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Educação

Moro autoriza uso da força nacional contra protestos de estudantes

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Em caráter episódico e planejado, nos dias 7, 12 e 13 de agosto de 2019

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, autorizou nesta quinta-feira (8), a atuação da Força Nacional contra os protestos de estudantes marcados para a próxima terça-feira (13).

A medida foi publicada na portaria 686, no Diário Oficial da União, e prevê que os agentes vão poder “agir em caráter episódico e planejado, nos dias 7, 12 e 13 de agosto de 2019”, a pedido do Ministério da Educação (MEC).

As datas coincidem com as manifestações marcadas por entidades estudantis que tem como objetivo protestar contra a Reforma da Previdência, aprovada em segundo turno na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (7), e contra o que chamam de “desmonte na educação”.

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“Autorizar o emprego da Força Nacional de Segurança Pública em apoio ao Ministério da Educação, nas ações de preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, na defesa dos bens e dos próprios da União, no prédio do Bloco “L”, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília-DF, em caráter episódico e planejado, nos dias 7, 12 e 13 de agosto de 2019″, diz o texto da portaria feita por Moro.

Os protestos ainda não têm locais definidos, exceto na capital paulista, onde serão realizados no vão livre do Masp, na Avenida Paulista, às 16h.

“O tsunami estudantil que ocupou as ruas de todo país no último mês de maio, volta agora no dia 13 de agosto para mostrar que a luta não para.

A União Nacional dos Estudantes convoca todos os jovens a mostrar sua indignação contra os cortes na educação, a sair em defesa da autonomia universitária e contra o projeto Future-se do MEC, que pretende terceirizar o financiamento da educação pública ao mercado”, diz a convocatória da União Nacional dos Estudantes (UNE).

Fonte: Agencia Brasil

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Educação

Com mais de 600 escolas abertas em todo o país, CNA apresenta plano de expansão em Brasília

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Rede de ensino de idiomas mapeou oito áreas em Brasília com potencial para abertura de novas escolas. Meta é chegar a mil unidades em todo o Brasil até 2025 e, para isso, lançou novos modelos de negócio com investimentos a partir de R﹩ 70 mil para quem quer empreender em educação

São Paulo, 2020 – Brasília está no radar de expansão do CNA, uma das maiores redes de ensino de idiomas do país. Com mais de 600 escolas abertas no Brasil, sendo 11 no Distrito Federal, a marca tem planos de inaugurar 80 novas escolas em todo o país em 2020 e chegar à marca de mil unidades até 2025.

Decio Pecin – CEO da rede CNA

Com base em ferramenta de georreferenciamento, a área de expansão do CNA mapeou oito áreas em Brasília com potencial para abertura de escolas de idiomas: Brazilândia, Lago Sul, Lago Norte, Centro, Cruzeiro, Paranoá, Santa Maria e São Sebastião.

Para atingir seu objetivo de expansão e atender a municípios de diferentes tamanhos, o CNA oferece quatro modelos de franquias – Compacto, Pequeno, Médio e Grande – com investimento inicial a partir de R﹩ 70 mil. Os modelos Compacto e Pequeno foram desenhados especialmente para cidades de menor porte, com populações inferiores a 100 mil habitantes.

Eduardo Murin, diretor de Expansão do CNA, explica que ao investir em uma franquia CNA o empreendedor recebe um pacote de benefícios, incluindo o mais novo projeto arquitetônico da marca, enxoval de material didático e verba para mídia local. “Dessa forma, parte do investimento inicial é amortizado e, a depender do modelo de negócio, quase a totalidade”, diz.

Ensino de idiomas: mercado com amplo potencial de crescimento

Pesquisa recente feita pela Nielsen aponta que apenas 2% da população brasileira estuda inglês atualmente. Esse mesmo levantamento identificou que o mercado de ensino de idiomas tem potencial para quadruplicar de tamanho, já que 8% da população possui a intenção de estudar uma segunda língua no curto e médio prazo.

Para se tornar um franqueado CNA não é necessário dominar um idioma estrangeiro, ser professor ou ter experiência no segmento de idiomas. A maior vantagem do sistema de franquias, aliás, é poder contar com o know-how do franqueador. O CNA, por exemplo, oferece completo suporte ao franqueado desde o início dessa relação, auxiliando na busca do ponto comercial, na orientação para a montagem do negócio, no entendimento do mercado local, na formação de preços e na contratação de colaboradores, além de fornecer treinamentos tanto para o franqueado quanto para sua equipe. O que se espera do franqueado é capacidade para administrar o próprio negócio.

FICHA TÉCNICA

Fundação: CNA – Escola de Idiomas 1973

Início da Franquia no Franchising: Início da franquia CNA: 1985

É associado ABF: Sim

Associada ABF desde: 1989

Investimento total aproximado: a partir de R﹩ 70 mil

Taxa de Franquia: de R﹩ 10 mil a R﹩ 60 mil

Capital de giro: de R﹩ 40 mil a R﹩ 100 mil

Royalties: Não cobra (sobre serviços)

Fundo de propaganda: Não cobra

Área mínima de uma unidade: 70 m²

Número mínimo de pessoas na operação: de 2 a 25

Faturamento médio: R﹩ 100 mil*

Lucro:(médio mensal) R﹩ 25,5 mil*

Prazo de retorno do investimento: de 18 a 36 meses

E-mail da área de expansão: [email protected]

*Conforme modelo de franquia

Para mais informações, acesse: www.franquiacna.com.br

Site: http://www.cna.com.br

Telefone:(11) 3053-3805

SOBRE O CNA

Com mais de 45 anos, o CNA é uma das maiores redes de franquia de ensino de idiomas do país, com cerca de 600 escolas e mais de 400 mil alunos em todo o território nacional. Sua metodologia moderna explora elementos presenciais e a distância, além de inovadores recursos tecnológicos, que inserem o idioma no cotidiano do aluno a fim de proporcionar fluência ao falar, ler, escrever e compreender a língua mais naturalmente. Um dos projetos da rede que evidencia este diferencial, o premiado Speaking Exchange, recebeu 10 Leões no Festival Cannes Lions 2014.

O CNA é o único franqueador brasileiro a receber por 26 vezes consecutivas o Selo de Excelência em Franchising, da Associação Brasileira de Franchising (ABF), e está na lista Top 25 do Franchising Brasileiro organizada pelo Grupo Bittencourt.

Em 2018, o CNA Administração Nacional entrou mais uma vez na lista de melhores empresas para se trabalhar do Great Place to Work e é a única escola de idiomas da América Latina a ter material didático exclusivo em parceria com a Disney.

O CNA também é centro aplicador autorizado dos exames internacionais de proficiência na língua inglesa da Universidade de Cambridge e do exame internacional de proficiência em língua espanhola SIELE, desenvolvido pelo Instituto Cervantes em parceria com a Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM), a Universidad de Salamanca (USAL) e a Universidad de Buenos Aires (UBA).

ASSESSORIA DE IMPRENSA

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Educação

Mais 5 escolas públicas de Rondônia passam a ter ‘modelo militar’

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Decretos foram assinados nesta segunda-feira (17) pelo governador do estado, Coronel Marcos Rocha. Também houve entrega de 15 caminhonetes à Seduc.

Decretos para a militarização de escolas foram assinados nesta segunda-feira (17) pelo governador de Rondônia. — Foto: CEPM/Divulgação

Mais cinco escolas da rede pública estadual passam a ser militarizadas, como o colégio Tiradentes, em Porto Velho. Os decretos foram assinados nesta segunda-feira (17) pelo chefe de Rondônia, Coronel Marcos Rocha (PSL).

A cerimônia de assinatura dos decretos que militarizaram as instituições de ensino ocorreu no pátio do CPA e contou com a presença de várias autoridades.

A partir de agora, passam a ser escolas militares após a assinatura do governador:

  • Padre Ezequiel Ramin, em Alta Floresta do Oeste;
  • 28 de Novembro, em Ouro Preto do Oeste;
  • Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, em Cacoal;
  • Alkindar Brasil de Arouca, em Guajará-Mirim, e;
  • Raimundo Cantanhede, em Jaru.

De acordo com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc), as escolas tiveram as melhores avaliações no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB). Ao todo, são 13 escolas no mesmo perfil em Rondônia.

A medida faz parte da campanha do governo e do plano estratégico do estado. Com a militarização, a gestão deixa de ser da Seduc.

Defensor da disciplina, da ordem e da educação mais conservadora, o governador de Rondônia, Coronel Marcos Rocha, comentou a mudança que passa a ocorrer nessas escolas a partir de agora.

“Eu vejo o colégio militar como uma outra forma de você educar. Não podemos desmerecer a educação tradicional tanto na modalidade normal quanto na integral, que é outra área que queremos abranger e fortalecer. Mas temos que entender que o colégio militarizado é para aquelas crianças que gostam da área. É somente a forma de receber o professor em pé, de prestar continência, de saber que entre os alunos também tem hierarquia. Isso é bom para o Brasil. Isso é bom para o nosso estado. Isso é bom para as famílias”, declarou.

Na mesma solenidade, foram entregues 15 caminhonetes à Seduc. O recurso, de quase R$ 2 milhões, veio do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) do Governo Federal.

Eles serão utilizados para conselhos como de alimentação, comissões de fiscalização das regionais, entre outros serviços executados pela pasta.

Escola cívico-militar

O modelo difere das escolas militares que são gerenciadas pelas Forças Armadas. O Ministério da Educação (MEC) explicou que as atribuições das secretarias estaduais de educação serão preservadas e os oficiais da PM e Corpo de Bombeiros devem atuar como monitores na gestão educacional.

Na prática, a gestão será compartilhada, onde educadores ficam responsáveis pela parte pedagógica e os militares, da administração e da disciplina, além de cuidarem da área psicossocial.

A ideia inicial do governo é estabelecer 216 novas escolas cívico-militares em todo país até 2023. Com a iniciativa piloto em 2020, 54 instituições serão readaptadas para aderirem ao perfil escolar militarizado.

Fonte: G1/Ro

 

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Educação

Educação: Fim do Enem está em estudo pelo MEC

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Ideia é diluir as provas nos três anos do ensino médio

O Ministro da Educação, Abraham Weintraub, faz balanço sobre o ENEM 2019 (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

Depois das confusões no Exame Nacional do Ensino Médio, o Enem, o Ministério da Educação quer substituir o Exame em provas distribuídas nos três anos do ensino médio regular. Tecnicamente, significa o fim do Enem.

As notas do novo exame nacional diluído comporiam a nota do estudante para disputar vagas no ensino superior. A ideia é começar a aplicação para alunos do 1° ano já em 2021 e ampliar de forma gradual.

A reportagem do jornal O Globo destaca que “o cronograma inicialmente traçado prevê a incorporação das turmas de 2º ano em 2022 e as de 3º ano em 2023, quando todo o ciclo regular do ensino médio estaria sendo atendido. Escolas públicas e privadas passariam pelo exame seriado”.

A matéria ainda informa que “áreas técnicas do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) foram informadas da proposta para analisarem a viabilidade de sua implementação. As mudanças seriam feitas paralelamente aos planos de introduzir de forma gradual o Enem digital, anunciado no ano passado pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub”.

Fonte: Brasil 247

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