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Agronegócio

Em Rondônia, florada do café indica que os frutos estão prestes a surgir

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Através do Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF), as propriedades rurais do município de Nova Brasilândia do Oeste, interior de Rondônia, estão coloridas com a florada do café clonal, o que significa que os frutos estão prestes a surgir.

Nova Brasilândia possuiu cerca de 153 hectares de área plantada com o café conilon, esse total é apenas referente ao PNCF. De acordo com coordenadora de Unidade Técnica Estadual da Secretária de Estado da Agricultura (Seagri), Fabiana Back Locks, a expectativa é que essas áreas aumentem com o decorrer dos anos, tendo em vista o bom andamento do programa.

No município já são 97 famílias beneficiadas, tendo o café clonal como projeto produtivo e culturas para subsistência familiar, como o urucum, mandioca, inhame, feijão, pimenta do reino, limão e abacaxi.

O secretário Estadual de Agricultura de Rondônia, Evandro César Padovani, disse que a Seagri recentemente entregou para os municípios equipamentos que ajudam os produtores rurais na produção, como: tratores, grades aradoras, carretas agrícolas, pá carregadeira, entre outros equipamentos adquiridos através de um termo de compromisso entre a Secretaria de Agricultura e o Ministério da Defesa, com novas tecnologias avançadas, agiliza e facilita o trabalho dos agricultores.

Com a chegada das chuvas, os frutos do café brotam sem precisar de irrigação, melhora o desenvolvimento e a qualidade. 93% do nosso café é comercializado em outros estados, marcas conhecidas como 3 Corações, Pilão e Melita levam o produto aqui de Rondônia. “Os cafeicultores ganham e o Estado se destaca nesse setor produtivo”, disse Evandro Padovani.

COLHEITA DO CAFÉ

Os cafeicultores tem dia certo para o início da colheita dos grãos: 10 de abril, data instituída no calendário oficial do Estado como o Dia do início da colheita do café conilon, através da Lei 3.516 de 2015.

O objetivo da data simbólica é elevar a qualidade do café de Rondônia e incentivar os produtores rurais a colher o café maduro, elevando assim a qualidade do produto, o que geraria um lucro significativo.

Fonte: Portal Espigão
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Agronegócio

Desempenho do frango, boi e suíno vivos em fevereiro de 2020

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Foto: Ilustração/ Internet

Os resultados preliminares do segundo mês do ano indicam que somente frango vivo e boi em pé alcançarão no mês preços superiores aos de janeiro passado. Ou seja: o suíno vivo tende a uma redução mensal em torno de 7%.

Mas como o setor se encontra em recuperação, as baixas registradas não têm maior significado, porquanto a cotação atual se encontra aquém, apenas, dos bons resultados registrados no trimestre novembro/19-janeiro/20. Ou seja: encontram-se em patamar que corresponde ao quarto melhor preço nominal já alcançado pelo suíno vivo. O que faz este fevereiro registrar valores 40% e 55% superiores aos de um e dois anos atrás, respectivamente.

O frango vivo apresenta condições bem mais modestas, mesmo assim favoráveis. Pois seu valor atual se encontra quase 10% e 30% acima do alcançado há um e dois anos, respectivamente. Mas sob esse aspecto permanece bem aquém do boi gordo que, frente a tais períodos, obtém valorização de 30% e 36%.

Milho e farelo de soja fecham fevereiro em relativa estabilidade comparativamente ao mês anterior. Mas apenas porque o ano ainda não começou para as duas matérias-primas em decorrência, sobretudo, de indefinições no mercado internacional. De toda forma, obtêm no bimestre expressiva valorização em relação aos preços praticados em fevereiro de 2019 e 2018.

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Agronegócio

Soja: veja o que pode mexer com os preços na semana

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De acordo com a Safras & Mercado, o surto de coronavírus ainda é um dos fatores que merecem atenção, pois impactam um grande mercado comprador, a China

Avanço da colheita da soja no Brasil deve pressionar as cotações. Foto: Pedro Silvestre

A soja teve uma semana de altos e baixos. A posição março de 2020 terminou a sexta-feira, 23, cotada a a US$ 8,90 1/2 por bushel, recuo de 0,36% na semana. De acordo com a consultoria Safras, as fracas exportações dos Estados Unidos ditaram o pregão.

Mas o que está por vir na próxima semana? O analista de mercado Gil Barabach elencou os principais pontos de atenção para a próxima semana. Fique ligado, porque eles podem influenciar os preços da soja.

  • A China ainda é o principal ponto de risco para os mercados. Assim, o andamento do coronavírus deve continuar dando a pulsação de curto prazo para os preços de soja na Bolsa de Chicago e para o câmbio;
  • No lado da demanda, o foco continua no fluxo de compra chinês, tanto o ritmo como a origem. A volta da China ao mercado norte-americano deve ter um impacto positivo sobre os preços em Chicago.
  • Já os prêmios nos portos da América do Sul tendem a perder ainda mais força. As compras chinesas nos EUA, nessa época do ano, acabaram tirando demanda da América do Sul, especialmente do Brasil;
  • No lado da oferta, a colheita brasileira anda de forma compassada por conta da chuva, o que suaviza o efeito da “barriga de safra”. Mas o avanço da safra recorde de soja no Brasil deve continuar pesando sazonalmente sobre Chicago, inibindo uma investida de alta mais expressiva;
  • A posição maio de 2020 mostra fraqueza técnica, o que deve limitar o impulso corretivo em Chicago. Atenção às referências entre e US$ 9 e US$ 9,10 por bushel. Um rompimento dessas linhas (com consistência) pode servir de impulso para um redirecionamento da cotação da soja na bolsa norte-americana;
  • O dólar batendo máximas histórica sempre é interessante para o vendedor. Ainda mais na entrada da safra. Assim, segue a oportunidade para fazer algum caixa;
  • Também é bom seguir atento à volatilidade em Chicago, pois um dólar alto associado a um repique na Bolsa de Chicago pode abrir espaço, inclusive, para fixações futuras;
  • O dólar continua como principal aliado do vendedor. Por isso, é bom seguir atento as chances de fixação cambial. A curva futura projeta dólar em R$ 4,40 para maio e R$ 4,43 para setembro. Indicação para dezembro é de R$ 4,44 (Focus aponta R$ 4,10).

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 Fonte: Canal Rural

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Agronegócio

Milho: confira o que pode influenciar o mercado nesta semana

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O avanço da colheita da soja pode enxugar a oferta do cereal e dar sustentação aos preços no Brasil; veja as perspectivas

Dados sobre a intenção de plantio nos Estados Unidos também devem influenciar as cotações do milho.

O milho fechou a sexta-feira, 21, com preços mais baixos na Bolsa de Chicago. De acordo com a consultoria Safras & Mercado, apesar das boas vendas dos Estados Unidos, o mercado foi pressionado pela ampla oferta do grão no país.

O analista Paulo Molinari elencou fatos que merecem atenção dos produtores e investidores na semana que se inicia:

  • Mercado externo tem escassez de informações positivas para a alta;
  • USDA estima que área plantada nos Estados Unidos em 2020 deve ser de 94 milhões de acres (30 milhões de hectares) para o milho, informação que é baixista para a Bolsa de Chicago;
  • O único dado de levamento para a intenção de plantio será apenas divulgado no dia 31 de março, e será o que o mercado levará em consideração;
  • Novos surtos de coronavírus em Pequim e na Coreia do Sul seguem abalando os mercados neste momento, ainda sem sinalização de reversão do quadro epidêmico;
  • Corte de chuvas para março na Argentina pode gerar alguma volatilidade em março;
  • Expectativa é grande quanto à retomada de compras por parte da China por produtos norte-americanos em março;
  • No mercado interno, as colheitas vão ocorrendo regionalmente, na medida suficiente apenas para abastecer o mercado e não causar excedentes baixistas;
  • Preços do milho estão muito firmes em todo o Centro-Sul do Brasil;
  • Chuvas, atraso na colheita da soja e concentração de embarques complicam a logística, com alta de fretes e pouca disponibilidade de espaço nos armazéns;
  • Preços do milho podem voltar a subir em março, devido ao auge da colheita da soja;
  • Forte corte de chuvas no Sul esperado para março pode atingir lavouras mais tardias de milho de verão e as mais precoces de “safrinha” no oeste do Paraná;
  • Ausência de ofertas de bons volumes deve ser a característica do mercado em março e com preços em elevação no mercado interno.

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 Fonte: Canal Rural

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