um, um caso.

Entre todos esses relatos houve dois casos de infecção local, um na Califórnia e outro em Illinois.

Fonte: G1

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Urgente: Itália tem toque de recolher por coronavírus e cresce alerta global

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O país decretou toque de recolher em 11 municípios em que casos de coronavírus foram confirmados

Foto: AFP

Os alertas mundiais sobre coronavírus entraram em um novo patamar nas últimas 48 horas, com mais relatos fora da China, toques de recolher e fechamento de fronteira. “O Covid-19 (nome técnico do novo coronavírus) já põe em risco a economia mundial”, disse no domingo Kristalina Georgieva, chefe do Fundo Monetário Internacional, na reunião do G-20.

O presidente chinês, Xi Jinping, admitiu que o país vive sua maior crise sanitária desde 1949, quando se iniciou o regime comunista, e considerou que houve “deficiências” no combate inicial. O vírus, relatado no fim de dezembro em Wuhan, já causou 2.445 mortes e contaminou 78 mil.

No entanto, o ritmo de avanço nos relatos diminuiu na China – e passou a preocupar mais em outros países. A Coreia do Sul, com 602 casos de contágio, é quem mais preocupa. E o presidente, Moon Jae-in, considera que os “próximos dias serão essenciais para o controle”.

Além disso, frente à multiplicação de casos no Irã, que já teve 8 mortes, Turquia, Jordânia, Paquistão e Afeganistão fecharam fronteiras e restringiram suas viagens.

A Itália decretou toque de recolher em 11 municípios em que casos de coronavírus foram confirmados – afetando cerca de 60 mil pessoas.

O famoso carnaval de Veneza foi cancelado na tentativa de impedir a propagação do vírus. O número de diagnosticados com coronavírus no país é de 152 – foram reladas três mortes.

Autoridades da região norte, onde se concentram os casos, decidiram fechar escolas, museus, teatros, cinemas. Até mesmo a catedral de Milão – o célebre Duomo – foi fechada.

França, Suíça e Áustria informaram estar em alerta com a situação no país vizinho. O ministro da Saúde francês, Olivier Veran, considera “muito provável” que surjam mais casos no país.

Futuro

Um estudo do Imperial College de Londres, recém-divulgado, estima que “dois terços dos infectados com o coronavírus na China não foram detectados antes de deixar o país”.

A Organização Mundial da Saúde (OMS), por sua vez, passou a ver “com cuidado” relatos envolvendo pessoas que não estiveram na China. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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 Fonte: Isto É

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