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Gov monta comissão para analisar a empresa que presta serviço no transporte escolar

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As medidas adotadas visam juntar informações quanto à funcionalidade e regularidade da empresa responsável pelo transporte escolar

Um levantamento minucioso da atual situação da empresa que presta o serviço do transporte escolar em Porto Velho começou a ser desenvolvido por uma comissão montada pelo Governo de Rondônia, em cumprimento à decisão judicial do Ministério Público do Estado que determinou a intervenção no serviço municipal de transporte escolar terrestre da Capital, em busca de uma solução imediata do problema que nos últimos meses tem  prejudicado diretamente alunos, principalmente na zona Rural. Diante da intervenção, o governador do Estado, coronel Marcos Rocha, designou o secretário de Estado da Educação, Suamy Vivecananda Lacerda Abreu, como interventor e as primeiras medidas já estão sendo tomadas.

Logo nas primeiras horas de quarta-feira, 11, o secretário deu início ao trabalho de averiguação junto à empresa que mantém contrato emergencial com a prefeitura de Porto Velho. As medidas adotadas visam juntar informações quanto à funcionalidade e regularidade da empresa, sendo que alguns problemas estão sendo detectados de ordem administrativa, ou seja, relacionados à própria fornecedora do serviço.

Uma comissão montada pelo Governo de Rondônia, em cumprimento à decisão judicial do Ministério Público do Estado

“Fomos informados da decisão judicial e participamos de uma reunião com o governador e o procurador-geral do Ministério Público para que seja iniciado o trabalho. Estivemos na empresa e iniciamos um levantamento necessário para podermos, de forma mais racional, fazer o atendimento. Ainda neste sábado, teremos uma reunião com os motoristas da empresa para que possamos colher informações precisas. Também estamos fazendo um estudo de rota e outros levantamentos, ou seja, neste momento a equipe está fazendo um trabalho de contabilização porque há casos em que funcionários estão atuando de forma horistas, o que não pode acontecer”, enfatizou o secretário, citando outros problemas que estão sendo encontrados, como a falta de pagamento dos motoristas.

Mesmo com os problemas surgindo, o secretário já fez o pedido para a promotora pública para que a prefeitura deposite recursos para aquisição de combustível para abastecimento dos cerca de 70 ônibus encontrados no interior da empresa para que o serviço não seja prejudicado e, consequentemente, mantendo muitos alunos sem condições de transporte escolar.

O secretário foi categórico em afirmar que será cumprida a determinação do governador Marcos Rocha para que o transporte escolar em Porto Velho funcione.

“Os 70 ônibus que estavam atuando vão continuar. O governador Marcos Rocha deixou claro que o cidadão tem que ser atendido e que todos os esforços serão feitos em busca de uma solução rápida para o problema”, destacou.

Na manhã de terça-feira, o problema do transporte escolar de Porto Velho provocou uma reunião entre o procurador-Geral de Justiça, Aluildo de Oliveira Leite, e o governador Marcos Rocha para discutir as medidas que estão sendo adotadas para cumprimento da decisão judicial. O principal objetivo é garantir a continuidade ao transporte escolar terrestre, que estava sendo oferecido parcialmente aos alunos das escolas da zona rural da Capital, até sua total regularização.

A reunião foi realizada na sede do Ministério Público do Estado de Rondônia, em Porto Velho, com a participação da Promotora de Justiça Priscila Matzenbacher Tibes Machado, da Curadoria da Educação, e do Secretário de Estado da Educação, Suamy Vivecananda Lacerda Abreu, acompanhado por procuradores do Estado, Francisco Silveira de Aguiar Neto e Kherson Gomes Soares. “Nós fomos acompanhando a equipe para dirimir eventuais questões jurídicas que pudessem surgir, assim como para fiscalizar o dinheiro público que está sendo investido ali”, disse o procurador de Estado, Kherson Gomes Soares.

“Vamos fazer funcionar. Como bem determinou o governador. Em 10 dias teremos todo o levantamento já concluído. A empresa disse que tinha 115 ônibus e somente foram encontrados 70. O ideal será 140 para atender a Capital. A comissão está atuando e queremos deixar os pais tranquilos que vamos atuar forte para que as crianças não continuem sendo prejudicadas”, argumentou.

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Texto: Paulo Ricardo
Fotos: Ésio Mendes
Secom – Governo de Rondônia

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Coronavirus

Alta Floresta: SEMSAU confirma mais 02 casos de COVID-19 nesta sexta (27)

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O Boletim Epidemiológico desta sexta-feira (27), divulgado pela SEMSAU (Secretaria Municipal de Saúde), confirmou mais 02 casos de COVID-19 em Alta Floresta D’Oeste.

Confira os números:

Casos notificados: 3297

Casos confirmados: 962

Casos curados: 925

Casos em tratamento: 24

Casos suspeitos: 65

Casos descartados: 2270

Suspeitos internados: 00

Confirmados internados: 04

Tratamento hospitalar: 01

Em UTI: 03

13 óbitos

Fonte: Decom

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Coronavirus

Alta Floresta: SEMSAU confirma mais 05 casos de COVID-19 nesta quinta (26)

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O Boletim Epidemiológico desta quinta-feira (26), divulgado pela SEMSAU (Secretaria Municipal de Saúde), confirmou mais 05 casos de COVID-19 em Alta Floresta D’Oeste.

Confira os números:

Casos notificados: 3281

Casos confirmados: 960

Casos curados: 922

Casos em tratamento: 25

Casos suspeitos: 56

Casos descartados: 2265

Suspeitos internados: 00

Confirmados internados: 04

Tratamento hospitalar: 01

Em UTI: 03

13 óbitos

Fonte: Decom

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PF deflagrou “Operação Êxodo”com o bloqueio que alcançam 6 milhões de reais

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A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (25/11/2020), a segunda fase da Operação Êxodo, com o bloqueio de valores que alcançam a casa dos 6 (seis) milhões de reais e a suspensão da atividade de 12 (doze) empresas madeireiras, investigadas por atuarem na exploração ilegal de produtos retirados de Terras Indígenas em Rondônia.

Além de tais medidas, também foi deferido pelo Juízo da 3ª Vara da Justiça Federal em Porto Velho/RO a prisão preventiva de um dos empresários investigados, uma vez que restou comprovado que, depois sua prisão na deflagração da Operação Êxodo e soltura dias após, voltou a cometer ilícitos ambientais, gerando riscos à ordem pública.

A Operação Êxodo foi originalmente deflagrada em 08/07/2020, com o propósito de combater esquemas criminosos de desmatamento e comercialização de madeiras extraídas de Terras Indígenas. Na ocasião, cerca de 90 Policiais Federais deram cumprimento a sete mandados de prisão temporária e 32 mandados de busca e apreensão, com diligências em diversas cidades de Rondônia, incluindo Vilhena, Chupinguaia, Espigão do Oeste, Ji-Paraná, Cacoal, Colorado do Oeste e Pimenta.

Essa sequência de trabalhos da PF busca desarticular organização criminosa dedicada à exploração ilegal de madeiras oriundas de Terras Indígenas de Rondônia, em especial da TI Tubarão-Latundê, no município de Chupinguaia/RO. Ao longo das incursões realizadas, houve apoio da Polícia Militar de Rondônia, IBAMA e FUNAI.

Verificou-se a prática reiterada de fraudes que buscavam dar aparência lícita aos produtos florestais explorados ilegalmente, realizando, além do desmatamento das áreas de preservação, diversos outros crimes, como inserção de dados falsos em sistemas, falsidade ideológica, lavagem de capitais e organização criminosa.

O dano ambiental apurado supera o valor de 50 milhões de reais, conforme laudo pericial, gerado a partir da retirada ilegal de madeiras nobres como Ipê, Peroba, Cerejeira, Jequitibá, Angelim e Sucupira, resultando no desmatamento de milhares de hectares de área da União.

O montante bloqueado é de cerca de 6 milhões de reais para cada uma das 12 empresas e para 7 das pessoas físicas investigadas, concomitante ao bloqueio de diversos bens. Houve, também, a suspensão das atividades empresariais pelo prazo inicial de 120 dias.

O combate aos crimes ambientais e a proteção às comunidades indígenas, expostas a risco em função da entrada irregular de pessoas, segue como prioridade para a Polícia Federal, que está disponível para o recebimento de denúncias nos telefones 69-3316-1600 (Delegacia de Polícia Federal em Vilhena/RO) e 69-3216-6225 (Superintendência de Polícia Federal em Rondônia).

Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia/RO

Contato (69) 3216-6242

         

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