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Agevisa orienta sobre os riscos da Doença do Pombo; saiba como se prevenir

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O contato ou a inalação de poeira em ambientes que possuem as fezes dos pombos provoca uma série de doenças graves

Como o nome já diz, a Doença do Pombo é causada pelo contato ou inalação de fezes dos pombos: animais silvestres considerados pragas urbanas. Há séculos eles vivem junto com os seres humanos, buscando abrigo, alimentos e proteção e, embora pareçam inofensivos, devem ser evitados, já que oferecem riscos de doenças que podem levar a morte.

Como são protegidos por lei (Lei nº 9.605/98) é considerado crime ambiental ferir ou matar estes tipos de animais. Segundo a coordenadora estadual de Vigilância e Controle da Leptospirose e Pragas Urbanas da Agevisa, Luzimar Amorim, é possível conviver no meio deles, mas a recomendação é nunca alimentar os pombos, ou domestica-los, pois se tornam dependentes e causam grandes transtornos.

A coordenadora explica que o controle dessas e outras pragas é realizado pelas Unidades de Vigilâncias de Zoonoses dos municípios (UVZ), os antigos centros de controle de zoonoses. Rondônia conta com seis unidades que trabalham com visitas e orientações a população. Só em 2018 foram realizadas 273 visitas domiciliares, e Ji-Paraná está entre os municípios com maior número de visitas.

“Anualmente a Agevisa capacita os municípios para lidar com o controle de pragas urbanas, de forma que estejam preparados para identificar os pontos críticos, se houve aumento de pragas no local e quais os fatores de risco à população. Também são realizadas vistorias com foco na prevenção”, destacou a coordenadora.

DOENÇAS CAUSADORAS

O contato ou a inalação de poeira em ambientes que possuem as fezes dos pombos, provoca uma série de doenças graves como a Criptococose ou Doença de Pombo, a Histoplasmose, Ornitose, Salmonelose, Dermatites e alergias, entre outras. Todas essas doenças apresentam sintomas como dor de cabeça, febre, náuseas, suor noturno, algumas apresentam vermelhidão na pele, semelhantes a picadas de insetos, além de vômitos, diarreia, e rinites.

Mas como se proteger das doenças, sem causar danos ao animal? Simples, adotando algumas medidas e ações de prevenção.

A recomendação é nunca alimentar os pombos ou domestica-los

DICAS DE SEGURANÇA 

Antes de iniciar qualquer limpeza em ambientes com fezes ou sujeiras é preciso estar com equipamentos individuais de proteção (Epi’s), como luvas, mascaras e botas. Deve-se observar a higienização dos ambientes, mantendo sempre o local limpo, retirando o lixo, ter cuidados com o armazenamentos de alimentos, evitando deixá-los expostos, vedar buracos ou vãos para evitar a criação de abrigos ou ninhos, aplicar telas de proteção em janelas ou ar-condicionado se necessário,  entre outras medidas.

SOBRE OS POMBO

Com o tempo a população de pombos diminui naturalmente. No ambiente silvestre eles podem chegar a viver até 15 anos, mas no meio urbano vivem em média de três a quatro anos. São animais inteligentes que se diferenciam das outras aves por apresentarem capacidade de retornarem ao local em que estavam. Se alimentam de grãos e sementes, mas no meio urbano se adaptaram aos alimentos consumidos por humanos.

Fonte
Texto: Anayr Celina
Fotos: Daiane Mendonça
Secom – Governo de Rondônia

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Coronavirus

Boletim diário sobre coronavírus em Rondônia – 25ª Edição

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O Governo de Rondônia, por meio da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) e a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), divulga os dados referentes ao coronavírus (Covid-19) no Estado.

Até a tarde de quarta-feira (8) foram consolidados os seguintes resultados para Covid-19 em Rondônia:

Casos confirmados  – 26

Pacientes curados – 08

Óbito – 01

Pacientes internados com Covid-19 – 00

Descartados – 697

Aguardando resultados do Lacen – 44

CASOS POR MUNICÍPIOS

Os 26 casos confirmados para Covid-19 são nas seguintes localidades: 21 em Porto Velho; um em Jaru; um em Ji-Paraná; um em Ouro Preto do Oeste, um em Rolim de Moura e um em Vilhena.

Os dois novos casos confirmados em Porto Velho são um homem de 24 anos e uma mulher de 23 anos. O terceiro caso confirmado é em Ouro Preto do Oeste, um homem de 57 anos de idade.

A Agevisa ressalta que os dados não são lidos e atualizados imediatamente pelo Ministério da Saúde, por isso há atraso (delay) no registro de casos que estão sendo acompanhados diariamente por equipes de saúde nos municípios.

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Senador Marcos Rogério contraria posição da OMS e defende reabertura irrestrita de templos religiosos

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O membro do Congresso disse: “Nada há de incomum no âmbito das igrejas. Não há, portanto, justificativa, nem de longe, para adoção de medidas extremas como se estivéssemos vivendo estado de exceção…”.

O senador de Rondônia Marcos Rogério, do DEM, defendeu publicamente a reabertura irrestrita dos templos religiosos, contrariando o posicionamento da Organização Mundial de Saúde (OMS) voltado ao protocolo de isolamento social em decorrência da pandemia desencadeada pelo Coronavírus (COVID-19/SARS-CoV-2). Em determinado trecho da manifestação, o congressita chega a chamar a medida de “estado de exceção”, alegando, ainda, não haver justificativa, nem de longe, “para adoção de medidas” que denominou como extremas. O Coronavírus já matou, no mundo todo, 83.471 pessoas; no Brasil, 688; e em Rondônia, com poucos casos confirmados, uma cidadã já faleceu em decorrência da enfermidade.

CONFIRA O DISCURSO DE MARCOS ROGÉRIO:

Fonte: Rondoniadinamica
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Prefeitura de Cacoal publica decreto que regulamenta atividade comercial até 11 de abril

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Por decisão do decreto estadual e a pedido do Ministério Público, prefeitura voltou a restringir o comércio em Cacoal. Podem funcionar apenas atividades consideradas essenciais.

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A prefeitura de Cacoal (RO) divulgou na última terça-feira (7) um novo decreto que regulamenta o funcionamento do comércio devido a pandemia do novo coronavírus. Apenas atividades essenciais estão permitidas no município até o dia 11 de abril.

No último domingo (5), um documento havia sido publicado flexibilizando as medidas de isolamento e permitindo a volta de algumas atividades comerciais, no entanto, por recomendação do Ministério Público de Rondônia e decisão do decreto estadual de calamidade pública, que só permite a reabertura do comércio nos municípios a partir do dia 12 de abril, a prefeitura voltou o funcionamento apenas a atividades essenciais.

Segundo o decreto estão proibidos eventos de qualquer natureza com mais de cinco pessoas, incluindo cultos de qualquer religião; o funcionamento de espaços de lazer como cinemas, teatros, bares, clubes, academias, banhos, balneários, casas de shows e boates; funcionamento de galerias, lojas, shopping centers e centros comerciais; além da permanência e trânsito de pessoas em áreas de lazer e convivência, pública ou privada.

Podem funcionar neste período estabelecimentos do ramo alimentício, de materiais de saúde e da construção civil; agências bancárias, cooperativas de crédito e lotéricas; serviços funerários e clínicas de atendimento na área da saúde; comércio de produtos agropecuários, pet shops e postos de combustíveis; hotéis e restaurantes às margens das rodovias; escritório de contabilidade, de advocacia e cartórios; indústrias, fábricas, frigoríficos, laticínios e armazéns, lojas de máquinas e implementos agrícolas; entre outros.

Os estabelecimentos que podem permanecer abertos devem adotar medidas de precaução como limitar o fluxo de pessoas, manter distância mínima entre funcionários e clientes e a desinfecção diária de equipamentos e utensílios em geral.

Fonte: G1 RO – Em Geral

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