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Emprego cresceu 50% em agosto em Ji-Paraná Ro

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Emprego cresce em Ji-Paraná. Desempregados podem recorrer ao SINE para dar entrada no Seguro Desemprego

Apesar do crescimento, em agosto, de 50% dos postos de trabalhos abertos pelo Sistema Nacional de Emprego (Sine) em Ji-Paraná, a falta de qualificação profissional ainda é considerada o maior responsável pelo desemprego na cidade.

Na semana passada, o Sine divulgou a proporção de crescimento entre os meses de agosto deste ano em relação ao mesmo período de 2018. No mês passado foram abertos 116 vagas de trabalho na unidade empregando 56 pessoas.

Em agosto de 2018, apenas nove pessoas conseguiram emprego nas 77 vagas ofertadas pela instituição. Em média, o Sine em Ji-Paraná atende 85 pessoas por dia em busca de serviço com carteira assinada.

“É um crescimento considerável em tempos que o desemprego machuca o país. Nossa maior dificuldade está sendo encontrar profissionais qualificados para encaminhar ao mercado de trabalho”, avalia a responsável pelo Sine, Andreia Bastos.

No Sine sobram vagas para as áreas de informática, soldador e megarefe, segundo informações na instituição. O megarefe é o profissional que lida com o corte e beneficiamento do animal, como retirada de couro, carcaça e desossa, por exemplo. “A região dispõe de vários frigoríficos e as vagas de trabalhos são constantes”, ressalta Andreia Bastos.

A vendedora Stefany Beloni garantiu colocação no mercado de trabalho por meio do SINE

Com o objetivo de proporcionar a qualificação, Bastos busca parcerias com instituições e órgãos oficiais na promoção de cursos a baixo custo. “A pessoa quando está desempregada não costuma ter dinheiro para investir em treinamentos e capacitações”.

Com olhar humanizado, Andreia Bastos planeja viabilizar cursos específicos para atender a demanda de Ji-Paraná. “Vamos reunir com os nossos representantes estaduais com intuito de resolver e/ou minimizar essa nossa realidade”, adianta Bastos, referindo a entendimentos com que vem tendo com a presidência da Assembleia Legislativa.

Desempregada há oito meses, a vendedora Stefany Fernanda da Silva Beloni, 21, conseguiu a carta de apresentação a uma agência de viagens. “Não sabia que o atendimento era desburocratizado e rápido. Estou muito contente pelo encaminhamento e vou dar o meu melhor para ser contratada definitivamente”, disse Beloni, após ser encaminhada ao novo emprego.

SERVIÇOS

A pessoa desempregada que precisa dar entrada no pedido de Seguro Desemprego poderá recorrer à unidade do Sine em Ji-Paraná. “É mais uma porta de atendimentos que oferecemos com o objetivo de facilitar o acesso do desempregado ao recurso financeiro que ele tem direito”, disse Andreia Bastos.

Munidos de documentos pessoais e da demissão, o interessado em proceder à entrada do benefício federal poderá fazer diretamente no Sine, que fica dentro do Shopping Cidadão, em Ji-Paraná.

Fonte
Texto: Paulo Sérgio
Fotos: Paulo Sérgio e Daiane Mendonça
Secom – Governo de Rondônia

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Economia

Brasil tem 4,6 milhões de endividados sem capacidade de pagamento

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No país, a população com carteira de crédito ativa atingiu 85 milhões de tomadores em dezembro de 2019

Foto: © Marcello Casal JrAgência Brasil

Cerca de 4,6 milhões de endividados no Brasil devem a instituições financeiras mais do que podem pagar. É o chamado, pelo Banco Central (BC), de endividamento de risco, formado por casos em que há inadimplência, comprometimento de renda, empréstimos em várias modalidades e renda abaixo da linha da pobreza.

No Brasil, a população com carteira de crédito ativa atingiu 85 milhões de tomadores em dezembro de 2019. Desse total, 5,4% ou 4,6 milhões de tomadores estavam em situação de endividamento de risco, informou hoje (4) o BC no Relatório de Economia Bancária.
 
Para fazer essa análise, o BC considerou como endividado de risco o tomador de crédito que atende a dois ou mais destes critérios: atrasos superiores a 90 dias no pagamento das parcelas de crédito; comprometimento da renda mensal acima de 50% devido ao pagamento do serviço das dívidas (pagamento de juros e amortizações do valor emprestado); várias modalidades de crédito simultaneamente: cheque especial, crédito pessoal sem consignação e crédito rotativo; renda disponível (após o pagamento do serviço das dívidas) mensal abaixo da linha de pobreza (R$ 439,03 mensais).

De acordo com o relatório, o percentual de endividados de risco é crescente com a idade, atingindo 7,8% da população endividada acima de 65 anos, praticamente o dobro do observado nos tomadores com até 34 anos (3,8%). Ou seja, dos 12,4 milhões de tomadores de crédito com idade acima de 65 anos, 1 milhão eram endividados de risco (7,8%). Entre 34 a 54 anos, o percentual é 4,9%, e entre 55 e 65 anos, 7,2%.
 
Quanto à faixa de renda mensal, a classe dos tomadores com renda entre R$ 5 mil e R$ 10 mil é a que apresenta a maior parcela de endividados de risco, 6,5%. Até R$ 1 mil, o percentual é 5,7%, entre R$ 1 mil e R$ 2 mil, 4,7%, entre R$ 2 mil e R$ 5 mil, 5,6%, acima de R$ 10 mil, 4,7%.

Fonte: Agência Brasil

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Economia

Trabalhando em casa ou reabrindo o comércio? Saiba como economizar energia elétrica.

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Energisa dá dicas simples para que o consumo nesse período não aumente. Veja como.

A família mais tempo em casa, trabalho à distância (teletrabalho ou homeoffice) e intensificação de trabalhos artesanais podem ser sinônimo de conta de energia mais alta no fim do mês, mas não precisa ser assim. Com uma rotina mais organizada e adoção de novos hábitos, você pode economizar energia elétrica, evitando que seu consumo suba no fim do mês. Há dicas, inclusive, para os comércios que estão reabrindo e querem evitar uma alta brusca no consumo neste período.

“Como energia é algo que não podemos tocar, muitas vezes não percebemos que estamos consumindo mais. Mesmo sem mudar a quantidade de eletrodomésticos ligados, o consumo tende a subir, pois nossos hábitos mudam, ainda que de forma sutil. Mais tempo em casa significa mais celular sendo carregado, ventiladores ou ar-condicionado ligados por mais tempo, mais vezes que a geladeira é aberta, e por aí vai. Tudo isso influencia e impacta no fim do mês”, explica Talis Sousa, coordenador de Eficiência Energética da Energisa Rondônia.

Talis destaca ainda que “a revisão dos hábitos individuais e coletivos no dia a dia são fundamentais para garantir um consumo mais adequado às condições de cada família. A Energisa quer que todos tenham o conforto da energia elétrica sem sustos com o orçamento doméstico no fim do mês”.

Trabalhando em casa? Veja o que pode fazer a diferença

– Uma dica que faz a diferença é escolher um ambiente ventilado e com iluminação natural para trabalhar. Assim, não é preciso acender as luzes durante o dia, e se o clima estiver mais fresco, é possível evitar o ventilador. Se não for possível, dê preferência ao uso de lâmpadas de LED, que consomem menos energia.

– Se o calor for intenso e o uso do ar-condicionado for inevitável, priorize a temperatura a partir de 23ºC.

– TV ligada para fazer barulho pode ser uma boa companhia nesse momento, mas poderá impactar no consumo de energia no fim do mês. Sempre que possível, evite deixar a TV ligada sem necessidade.

– Celular hoje em dia é item necessário, mas fique atento ao recarregar. Carregue somente quando realmente estiver com pouca carga e tire da tomada quando chegar ao 100%. Depois que terminar, tire também o carregador da tomada, para evitar fuga de energia.

– Mais de uma pessoa trabalhando em casa? Evite extensões. Além do risco de sobrecarregar a rede interna do imóvel, a extensão pode fazer o equipamento trabalhar mais e assim, consumir mais energia.

– Vale tentar trazer para dentro de casa hábitos do antigo ambiente de trabalho, como por exemplo: ter uma garrafa térmica para água. Assim, a geladeira não é aberta muitas vezes, evitando o abre e fecha. Quanto mais ar quente entra na geladeira, mais o aparelho consome energia para manter a baixa temperatura.

– Trabalhando com computador em casa? Durante os intervalos desligue o monitor, pois essa é a parte do aparelho que mais consome energia.

– Evite equipamentos em stand by. Tirar da tomada o que não está sendo usado é a melhor opção para economizar.

Reabrindo o seu comércio? Veja o que pode ser feito enquanto o ritmo de trabalho não é normalizado.

– Analise se todos os equipamentos elétricos precisam ser realmente ligados. Caso perceba que não, deixe ligado apenas o necessário.

– Repensar a disposição dos móveis na sua loja também pode ajudar. Priorize a iluminação e ventilação natural.

– Analise como a sua loja está montada. Se for possível usar menos eletrodomésticos com segurança para seus clientes (seguindo sempre as recomendações da Organização Mundial de Saúde) com mudanças no formato da loja, mãos à obra!

– Tem geladeira ou freezer no comércio? Verifique as borrachas para saber se está vedando o aparelho corretamente.

– Precisa manter o ar-condicionado ligado? Faça a limpeza dos filtros corretamente e tente deixá-lo em uma temperatura que não precise consumir mais energia para funcionar, a partir dos 23º graus.

A Energisa preparou mais dicas no seu perfil do YouTube e nas redes sociais. Há orientações sobre como economizar energia com as crianças em casa e alertas sobre os equipamentos que mais gastam energia em vídeos curtos. Basta acessar www.youtube.com/energisaoficial

e conferir.


Tamiris Barcellos Ribeiro Garcia
Anl Comunicacao I – GER COMUNIC MARKETING UNIDADE
tamiris.garcia@energisa.com.br

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